Esportes

Caso Eliza Samudio

Novos advogados assumem o caso do goleiro Bruno

Novos advogados assumem o caso do goleiro Bruno

r7

08/12/2011 - 11h35
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O goleiro Bruno Fernandes, acusado de matar sua ex-amante Eliza Samudio, já tem novos advogados. Francisco Simim e Ruy Caldas Pimenta informaram, na quarta-feira (7), que irão assumir a defesa do jogador. Eles disseram que entrarão com um pedido de habeas corpus no STF (Supremo Tribunal Federal) e que também defendem a ex-mulher de Bruno, Dayane dos Santos.

Na terça-feira (6), Cláudio Dalledone Júnior formalizou à Justiça mineira sua renúncia à causa. O atleta já havia dispensado o advogado Ércio Quaresma, que chegou a ser suspenso pela OAB-MG (Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais) após assumir ser dependente de crack.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas, o goleiro é defendido também por Caio Fortes de Matheus, que trabalha com Dalledone no Paraná, e o mineiro Robson Martins Pinheiro Melo. Mas Cláudio Dalledone não quis confirmar se Bruno manterá os outros defensores.

O advogado disse que renunciou por não concordar com "autodefesa". Além de Bruno, também vão a júri popular Luiz Henrique Romão, o Macarrão, Sérgio Rosa Sales e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Todos aguardam o julgamento presos. A defesa dos demais acusados insiste na tese de que, como o corpo de Eliza não foi encontrado, não há crime.

Dalledone não quis entrar em detalhes, mas afirmou que a defesa técnica que pretendia fazer não segue esta linha. 

- Não concordo com o argumento de falta de materialidade. É um argumento infantil e retórico. Por isso, renunciei como prega a boa ética. Mas tenho convicção de que ele [Bruno] é inocente e tenho o dever do segredo, apesar de não estar mais na causa.

Ouro Inédito

Imprensa da Noruega exalta ouro de Lucas Braathen, mas lamenta saída do atleta: 'Frustrante'

Os principais veículos do país onde o esquiador nasceu e iniciou a carreira, na Noruega, manifestaram insatisfação por ele ter competido pelo Brasil

15/02/2026 11h30

Reprodução Redes Sociais

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O ouro olímpico de Lucas Braathen pelo Brasil ecoou também na Noruega. Neste sábado, os principais veículos do país onde o esquiador nasceu e iniciou a carreira dedicaram amplo espaço à conquista histórica no esqui alpino, com direito a elogios à trajetória e lamentos pela mudança de bandeira.

Lucas, de 25 anos, defendeu a Noruega até 2023. Após conflitos com a federação local, anunciou aposentadoria ainda no auge. Meses depois, oficializou a decisão de competir pelo Brasil, país de sua mãe. Em Milão-Cortina, escreveu um capítulo inédito para o esporte brasileiro.

O jornal Aftenposten, de Oslo, publicou reportagem extensa sobre a vitória e abriu espaço para uma análise do comentarista Daniel Roed-Johansen, que destacou a dualidade da imagem pública do atleta.

"Braathen é o pavão do esqui. É fácil se deixar deslumbrar por roupas coloridas, trabalhos como modelo e grandes ambições. Mas ninguém deve se enganar. Acima de tudo, ele é um atleta de elite dedicado", escreveu.

Já o Dagbladet repercutiu a transmissão da emissora NRK e a avaliação do ex-esquiador e comentarista Kjetil André Aamodt, que tratou a troca de federação como uma perda esportiva para o país.

"É um pouco frustrante que ele não seja atleta norueguês", afirmou.

Filho de pai norueguês e mãe brasileira, Lucas chegou a disputar os Jogos de Pequim-2022 representando a Noruega. Quatro anos depois, subiu ao topo do pódio sob a bandeira brasileira, resultado que, além de histórico para o Brasil, reabriu na Noruega o debate sobre a saída precoce de um de seus talentos mais midiáticos e competitivos da última geração.

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Torneio na Austrália

Rayssa Leal conquista o título da etapa de Sydney da Street League Skateboarding

Rayssa Leal conquistou neste sábado (14) o título da Street League Skateboarding (SLS) de Sydney

15/02/2026 10h30

Reproduçção Redes Sociais

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Rayssa Leal conquistou neste sábado o título da Street League Skateboarding (SLS) de Sydney, primeira de sete etapas da temporada. A brasileira terminou a disputa com 30,1, à frente da japonesa Liz Akama (29,2) e da australiana Chloe Covell (24,7).

A skatista do Maranhão, dona de duas medalhas olímpicas, começou com notas baixas (5,8 e 3,8) bem atrás de suas adversárias (6,9 e 6,2 de Akama e 7,3 e 8,0 de Covell), mas conseguiu se recuperar e, em sua melhor tentativa, obteve 8,4.

Aos 18 anos, Rayssa enfrenta rivais ainda mais jovens. A japonesa nasceu em 2009, e a australiana, em 2010. Todas já com participação olímpica. Akama foi vice-campeã em Paris-2024, edição em que a brasileira conquistou o bronze.

O Brasil também garantiu presença no pódio masculino em Sydney. Giovanni Vianna terminou com a medalha de bronze, com 34,7. O título ficou com o japonês Ginwoo Onodera, que obteve sete notas acima de 9,0, e somou 37,3. O norte-americano Julian Agliardi foi o vice-campeão, com 35,5.

A próxima etapa da SLS acontece em Los Angeles, no dia 4 de abril. O Brasil abrigará duas disputas, em agosto e dezembro.

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