Cidades

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Nasa paga US$ 125 mil para criação de impressora 3D de comida

Nasa paga US$ 125 mil para criação de impressora 3D de comida

terra

25/05/2013 - 21h00
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A agência espacial americana está financiando um projeto para a criação de um protótipo de impressora 3D capaz de criar comida. O engenheiro mecânico Anjan Contractor recebeu uma doação de US$ 125 mil da Nasa, que espera que a impressora 3D possa criar alimentos para os astronautas em viagens espaciais de longa distância. As informações são do site The Verge.

O criador do projeto, no entanto, não pretende que sua criação se limite a imprimir comida para astronautas. O software da impressora será aberto, e o hardware é baseado no código-fonte também livre da impressora 3D RepRap Mendel. O projeto poderia resolver a crescente escassez de alimentos em todo o mundo através da redução dos resíduos.

A impressora usa cartuchos com pó para fabricar a comida. Através da combinação desses cartuchos, uma ampla gama de alimentos poderia ser criado pela impressora. Cada cartucho poderia ter uma validade de 30 anos, o que permitiria viagens espaciais de longa distância.

O engenheiro já provou que seu sistema funciona em um nível básico de impressão de chocolate. O próximo passo da pesquisa é tentar imprimir uma pizza. A impressora vai criar uma primeira camada de massa e depois, com uma mistura de tomate em pó, água e óleo, irá imprimir o molho. A cobertura será uma "camada de proteína".

resultados de agosto

Após recorde histórico em julho, exportações de MS caem 25%

Mas, se forem levados em conta os dados relativos aos oito primeiros meses do ano, as vendas externas subiram 11,9%, acumulando US$ 8,2 bilhões

05/09/2026 12h24

Celulose exportada a partir dos quase 2 milhões de hectares de eucaliptos garantiu faturamento de US$ 316 milhões  em agosto a MS

Celulose exportada a partir dos quase 2 milhões de hectares de eucaliptos garantiu faturamento de US$ 316 milhões em agosto a MS

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Depois de atingir o recorde histórico de um único mês em julho, com 1,3 bilhão de dólares, as exportações de Mato Grosso do Sul em agosto encolheram em quase 25% e fecharam no menor patamar dos últimos seis meses, ficando em US$ 978,3 milhões, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). O valor, contudo, é 3,3% acima daquilo que o Estado exportou em agosto do ano passado.

A principal explicação para a queda com relação ao mês passado é a diminuição na venda de soja (-43%), e de carne bovina (-29%), que recuaram de US$ 631 milhões para apenas US$ 388 milhões.

Ambos têm a China como principal comprador e que em agosto avisou que o Brasil atingiu a cota de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina sem aplicação de uma taxa tributária de 55%, provocando queda na venda de carne para o país asiático.

Por conta desta cota, as exportações de carne bovina encolheram 19% na comparação com agosto do ano passado, recuando de US$ 173,4 milhões para US$ 140,4 milhões. No acumulado do ano, as vendas externas de carne bovina somam US$ 1,5 bilhão, o que representa aumento de 33,7% na comparação com os oito primeiros meses de 2025.

Se forem levados em consideração os dados relativos a todas as exportações de Mato Grosso do Sul nos primeiros oito meses, a soma chega a US$ 8,2 bilhões, um volume 11,9% maior que em igual período de 2025.

Somente com a soja o Estado faturou US$ 2,7 bilhões, o que representa aumento de 33,9% na comparação com o ano anterior. E por conta disso, o grão deixou a celulose para trás e voltou ao topo do ranking dos principais produtos de exportação, representando 32,8% de tudo o que foi vendido para o mercado externo.

A celulose, que está em segundo lugar no rankig e representa 26,1% das exportações,  rendeu US$ 2,1 bilhões, o que é 1,9% abaixo do faturamento do ano anterior. Estes números mostram uma ligeira recuperação nos preços, já que o volume exportado sofreu recuo superior ao do faturamento, da ordem de 4,8%, passando de 4,664 milhões de toneladas para 4,438 milhões de toneladas.

Cotação em baixa

E, além da celulose, carnes e soja, outro importante produto da pauta de exportações de Mato Grosso do Sul é o minério de ferro, que neste ano responde por 1,9% das vendas. A participação só não é maior porque o faturamento despencou 44,9%, passando de US$ 279,5 milhões para US$ 154 milhões nos oito primeiros meses dos últimos dois anos.

Essa queda no faturamento ocorreu simplesmente porque o preço dos minérios despencou. O volume exportado até teve alta, de 11%, passando de 6,349 milhões de toneladas para 7,080 milhões de toneladas, tudo sendo escoado pela hidrovia do Rio Paraguai. O valor médio da tonelada caiu de 43 dólares para cerca de 22 dólares.

Parceiros comerciais

E em meio aos tarifaços impostos por Donald Tramp, os Estados Unidos caíram para terceiro lugar no ranking dos países que mais compraram produtos de Mato Grosso do Sul, sendo supurados pela Holanda.

Na comparação com agosto do ano passado, as vendas para os holandeses cresceram 172% e somaram US$ 62,9 milhões. Na comparação dos oito primeiros meses, as vendas para a holanda cresceram 45%. 

Os Estados Unidos, por sua vez, compraram o equivalente a US$ 46,3 milhões. Mas, apesar de ter perdido importância, ainda assim as vendas em agosto para os norte-americanos foram 89% maiores que em igual mês de 2025.

Em primeiro lugar, disparado, segue a China. O país asiáticos foi responsável por 48% de tudo aquilo que o Estado exportou em 2026. Mas, países como Índia, Paquistão, Tailância e Irã estão com importância cada vez maior.

Somadas, as vendas para testes quatro países cresceram 87%, com destaque para o Paquistão, que teve alta de 284%. No ano passado, o faturamento com os quatro parceiros comerciais foi de US$ 309,5 milhões, ante US$ 577 milhões em 2026.

Por conta deste crescimento, passaram a ter relevância maior que os Estados Unidos, que no ano importaram US$ 500 milhões em produtos produzidos em Mato Grosso do Sul. 

Reviravolta

STJ determina andamento de ação contra o 'prefeito mais louco do Brasil'

Prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PSDB) vai responder novamente por improbidade administrativa, após se autopromover em festas da cidade às custas dos cofres públicos

05/09/2026 10h30

Prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PSDB)

Prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PSDB) GERSON OLIVEIRA

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Prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PSDB), popularmente conhecido como “o mais louco do Brasil”, vai responder novamente pela ação de improbidade administrativa, após se autopromover em festas da cidade às custas dos cofres públicos.

Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) havia encerrado o processo contra o prefeito, na fase inicial, por suposta falta de provas.

Mas, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) reverteu a decisão e determinou o andamento do processo, com a justificativa de que a apuração sobre a intenção do prefeito deve ocorrer após a fase de instrução processual, quando haverá análise profunda das provas.

O STJ avaliou que o TJMS agiu de forma precipitada ao julgar o mérito da ação e extinguir o processo logo na fase inicial.

Em primeira instância, a Justiça havia acatado o pedido liminar do Ministério Público e determinou que o prefeito pare de se promover em eventos públicos (com multa de R$ 20 mil por descumprimento) e o pagamento de aproximadamente R$ 307 mil a título de dano moral coletivo.

Com isso, o processo foi reaberto e o STJ determinou o restabelecimento imediato da decisão de primeiro grau e o andamento das investigações.

De acordo com o Ministério Público (MPMS), o prefeito agia como se fosse parte das atrações musicais contratadas pela prefeitura: subia no palco, cantava, dançava e até participou de uma montaria em touro vestido como peão.

Tal fato evidencia que ele se promovia às custas dos cofres públicos em eventos festivos da cidade, cujos gastos giravam em torno de R$ 3.070.224,85.

Além disso, ele postava toda essa atuação em suas redes sociais, que somadas (Instagram, TikTok e Facebook) totalizam aproximadamente 1,5 milhão de seguidores.

Para a promotoria, a conduta fere os princípios constitucionais da impessoalidade e da moralidade.

Ao Correio do Estado, o prefeito afirmou que irá recorrer contra a decisão do STJ e que não subiu ao palco com o objetivo de se autopromover.

"Respeito a decisão do STJ, mas eu vou recorrer sim. Eu como gestor não vejo que foi cometido nenhum tipo de irregularidade. Não vejo que foi cometido algum tipo de crime. Não acho justo uma coisa que já estava encerrada, uma parte virada, mas estamos aí para responder juridicamente. Se eu quero me promover, eu me promovo na minha própria rede social que hoje é maior que qualquer evento dentro da minha cidade", explicou Juliano Ferro.

De acordo com o chefe do executivo municipal de Ivinhema, o evento em questão rendeu R$ 40 mil em doação para um asilo.

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