Domingo, 19 de Novembro de 2017

MS terá uma das campanhas eleitorais mais caras do País

13 JUL 2010Por 14h:53
Maria Matheus

Mato Grosso do Sul terá uma das campanhas mais caras do País. Os candidatos à sucessão estadual estimam gastar até R$ 21,63 por eleitor, o que leva o Estado ao 9º lugar no ranking nacional.
Os três candidatos que disputam o comando o executivo estadual — André Puccinelli (PMDB), José Orcírio dos Santos (PT) e Ney Braga (PSOL) — juntos, pretendem investir até R$ 36.250.000,00 na campanha eleitoral.
Puccinelli informou à Justiça Eleitoral que sua campanha custará no máximo R$ 20 milhões. Orcírio calcula investir até R$ 16 milhões. Ney Braga estima gastos de até R$ 250 mil.
O custo da campanha em Mato Grosso do Sul é proporcionalmente mais alto que em estados vizinhos, como o Paraná, onde os candidatos gastarão R$ 9,7 por eleitor; Minas Gerais (R$ 6,8) e Goiás (R$ 18,14). Em Mato Grosso, a campanha custará R$ 33,43 por eleitor, segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo.
A estimativa dos gastos dos candidatos ao governo dos 26 estados e do Distrito Federal totalizam R$ 1,5 bilhão, conforme o Estadão. O valor supera em até três vezes e meia o teto de gastos dos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV). Eles calculam gastar até R$ 195,6 milhões.
A campanha mais cara em termos absolutos é a de São Paulo, R$ 195,6 milhões. Mas, ao se comparar o volume de gastos com o número de eleitores, o Estado vizinho terá uma das campanhas mais baratas, R$ 6,51.
Proporcionalmente, Roraima, o Estado menos populoso do País, terá a campanha mais dispendiosa, gastando até R$ 116,72 por eleitor. Os quatro candidatos que concorrem no Estado declararam à Justiça Eleitoral teto de gastos que somam R$ 30,5 milhões.
O Rio de Janeiro, por outro lado, terá a campanha mais barata, R$ 4,87 por eleitor.

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