Cidades

General do Exército:

Monitoramento de fronteira funcionará em 2 anos

Monitoramento de fronteira funcionará em 2 anos

Dourados News

22/05/2013 - 15h05
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Em visita de inspeção na 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada na manhã desta quarta-feira (22), em Dourados (MS), o general do Exército Brasileiro, Enzo Martins Peri, destacou que em dois anos o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteira) estará em pleno funcionamento na região.

“Esperamos em curto prazo colocar o nosso projeto em completo funcionamento e acredito que dois anos seja o suficiente para a liberação dos recursos, aquisição e implantação de novos equipamentos”, afirmou.

O sistema serve como forma de garantir a presença do Exército em toda a área de aproximadamente 17 mil quilômetros de fronteira do Brasil e auxiliar na defesa contra ações ilícitas como tráfico de entorpecentes, contrabando de mercadorias e outros crimes. A unidade de Dourados é piloto em todo o país.

Segundo ele, a 4ª Brigada foi colocada como prioridade através de estudos e características apresentadas na região. “Colhemos informações sobre todos os delitos existentes próximo à fronteira com o Paraguai e observamos que seria ideal instalarmos a primeira base em Dourados”, afirmou.

Mm Mato Grosso do Sul, foram entregues até o momento, 93 veículos leves de reconhecimento, 130 caminhões, 17 motocicletas para reconhecimento e comunicações, nove cozinhas de campanha, 1.458 conjuntos de equipamento individual, 10 kits posto de bloqueio e controle de estradas, conjuntos de saúde e material de engenharia, um radar SABER M-60 com capacidade para detecção de até 60 Km.

Todos os investimentos até o momento no projeto piloto para aquisição destes materiais foi de aproximadamente R$ 48,6 milhões. Existe a previsão de contratação de outros 320 militares.

"Interdictum"

Operação fecha seis 'bocas de fumo' em um tarde no interior de MS

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, que resultaram no fechamento dos pontos de distribuição de entorpecentes e na prisão em flagrante de 10 envolvidos

19/03/2026 08h49

 operação começou a partir de investigações prévias que foram conduzidas pela Polícia Civil, estendidas por um período de aproximadamente três meses,

operação começou a partir de investigações prévias que foram conduzidas pela Polícia Civil, estendidas por um período de aproximadamente três meses, Reprodução/PCMS

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Em Mato Grosso do Sul, uma megaoperação no interior do Estado resultou na desarticulação de seis "bocas de fumo" em uma tarde, com o cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão, além daqueles detidos em flagrantes 

Batizada de "Interdictum", as diligências foram  coordenadas pela Delegacia de Naviraí-MS, executadas por quatro equipes policiais: 

  • duas da 1ª Delegacia de Polícia, 
  • uma da Delegacia Regional de Polícia (DRP) e 
  • uma da Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), de Naviraí.

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, que resultaram no fechamento dos seis pontos de distribuição de entorpecentes, bem como na prisão em flagrante de 10 envolvidos com a atividade criminosa. 

Entre os presos, identificados pela Polícia Civil em nota apenas com as iniciais, aparecem quatro mulheres, com idades entre 23 e 36 anos, e outros seis homens, a maioria abaixo da casa dos 28, com o mais novo registrando 18 e o mais velho 49 anos. 

Toda essa operação começou a partir de investigações prévias que foram conduzidas pela Polícia Civil, estendidas por um período de aproximadamente três meses, que permitiram identificar toda uma rede estruturada para o comércio de drogas. 

Tendo o como alvo o município de Naviraí, a operação para atividades de bocas de fumo localizadas especialmente na região central da cidade, e durante o cumprimento das ordens judiciais foram apreendidas diversos tipos de entorpecentes, que iam desde crack até cocaína e a popular maconha, com porções fracionadas e prontas para a venda. 

No meio das apreensões foram recolhidos diversos itens que, pela antiga lei de drogas, caracterizam a prática de tráfico de drogas, como balanças de precisão, grandes volumes de dinheiro em notas fracionadas, além de lâminas plásticas usadas para confeccionar as porções, e nesse caso até câmeras de circuito de monitoramento interno, que segundo as autoridades eram "usadas para dificultar a ação policial". 

As apreensões somaram: 

  1. 84,3 gramas de crack,
  2. 496 gramas de maconha,
  3. 4,6 gramas de cocaína,
  4. R$ 4.878,75 de dinheiro em espécie,
  5. uma arma de fogo do tipo garrucha calibre .38,
  6. seis balanças eletrônicas de precisão,
  7. itens usados no processo de preparação das drogas,
  8. dois cadernos de anotação,
  9. materiais para embalo,
  10. dez aparelhos celulares,
  11. um sistema de monitoramento, além de outros objetos apreendidos para averiguação.

Conforme as investigações, os locais agiam de forma organizada, com tarefas distintas estabelecidas entre os envolvidos, uso de diversos imóveis para armazenamento, preparo e venda das substâncias, etc. 

Ainda segundo a Polícia Civil, essa operação identificou até mesmo casos de todo um núcleo familiar voltado para a prática criminosa, envolvendo até mesmo participação de adolescentes, entre 15 e 16 anos, caracterizando a qualificadora prevista na lei de drogas.

 

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Clima

Chuva acima de 120 mm alaga bairros e comércios em MS

Atingida por forte precipitação, a drenagem não resistiu, e a água tomou ruas, casas e estabelecimentos comerciais

19/03/2026 08h30

Crédito: Tudo do MS

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Fortes chuvas que atingiram o município de Maracaju em pouco mais de uma hora, nesta quarta-feira (18), causaram alagamentos em vias e residências em diversos pontos da cidade.

O coordenador da Defesa Civil, Aluísio Batista Amorim Junior, informou, por meio das redes sociais, que, em cerca de 1h30, a precipitação chegou a 125 milímetros, deixando várias localidades debaixo d’água.

Com casas, estabelecimentos comerciais e outros imóveis tomados pela água, a prefeitura atendeu pessoas em um abrigo destinado a receber quem precisou deixar a residência, com doação de roupas e outros itens.

Nas redes sociais, a população compartilhou a situação. Em uma das publicações, um motociclista se aventura ao atravessar uma rua totalmente alagada; em outra, um supermercado teve que suspender as atividades após ser tomado pela água.

Em conversa com o Correio do Estado, o prefeito Marcos Calderan informou que nenhuma família ficou desalojada e que o problema foi o grande volume de água em poucas horas.

“Quase 150 milímetros em menos de duas horas. Então, uma chuva fora de qualquer padrão que, pelo menos eu conhecia, né? Foi praticamente uma chuva histórica, vamos dizer assim. Em lugares onde nunca entrou água, como comércios, houve alagamentos, assim como em algumas residências”, contou o prefeito, que completou:

“[Ocorreu] mais em casas que não foram aterradas ou elevadas na construção, ficando em um nível um pouco abaixo da rua. Aí a água entra no quintal, causa transtornos, mas não foi necessário abrigar ninguém, embora a gente tenha um abrigo disponível, uma arena equipada. Não precisou abrigar ninguém.”

Os poucos casos que procuraram auxílio, conforme ressaltou o prefeito, receberam assistência das secretarias do município, que estiveram empenhadas em força-tarefa.
 

Entre os locais mais afetados, segundo o site Tudo do MS, estão as avenidas Antônio de Souza Marcondes e Marechal Floriano Peixoto, o bairro Cambaraí e a região central de Maracaju.

Drenagem

Nas redes sociais, Calderan, que cumpre agenda em Campo Grande, comentou os transtornos causados em decorrência de problemas de drenagem que não suportaram o volume de chuva.

“Precisamos urgentemente de uma força-tarefa e de um plano de ação para melhorar a drenagem em Maracaju, buscar recursos tanto aqui no Estado quanto no governo federal. Precisamos resolver esse problema, principalmente nos pontos críticos”, disse o prefeito.

 

 

 

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