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CORUMBÁ

Militar do Exército é atacado por assaltantes armados

Militar do Exército é atacado por assaltantes armados

DIÁRIO ONLINE

08/06/2013 - 15h15
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Um militar do Exército, de 18 anos, foi assaltado por volta das 04h deste sábado (08), na rua Ricardo Franco, próximo a uma conveniência de bebidas.

O boletim de ocorrência nº 3582/2013 informa que o rapaz seguia a pé para a unidade militar, quando foi surpreendido por dois indivíduos que chegaram em uma bicicleta. Armados de revólver, eles anunciaram o roubo e obrigaram a vítima a deitar-se no chão, apontando a arma para a cabeça do rapaz.

Após roubarem a carteira com documentos pessoais e cartões, uma quantia em dinheiro (não mencionada no BO) e o aparelho de telefone celular, os bandidos fugiram. 

HERANÇA VERDE

Bosque da COP15 quer atrair animais para fortalecer a biodiversidade local

Em Campo Grande, 250 mudas serão plantadas entre os dias 23 e 29 de março, no bairro Carandá Bosque

19/03/2026 18h15

A ideia do projeto é ampliar a arborização urbana com objetivo de atrair animais para abrigo e alimentação

A ideia do projeto é ampliar a arborização urbana com objetivo de atrair animais para abrigo e alimentação Divulgação / Prefeitura de Campo Grande

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Durante a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), 250 mudas serão plantadas no chamado “Bosque da COP15”, uma herança verde do evento, que ocorrerá em Campo Grande, entre os dias 23 e 29 de março. Ipês, jacarandá, angico, manduvi e árvores frutíferas serão algumas das espécies germinadas no bairro Carandá Bosque. 

A ideia do projeto, desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), é ampliar a arborização urbana com objetivo de atrair animais para abrigo e alimentação, além de fortalecer a biodiversidade local.

Para Adriane Lopes, prefeita de Campo Grande, o cultivo dessas mudas reforça um trabalho constante de preservação ao meio ambiente, um dos motivos pelo qual a Capital foi escolhida como sede da convenção.

“Medidas como o plantio dessas mudas ajudam a explicar por que Campo Grande já foi reconhecida sete vezes com o título de Tree Cities of the World, já que a preservação da fauna e flora é uma preocupação contínua”.  

A iniciativa segue a regra 3-30-300, referência internacional em arborização urbana.  A ideia deste conceito é que cada pessoa consiga ver ao menos três árvores da janela de casa, que os bairros tenham no mínimo 30% de cobertura vegetal e que todos vivam a até 300 metros de uma área verde.    

“Já temos observado áreas para a realização desse plantio, seguindo essa diretriz. A área escolhida já estava em nosso radar e, com a COP15, entendemos que este é o momento ideal”, explica a gerente de Arborização da Semades, Dayane Zanela.   

Legado ambiental

Além de ampliar a cobertura verde da cidade, a área deve se tornar um novo espaço de convivência e lazer, aproximando a população da natureza e deixando um legado ambiental permanente para Campo Grande.   

Na Capital, estudos apontam que 20% das aves são migratórias, o que representa aproximadamente 80 espécies que passam pela cidade, a área vai contribuir diretamente para a preservação da fauna e da flora. 

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Câmara dos deputados

Deputado de MS quer vetar a abertura de novos cursos de Medicina por 5 anos

De acordo com o autor do texto, o Brasil vive uma expansão acelerada do curso, muitas vezes ofertado sem estrutura necessária para a formação decente

19/03/2026 18h00

Deputado Federal, Dr. Luiz Ovando afirma que a proposta visa o melhor aproveitamento dos acadêmicos

Deputado Federal, Dr. Luiz Ovando afirma que a proposta visa o melhor aproveitamento dos acadêmicos Divulgação

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O deputado federal Dr. Luiz Ovando (PP-MS) apresentou um Projeto de Lei que veta a abertura de novos cursos de Medicina no Brasil nos próximos cinco anos, além de estabelecer critérios mais rigorosos para o funcionamento, autorização e avaliação dos já existentes. 

A justificativa para a proposta é de que o Brasil vive um cenário de expansão acelerada do curso, sem as estruturas necessárias para a formação prática dos acadêmicos. Atualmente, já são mais de 50 mil vagas anuais abertas nos mais de 490 cursos de Medicina no País, 80% em faculdades particulares. 

Para o deputado, essa questão passa a ser um ponto de saúde pública, ultrapassando o campo educacional. 

“Não estamos tratando apenas de ensino superior. Estamos tratando de vidas. Quando a formação falha, o erro não fica na sala de aula, ele chega ao leito do paciente. Por isso, é dever do Estado agir com responsabilidade”, afirma Dr. Luiz Ovando.

O projeto busca estabelecer a “moratória legal qualificada”, que suspende a criação de novos cursos e ampliação de vagas por 60 meses, exceto nas instituições públicas que comprovem capacidade de atender a demanda com a estrutura instalada. 

Durante este tempo, o objetivo é que sejam intensificadas as supervisões dos cursos que tiverem desempenho insatisfatório através de reavaliações presenciais e planos de reestruturação. 

Também devem ser fixados critérios mínimos obrigatórios para o funcionamento dos cursos, como a existência de campos de prática adequados, internato supervisionado, a presença de preceptores qualificados e a união do curso com o Sistema Único de Saúde (SUS). 

O texto também propõe a criação de mecanismos de avaliação de forma automática, que gerem consequências caso as exigências mínimas não sejam alcançadas, como a redução no número de vagas e aumento de intervenções nos cursos com baixo desempenho e o fechamento do curso, caso seja recorrente. 

“Não é contra o estudante, nem contra o sonho de ser médico. É a favor da sociedade.
Quem cuida de gente precisa estar preparado. Medicina não admite improviso”, afirmou o deputado. 

Faculdades com nota baixa

A proposta é apresentada em meio à sanção de medidas pelo Ministério da Educação a instituições de ensino que tiveram resultado insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). 

Entre as 52 faculdades que foram penalizadas com a diminuição do número de vagas oferecidas, está a Faculdade UniCesumar de Corumbá. Outras sete sofreram a penalidade máxima, que é a proibição da oferta de novas vagas no curso. 

A instituição de Mato Grosso do Sul faz parte da lista de 33 faculdades em todo o País que ficaram com conceito 2 no Enamed e foram punidas com redução de 25% de alunos novos. No Estado, além da UniCesumar, a Uniderp, em Campo Grande, também teve conceito 2, mas não foi punida pelo MEC.

Além disso, todas elas estão impedidas de firmar contratos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), terão processos regulatórios para o aumento de vagas suspensos e também não poderão participar de outros programas federais de acesso ao ensino.

Nesta edição do Enamed, dos 351 cursos do País que passaram pela avaliação, 30% ficaram na faixa considerada insatisfatória. Dois deles, em Mato Grosso do Sul: da Uniderp, em Campo Grande, e da Faculdade UniCesumar, em Corumbá.
 

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