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Michael Jackson: Médico quer vetar fotos da autópsia

Michael Jackson: Médico quer vetar fotos da autópsia

Estrelando - r7

09/04/2011 - 03h44
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A defesa do médico Conrad Murray, que responderá por homicídio involuntário na morte de Michael Jackson, não quer que fotos da autópsia do cantor sejam levadas à Corte durante o julgamento.

De acordo com uma agência internacional de notícias, a alegação é de que as imagens podem comover o júri e, com isso, fazer com que a análise do caso seja feito sob emoção e não baseada em evidências.

Os jurados receberam um questionário de 29 páginas que continha perguntas diversas, entre elas, se eles são fãs de Michael Jackson e/ou de sua família, se conhecem alguém viciado em analgésico, se acreditam que celebridades são tratadas de modo diferente em julgamentos, entre outros.

O julgamento está marcado para acontecer no dia 9 de maio. Se condenado, Murray poderá pegar até quatro anos de prisão e perder definitivamente sua licença médica.

Diálogo

Nos bastidores, cresce a conversa de que, caso a chapa da direita alcance... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (17)

17/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Charles Bukowski - Escritor alemão

"Nunca me senti só. Gosto de estar comigo mesmo. Sou a melhor forma de entretenimento que posso encontrar”.

FELPUDA 

Nos bastidores, cresce a conversa de que, caso a chapa da direita alcance o sucesso esperado para o Senado,  o Capitão Contar poderá preferir “voo solo” em Brasília. A avaliação é que seu estilo político dificilmente caberia em condomínio com outras lideranças de peso. Dois sinais dessa sua, digamos, “natureza”: tratou de sua pré-candidatura diretamente com a cúpula nacional e teve lançado o seu nome em reunião com o presidente do PL, Waldemar da Costa Neto, ignorando as lideranças cá dessas bandas, é válido lembrar: eleição une; mandato, nem sempre. O teste virá depois da posse.

Diálogo

Em alta

Mato Grosso do Sul registrou o melhor desempenho da série histórica da indústria nos cinco primeiros meses do ano, com a criação de 8.827 empregos formais. Segundo o Observatório da Indústria da Fiems, o setor respondeu por 54% de todas as vagas abertas no Estado. 

Mais

O avanço é impulsionado por investimentos em novas fábricas, obras de infraestrutura, expansão da cadeia da celulose e bioenergia. Inocência liderou a geração de empregos, seguida por Campo Grande e Três Lagoas. Hoje, a indústria emprega mais de 180 mil trabalhadores formais.

DiálogoJucimara Palieraqui e Regina Aoki - Foto: Arquivo Pessoal

 

Diálogo Barbara Guedes Nespoli - Foto: Arquivo Pessoal

“Fumaça”

A ideia, sugerida por um vereador, de se recorrer ao Exército para reforçar a operação tapa-buracos em Campo Grande ganhou ares de solução, mas já enfrenta resistência por aí. Para alguns políticos, a proposta não passa de “cortina de fumaça” para aliviar a pressão sobre a prefeitura, diante da enxurrada de reclamações e acidentes provocados pelas crateras. Lembram que militares costumam ser acionados em calamidades e desastres naturais, não para remendar efeitos de administrações precárias.

Recuo

A dobradinha Soraya Thronicke -Vander Loubet (PT) mal saiu do papel e já foi para o arquivo. Para justificar o recuo relâmpago, a senadora alegou que o PSB pediu sua permanência na disputa pela reeleição. Mas, como sempre, a versão oficial costuma dividir espaço com outras interpretações. Há quem diga que alguém  fez as contas e descobriu que na política, seis mais seis nem sempre fecham em doze. Às vezes, a soma até diminui. Sendo assim, “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

ANIVERSARIANTES 

  • Dr. Paschoal Carmello Leandro, 
  • Dr. Jair de Carvalho e Castro, 
  • Marcos Henrique Derzi Wasilewski, 
  • Murilo Zauith, 
  • Julio Eduardo Cheda Garcia, 
  • Nana Filinto,
  • Mauro Bispo de Souza,
  • Vanderléia Amélia Bueno Braga,
  • Maukes Guimarães,
  • Dra. Vanda Érley Gonzalez, 
  • André Vilalva,
  • Erasmo Flavio Barbosa Acosta,
  • Márcio Antônio Lima da Costa,
  • Osvaldo Silvério da Silva,
  • Amanda Miranda Delmondes,
  • Williams Araújo, 
  • Raul Aleixo Castilho,
  • Leonora Avalos Arguello, 
  • Victor Abuhassan Gonçalves Mangieri,
  • Iara Silva Diniz, 
  • Byanca Castro,
  • Celso Salmazo,
  • Lygia Leticia Hans dos Santos, 
  • Elci Maciel Teixeira,
  • Jaquelino Lino Aristimunho,
  • Tatiane Amanda Campos,
  • Marilza do Amaral,
  • Givaldo José da Silva,
  • Idalira Silva Poiati,
  • Ivanir Vieira da Cunha,
  • Nelice de Alencar Silva,
  • Nei Campos,
  • Gilmara de Fátima Jardim,
  • Maria de Lourdes Teixeira,
  • Carolina Louveira Valadão,
  • Laura Brun de Queiroz,
  • Maria Madalena Pimenta,
  • Osvaldo Pegoraro,
  • Vanessa Juliana Guimarães Cunha,
  • Maria Arlete Machado,
  • Regina Helena Moreira Miranda,
  • Catarina de Campos Leite,
  • Marcílio Tezeli,
  • Ronald de Almeida Silva,
  • Altair Gonçalo da Silva,
  • Dr. Newton Ishikawa,
  • Edna Paulucci de Carvalho,
  • Nair Ramires Prates,
  • Dionilda Nunes da Silva Carneiro Assis,
  • Mauro Márcio Vilanova,
  • Sérgio Amaral,
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  • Juliano Luiz Mattiello,
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  • Miguel Camilo Jacometo,
  • Elias de Moraes Braga,
  • Ivete de Arruda,
  • Selma Melo Soares,
  • Jaciara de Oliveira Guedes,
  • Oscar da Silva Nascimento,
  • Judith Fialho Pereira,
  • Marlene Conceição da Fonseca,
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  • Jandira Loureiro de Oliveira,
  • Vera Lúcia Silveira de Araújo,
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  • Denise Krystina Vasconcellos Nakayama, 
  • Francisco Vieira da Silva,
  • Yvone Chaves Leite,
  • José Gilberto Barros Costa,
  • Almir Antônio Silva França,
  • Lucidalva Dias Pereira,
  • Edegardo Gonçalves,
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  • Luis Paulo Mendonça,
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  • Pedro Maidana Cristaldo,
  • Eduardo Pereira da Rosa,
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  • Ruth Oliveira Freitas,    
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  • Osmar de Oliveira Cardoso,
  • Dulce Maria Rodrigues de Mello,
  • Simone Katsuren Nakasato,
  • Robson Luiz Coradini,
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  • Edson Cardoso, 
  • Joel José da Silva,
  • Renato Prado Medrado,
  • Sérgio Lucio dos Santos,
  • Laura Pontes Siqueira,
  • Maria Emília Rezende Pontes,
  • Paolla de Assis Almeida,
  • Almira Correa dos Santos,
  • Olívio Conrado Silveira,
  • Sílvio Lopes Vasques,
  • Mário Sérgio Menezes,
  • Murilo Silva Lima.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Saúde

Hastes flexíveis podem causar lesões e infecções nos ouvidos, alerta otorrinolaringologista

A otorrinolaringologista dra. Raquel Rodrigues explica que a limpeza interna dos ouvidos com cotonetes pode favorecer o acúmulo de cera, provocar infecções e até causar danos aos tímpanos

16/07/2026 08h30

Hastes flexíveis devem ser evitadas e apenas a região externa dos ouvidos deve ser limpa, durante o banho

Hastes flexíveis devem ser evitadas e apenas a região externa dos ouvidos deve ser limpa, durante o banho Magnific

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Apesar de ainda ser vista por muitas pessoas como um sinal de falta de higiene, a cera de ouvido – conhecida tecnicamente como cerume – desempenha um papel fundamental na proteção do sistema auditivo.

Produzida naturalmente pelo organismo, ela funciona como uma barreira de defesa contra agentes externos, ajudando a prevenir infecções e protegendo estruturas delicadas do ouvido.

O problema surge justamente quando, na tentativa de removê-la, muitas pessoas recorrem ao uso de hastes flexíveis com algodão, prática que pode causar mais prejuízos do que benefícios.

Em muitos lares, após o banho, a limpeza dos ouvidos com hastes flexíveis faz parte da rotina de higiene de adultos e crianças.

O hábito, transmitido de geração em geração, é frequentemente associado à sensação de limpeza e cuidado. No entanto, especialistas alertam que essa prática pode comprometer o funcionamento natural do ouvido e favorecer o surgimento de problemas auditivos.

Segundo a otorrinolaringologista dra. Raquel Rodrigues, o cerume não é um resíduo que precisa ser eliminado constantemente, mas sim um importante mecanismo de proteção criado pelo próprio organismo.

“O cerume é produzido pelas glândulas sebáceas e ceruminosas localizadas na parte externa do canal auditivo e não está ali por acaso. Ele atua como um mecanismo de defesa contra poeira, insetos, bactérias, fungos e umidade”, explica a especialista.

PROTEÇÃO NATURAL

O ouvido humano tem um sofisticado sistema de defesa que começa justamente com a produção do cerume.

Essa substância de aspecto amarelado ou amarronzado é composta por secreções naturais, células mortas da pele e pequenas partículas capturadas do ambiente.

Embora muitas pessoas considerem a cera algo desagradável, ela é essencial para a manutenção da saúde auditiva. Sua composição garante diversas funções importantes, entre elas, a lubrificação da pele do canal auditivo, a proteção contra agentes infecciosos e a remoção natural de impurezas.

Entre os principais benefícios do cerume estão: lubrificação, evitando o ressecamento da pele do canal auditivo e reduzindo descamações e coceiras; barreira física, impedindo que poeira, sujeira, pelos, insetos e outras micropartículas alcancem regiões mais profundas do ouvido; e ação antimicrobiana, graças ao seu pH levemente ácido e à presença de enzimas, dificultando a proliferação de bactérias e fungos que podem provocar infecções.

Além dessas funções, o cerume participa de um eficiente processo de autolimpeza. Diferentemente do que muitos imaginam, o ouvido não precisa ser limpo internamente porque ele próprio elimina a cera excedente.

“Nosso ouvido possui um sistema de autolimpeza que funciona quando mastigamos ou falamos. Esses movimentos da mandíbula, aliados ao crescimento natural da pele de dentro para fora do canal auditivo, empurram gradativamente a cera envelhecida até a borda da orelha, onde ela pode ser removida com segurança durante o banho ou ao secar a região com uma toalha”, afirma dra. Raquel Rodrigues.

O PERIGO DOS COTONETES

Apesar da eficiência desse mecanismo natural, milhões de pessoas continuam utilizando hastes flexíveis para remover a cera. O problema é que esses objetos não retiram o cerume de forma adequada. Na maioria das vezes, eles apenas empurram a substância para regiões mais profundas do canal auditivo.

Esse processo favorece o acúmulo progressivo da cera, que pode endurecer e formar uma espécie de tampão conhecido como rolha de cerume.

A médica alerta que o uso frequente de cotonetes é uma das principais causas desse problema.

“A condição exige atenção e, na grande maioria das vezes, é causada pelo uso de hastes flexíveis e outros objetos que empurram a cera para o fundo do canal auditivo”, destaca.

Além de favorecer a formação das rolhas de cerume, o uso inadequado desses objetos pode provocar ferimentos na pele do canal auditivo, aumentar o risco de infecções e, em casos mais graves, causar perfurações no tímpano.

Os riscos não se limitam aos cotonetes. Grampos de cabelo, chaves, tampas de caneta, palitos e outros objetos improvisados também podem provocar lesões sérias quando introduzidos no ouvido.

CERA EM EXCESSO

Embora o cerume seja benéfico, existem situações em que ele pode se acumular em excesso e gerar desconfortos.

Quando o mecanismo natural de eliminação falha, a cera endurece e bloqueia parcialmente ou totalmente o canal auditivo.

Nesses casos, a pessoa pode apresentar sintomas como: sensação de ouvido entupido ou abafado, diminuição temporária da audição, zumbidos, dor de ouvido, coceira persistente e tonturas ou sensação de desequilíbrio.

Além do uso de cotonetes, outros fatores podem favorecer o acúmulo excessivo de cerume.

O uso frequente de fones de ouvido intra-auriculares, por exemplo, pode dificultar a saída natural da cera. Pessoas que têm canais auditivos mais estreitos também apresentam maior predisposição ao problema.

A alta oleosidade da pele e o envelhecimento são outros fatores importantes. Com o avanço da idade, a composição do cerume sofre alterações.

“Quando envelhecemos, o cerume se torna mais seco e duro, facilitando a formação de rolhas de cera e dificultando o processo de autolimpeza do canal auditivo”, diz a especialista.

COMO HIGIENIZAR

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a limpeza adequada dos ouvidos é simples e não exige nenhum objeto específico.

Os especialistas recomendam que a higienização seja feita apenas na parte externa da orelha, conhecida como concha auricular, e na entrada do canal auditivo.

Durante o banho, a água e o sabonete que escorrem naturalmente pela região já são suficientes para remover impurezas superficiais. Depois, basta secar delicadamente a área com uma toalha macia.

Não há necessidade de introduzir qualquer objeto dentro do ouvido.

Essa orientação é respaldada por diversas entidades médicas ao redor do mundo, que reforçam que o canal auditivo saudável tem mecanismos próprios para se manter limpo e protegido.

QUANDO BUSCAR UM MÉDICO

A presença de cera no ouvido só deve ser considerada um problema quando provoca sintomas ou interfere na qualidade de vida da pessoa.

Ao notar sensação persistente de ouvido tampado, redução da audição, dores ou zumbidos, a recomendação é procurar um médico otorrinolaringologista.

O especialista poderá avaliar se os sintomas realmente estão relacionados ao excesso de cerume ou se existe outra condição que necessita de tratamento.

Caso seja confirmada a presença de uma rolha de cera, a remoção será realizada de forma segura por meio de técnicas apropriadas, como lavagem auricular, aspiração ou retirada manual com instrumentos específicos.

A automedicação ou a tentativa de resolver o problema em casa podem agravar o quadro e causar lesões.

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