Sábado, 18 de Novembro de 2017

Meteorologia prevê muito calor e pouca chuva

13 MAR 2010Por 07h:19
Mato Grosso do Sul deve ter mais um fim de semana de temperatura alta e quase nada de chuva. Combinação que pode manter o Estado e Campo Grande entre os primeiros no ranking das umidades mais baixas do País. Para este período de estiagem, é importante seguir alguns conselhos médicos para evitar problemas de saúde e, no caso de pessoas que já têm doenças respiratórias, o agravamento. De acordo com o meteorologista Natálio Abrão, hoje e domingo pela manhã, o céu vai ficar claro e com muito sol. Já à tarde, as nuvens aumentam e há possibilidade de pouca chuva em áreas isoladas, no início da noite. Con forme o Inst ituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros vão registrar até 35ºC hoje e 34ºC amanhã, no Estado. Na Capital, a previsão é de até 30ºC para hoje. Campo Grande teve a menor umidade relativa do ar entre as capitais do Brasil no período de 4 a 9 deste mês. No dia 10, figurou entre as quatro primeiras e retornou à liderança, junto com Belo Horizonte/MG, quinta-feira, com 39%.Ontem, segundo o Inmet, teve a quarta pior umidade entre as capitais: 42%. Recomendação Para evitar danos à saúde, é importante a hidratação constante do corpo. Ou seja, a ingestão de muito líquido: água e sucos, principalmente crianças e idosos. Cuidar da alimentação também é fundamental. O médico ortomolecular e clínico-geral, André Martins de Oliveira, explica que o calor excessivo causa a desidratação, o que leva a mal-estar, desmaios, tonturas e perda de consciência. De acordo com André, o calor somado à baixa umidade do ar, pode deixar a garganta seca e as vias nasais e lábios ressecados. Segundo o médico, a alimentação ideal deve ser à base de verduras e frutas e evitar o abuso de carboidratos “que satisfazem muito rápido, mas, não tem água”, diz André. Usar roupas leves ajuda a reduzir a sensação de calor e o protetor solar é fundamental na pele. Quando o assunto é hidratação, a dona de casa Eva Menezes, 35 anos, leva à risca a recomendação. “Onde vou levo a garrafinha”, diz. Ela e a filha Karen, 2 anos, estão sempre bebendo água. (NC)

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