Cidades

SETE MINUTOS DEPOIS

Menina de 1 ano ressuscita após ser dada como morta por médicos

Menina de 1 ano ressuscita após ser dada como morta por médicos

R7

24/04/2014 - 11h00
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A pequena Alexia Rose, de um ano, foi declarada clinicamente morta após sofrer um ataque cardíaco. Mas para a surpresa dos pais e dos médicos, a menina voltou à vida após sete minutos. As informações são do site Daily Mail.

Alexia nasceu com cardiomiopatia dilatada, uma condição que faz com que o coração não seja capaz de bombear o sangue ao redor do corpo de forma eficaz. Por causa da doença, a menina sentia falta de ar, sofria com inchaço nos tornozelos e abdome e se cansava muito fácil,

Durante seu tempo de internação, ela recebeu várias transfusões de sangue, diálises renais e ressonâncias magnéticas. Após apresentar significativa melhora, Alexia foi liberada para voltar para casa, mas, alguns dias depois, passou muito mal e teve que ser levada às pressas para o hospital. Após sofrer uma parada cardíaca, os médicos afirmaram que Alexia estava muito mal e aconselharam os pais, Melissa e José de Gruas, a se despedirem, pois ela não aguentaria por muito tempo.

Melissa afirmou que viveu os momentos mais aterrorizantes de sua vida quando teve que ver sua filha ligada a vários tubos.

― Eu nunca estive tão assustada em toda a minha vida. Eu só ficava me perguntando por que era Alexia e não eu.

Depois de ser dada como clinicamente morta, Alexia surpreendentemente começou a melhorar. De acordo com Melissa, a menina acordou alguns minutos depois tremendo muito e os médicos disseram que ela havia começado a responder ao tratamento.

 ― Me senti como se alguém lá de cima tivesse olhando para nós. Depois de tudo o que passamos, finalmente a vida sorriu pra gente.

Três meses depois da experiência angustiante, Alexia continua a ser tratada para a doença. Ela recebe três injeções por dia e tem que realizar check-ups hospitalares regularmente.

CONCURSO PÚBLICO

MP divulga resultado de pedidos de isenção do concurso para Promotor de Justiça substituto

Valor da inscrição é de R$ 320 e deve ser pago até o dia 04 de maio; inscrições ainda estão abertas até o próximo domingo

27/04/2026 10h09

Foto: MPMS

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Por meio do Diário Oficial, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MPMS) divulgou o resultado dos pedidos de isenção deferidos e indeferidos para o concurso público para o cargo de Promotor de Justiça Substituto. A primeira prova está prevista para o terceiro domingo de maio, no dia 17.

Ao todo, foram 27 pedidos de isenção da taxa e apenas dois foram deferidos. Para os candidatos que tiveram a solicitação indeferida, e mesmo após análise do recurso a decisão foi mantida, o edital reforça que o boleto pode ser emitido até o dia 03 de maio, às 23h59min e deve ser pago até o seu vencimento, no dia seguinte, para participar da prova.

A taxa de inscrição tem o valor de R$ 320 e o boleto bancário está disponível no site:  concurso.fundacaofapec.org.br.

Prova Preambular

A primeira fase do concurso é a prova preambular, prevista para o dia 17 de maio. A Fundação Fapec, responsável pelo processo seletivo divulgou que o exame acontecerá das 08h às 13h, na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), localizada na Avenida Tamandaré, nº 6000, Bairro Jardim Seminário.

Serão 100 questões objetivas de múltipla escolha e é recomendado que o candidato chegue com 30 minutos de antecedência ao local de provas portando caneta esferográfica transparente, de tinta azul ou preta.

O portão irá abrir às 07h, com fechamento às 08h, no horário de Mato Grosso do Sul.

Concurso Público

O XXXI Concurso Público do MPMS para o cargo de Promotor de Justiça substituto oferece 08 vagas, sendo 5 de ampla concorrência, 1 para PcD e 2 para pessoas negras. O salário inicial é de R$ 33 mil e tem inscrições abertas até o próximo domingo, em 03 de maio.

A convocação para as vagas informadas será feita conforme a necessidade e a conveniência do MPMS, dentro do prazo de validade do concurso, de dois anos.

O processo seletivo possui sete fases:

  • prova preambular
  • provas escritas
  • avaliação psicotécnica
  • investigação social sigilosa
  • provas orais
  • prova de títulos
  • exame de sanidade física e mental

A prova preambular está prevista para o dia 17 de maio, e toda a seleção é organizada pela Fapec. É requisito para o candidato: possuir bacharelado em Direito e ter no mínimo três anos de atividade jurídica, após a conclusão do curso. Além de:

  • ser brasileiro
  • estar quite com o serviço militar e com as obrigações eleitorais
  • estar regular quanto aos direitos políticos
  • ter idoneidade moral atestada por 2 membros do Ministério Público, sem prejuízo das investigações a cargo da Comissão de Concurso
  • não registrar antecedentes criminais e cíveis incompatíveis com o exercício da função
  • gozar de boa saúde, física e mental

> Serviço

Concurso Público para Promotor de Justiça substituto

Inscrições e editais: portal.concurso.fundacaofapec.org.br
Prazo: 03 de maio
Taxa de inscrição: R$ 320,00
Data primeira prova: 17 de maio
Local primeira prova: Universidade Católica Dom Bosco (UCBD)
Horário da prova: 08h às 13h
Salário inicial do cargo: 33.988,99

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preso desde 2013

Maníaco da Cruz será interrogado nesta terça por jogar urina em policial

Dyonathan Celestrino está preso desde 2013, acusado de uma série de assassinatos, e tem comportamento recorrente de desobediência na cadeia

27/04/2026 10h00

Dyonathan Celestrino em audiência realizada em dezembro de 2025

Dyonathan Celestrino em audiência realizada em dezembro de 2025 Foto: Reprodução

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Dyonathan Celestrino, de 34 anos, conhecido como Maníaco da Cruz, responsável por uma série de assassinatos em Rio Brilhante, passará por audiência, onde será interrogado, nesta terça-feira (28). A audiência é referente ao processo que ele responde por resistência mediante violência ou ameaça, por ter se recusado a voltar para a cela e jogar uma garrafa com urina em um policial penal.

Conforme reportagem do Correio do Estado, o caso aconteceu em setembro de 2024, quando Dyonathan estava no solário do Instituto Penal de Campo Grande, onde está preso desde 2013, e, depois de expirado o horário de banho de sol, um policial penal solicitou que ele retornasse à cela.

O Maníaco da Cruz se negou a obedecer a ordem e resistiu, tendo sido necessário o uso de escudo por parte dos funcionários do Instituto Penal para conter o detento.

Neste momento, Dyonathan se tornou agressivo e arremessou urina, que estava armazenada em uma garrafa pet, contra o policial penal, que foi atingido no corpo e no olho direito.

O policial relatou que tal comportamento por parte do denunciado é recorrente, sendo comum a prática de agressões e o arremesso de dejetos biológicos contra os servidores.

Denúncia foi apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) e uma primeira audiência de instrução, com participação do acusado, foi realizada no dia 1º de dezembro de 2025. Na ocasião, a defesa discordou dos termos da denúncia e afirmou a improcedência da inicial acusatória, mas se reservou ao direito de adentrar com profundidade no mérito da causa ao final da instrução criminal em alegações finais.

A juíza recebeu a denúncia e designou audiência de instrução em continuidade para o dia 28 de abril de 2026, onde será realizada a oitiva das testemunhas e interrogatório do Maníaco da Cruz.

Recorrente

A conduta do preso é recorrente, no sentido de agredir e atirar dejetos biológicos contra os servidores.

No dia 27 de setembro de 2023, conforme noticiou o Correio do Estado, ele agrediu um policial penal e ameaçou de morte outros agentes após o banho de sol.

Na ocasião, Dyonathan estava no solário de cela especial e, durante o procedimento de fechamento da ala, ele estava alterado e se recusou a voltar para sua cela, se jogando ao solo e contra as paredes, gritando que mataria os policiais penais.

Equipe de resistência foi acionada para ajudar a conter o preso, ma ele continuou demonstrando resistência, desferindo socos e pontapés. Um dos policiais foi atingido por socos no rosto. 

Internação em presídio

Dyonathan Celestrino é responsável por uma série de assassinatos em Rio Brilhante, em 2008, e desafia o sistema penitenciário. Isto porque ele segue internado na ala de saúde do Instituto Penal de Campo Grande (IPCG) por falta de um ambiente adequado ao seu quadro de psicopatia.  

A pena de internação pelos crimes cometidos em 2008, quando ainda era adolescente, já foi cumprida entre os anos de 2008 e 2011. Ele atingiu a maioridade penal, de 21 anos, em 2013, quando deveria ter sido solto, mas devido à impossibilidade de reintegração à sociedade e a falta de vagas em hospitais de custódia, segue no Instituto Penal.

Dyonathan é avaliado regularmente por perícia médica, para constatar se há a cessação de periculosidade ou permanência, tendo laudos apontando que ele continua com transtornos de psicopatia que impedem o convívio social, sendo mantida a medida de segurança de internação.

Os crimes

O serial killer conhecido como Maníaco da Cruz, escolhia as vítimas de forma aleatória, e obrigava que respondessem diversas perguntas sobre comportamento sexual. Se fossem consideradas impuras, eram assassinadas, tendo seus corpos posicionados em sinal de crucificação.  

A primeira vítima do Maníaco da Cruz foi seu vizinho, o pedreiro Catalino Gardena, de 33 anos, morto no dia 2 de julho de 2008. No julgamento de Dyonathan, Catalino “mereceu” morrer porque era alcoólatra e homossexual.  

A segunda vítima foi Letícia Neves de Oliveira, de 22 anos, foi assassinada no dia 24 de agosto do mesmo ano, por ser LGBTQIAPNA+.

No dia 3 de outubro de 2008, o Maníaco da Cruz fez a terceira vítima, Gleice Kelly da Silva, de 13 anos, encontrada seminua em uma obra, com um bilhete próximo ao corpo citando que “morto não responde aos recados”.

Na época em que foi apreendido, Dyonathan disse que matou as vítimas porque elas não seguiam os preceitos de Deus. O Maníaco da Cruz foi apreendido em sua casa em outubro de 2008, e posteriormente, encaminhado à Unei de Ponta Porã.  

Em 2013, ele fugiu da unidade para o Paraguai, sendo encontrado e preso novamente.  

Há mais de 10 anos ele está submetido a interdição e medida de segurança, o que o mantém como interno na ala de saúde do Instituto Penal de Campo Grande.

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