Com 1.879 casas localizadas em favelas para o total de 763.696 domicílios particulares, Mato Grosso do Sul tem a segunda menor proporção de residências dentro de aglomerados subnormais no Brasil, com percentual de 0,25%. Os dados são do Censo Demográfico - Aglomerados Subnormais de 2010, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Áreas consideradas subnormais são aquela com, no mínimo, 51 unidades habitacionais carentes que ocupam terreno público ou particular, que tenha sido invadido ou não, estando dispostas de forma desordenada e densa. Em Mato Grosso do Sul, existem 7.249 pessoas vivendo nessas áreas e 32,4% delas tem entre 0 e 14 anos.
No Estado, são oito os conjuntos habitacionais considerados áreas subnormais, três deles ficam em Campo Grande e cinco em Corumbá. Na Capital, estão a Vila Nossa Senhora Aparecida, no Bairro Vila Nasser, o Dom Antônio, no Cidade de Deus e o Alta Tensão, localizado nas Moreninhas. Corumbá possui quatro vezes mais pessoas vivendo em unidades carentes do que Campo Grande. Na Capital, as áreas subnormais possuem 1.482 habitantes, enquanto em Corumbá, são 5.767.
Vida das favelas
Apesar da baixa proporção de favelas, Mato Grosso do Sul tem a 4ª maior média de moradores por domicílio, com 3,86 habitantes por casa. E o rendimento mediano é o 9º do Brasil, de R$ 231.

