Cidades

Bataguassu

Marfrig divulga nota sobre acidente que matou quatro em curtume

Marfrig divulga nota sobre acidente que matou quatro em curtume

ROSANA SIQUEIRA

31/01/2012 - 15h41
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O grupo frigorífico Marfrig proprietário do curtume onde foi registrado hoje um vazamento de gás tóxico que culminou com a morte de quatro pessoas e deixou 25 feridos em Bataguassu, divulgou nota oficial sobre o acidente. Em documento o grupo informa que o acidente foi controlado e os funcionários removidos e atendidos. Segundo o frigorífico, informações preliminares indicam que o acidente foi provocado por uma reação química decorrente da manipulação de produtos usados no curtume.

Confira a nota na íntegra
“Marfrig informa que o acidente envolvendo a unidade de curtume no município deBataguassu (MS) já foi controlado e que os funcionários atingidos já foram removidos e estão sendo atendidos pela Santa Casa local. O curtume foi evacuado e, em conjunto com a polícia civil e técnica, a causa do acidente está sendo apurada. Informações preliminares indicam que houve uma reação química decorrente de manipulação de insumos inerentes da atividade de curtume. Executivos da empresa estão no local empenhados na prestação de atendimento aos funcionários atingidos e suas famílias. Assim que as informações estiverem esclarecidas a empresa voltará a informar. A unidade frigorífica de Bataguassu, próxima ao curtume, não foi atingida pelo acidente."

HISTÓRICO
No curtume onde foi detectado o possível vazamento do gás tóxico trabalham de 200 a 300 funcionários. Inicialmente as vítimas foram encaminhadas para a Santa Casa de Bataguassu. De acordo com informações oficiais dos bombeiros, quatro mortes foram registradas até agora e existem 25 feridos. Os casos mais graves estão sendo encaminhados para hospitais de cidades próximas como Três Lagoas e Presidente Prudente (SP).
A rodovia BR 267 está interditada para evitar riscos aos motoristas. O frigorífico fica às margens da BR.
Foram encaminhadas viaturas de Três Lagoas e Ivinhema com roupas e máscaras especiais para o local. Um avião com 3 militares saiu de Campo Grande em direção ao município assim como viaturas levando seis homens e equipamentos.
 

TRAGÉDIA

Bebê morre após dias internado por afogamento em piscina

Criança de 1 ano e 7 meses chegou a ser reanimada e transferida para Campo Grande, mas não resistiu às complicações

12/04/2026 16h29

Criança de 1 ano e 7 meses morre afogada em MS

Criança de 1 ano e 7 meses morre afogada em MS Freepik/ ILUSTATRIVA

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Um bebê de 1 ano e 7 meses morreu na madrugada deste sábado (11) após não resistir às complicações provocadas por um afogamento registrado no último dia 9 de abril, em Costa Rica, no norte de Mato Grosso do Sul.

Segundo informações do portal Dourados Agora, a criança foi socorrida inicialmente por vizinhos, que realizaram os primeiros atendimentos até a chegada de ajuda especializada. Em estado grave, o bebê foi levado por populares até um quartel da Polícia Militar.

No local, os policiais constataram que a vítima apresentava sinais compatíveis com afogamento, como espuma nas vias respiratórias, além de ausência de reação aparente. Diante da situação, foram iniciadas manobras de reanimação.

Após os primeiros procedimentos, a criança foi encaminhada à Fundação Hospitalar de Costa Rica, onde recebeu atendimento emergencial. Devido à gravidade do quadro, houve necessidade de transferência para a Santa Casa de Campo Grande.

Apesar dos esforços das equipes médicas, o bebê não resistiu e teve a morte confirmada horas depois.

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MATO GROSSO DO SUL

Indígena centenário ganha direito a pensão de esposa morta

Decisão reconhece união estável comprovada por testemunhas e garante benefício a idoso indígena, que hoje tem mais de 100 anos, em Aral Moreira

12/04/2026 14h30

O INSS também deverá pagar as parcelas atrasadas desde 4 de fevereiro de 2025, data em que foi apresentado o requerimento administrativo

O INSS também deverá pagar as parcelas atrasadas desde 4 de fevereiro de 2025, data em que foi apresentado o requerimento administrativo Divulgação

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A Justiça Federal de Ponta Porã determinou que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) conceda pensão por morte a um indígena que tinha 99 anos de idade quando sua companheira faleceu, em agosto de 2024, hoje ele tem mais de 100 anos. A decisão é da juíza federal Mária Rúbia Andrade Matos, da 1ª Vara-Gabinete do Juizado Especial Federal. 

Segundo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), o casal viveu em união estável e teve três filhos. O vínculo foi confirmado por moradores da Aldeia Guassuty, onde a família reside, em Aral Moreira. A mulher era beneficiária de aposentadoria por idade rural. 

“A prova documental e testemunhal demonstra a constituição de núcleo familiar. Há a certidão de nascimento de uma filha e relatos de que o casal possuía outros dois filhos. Esses elementos evidenciam a convivência e a formação de família, independentemente da ausência de registro formal de casamento”, afirmou a magistrada. 

Para a juíza federal, os depoimentos colhidos corroboram a existência da união conjugal e da convivência contínua até o óbito da segurada. “Assim, o autor faz jus à concessão do benefício de pensão por morte”, concluiu. 

A sentença estabeleceu o prazo de 45 dias para o INSS realizar o primeiro pagamento. Mária Rúbia Andrade Matos levou em consideração a impossibilidade de o viúvo prover o próprio sustento. 

O INSS também deverá pagar as parcelas atrasadas desde 4 de fevereiro de 2025, data em que foi apresentado o requerimento administrativo.

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