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CONFIABILIDADE

Maquiagem faz mulher parecer mais competente, diz pesquisa

Maquiagem faz mulher parecer mais competente, diz pesquisa

TERRA

07/10/2011 - 05h30
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Um novo estudo descobriu que a maquiagem não deixa apenas a mulher mais bonita, mas dá mais confiabilidade e competência a ela aos olhos das outras pessoas. As informações são do site Jezebel.

Pesquisadores da Harvard e do hospital Massachusetts fotografaram mulheres entre 20 e 50 anos sem maquiagem. Em seguida, eles tiraram fotos das mesmas pessoas em três estilos de maquiagem: natural, profissional e glamourosa.

As imagens foram mostradas a um grupo de 250 pessoas que julgaram quais transmitiam mais simpatia, competência e confiabilidade. As fotos em que elas estavam maquiadas derrotaram as em que as mulheres estava de cara limpa.

A exceção foi o look glamouroso. Os participantes classificaram algumas senhoras maquiadas como menos confiáveis, no entanto, ainda mais competentes. A pesquisa examinou o impacto da maquiagem e como as mulheres ocidentais usam o artifício para controlar como serão percebidas.
 

ENTREVISTA AO CORREIO DO ESTADO

Nany People conta sobre o espetáculo que celebra os seus 60 anos

Entre humor, memória e resistência, artista apresenta "Ser Mulher não é para Qualquer um" e revisita trajetória marcada por coragem, liberdade e reinvenção constante

30/03/2026 08h30

Show comemorativo

Show comemorativo "Ser Mulher não é para Qualquer um o Espetáculo" explora a faceta multiartista de Nany People, com música, performance e muito humor Marcos Tavares

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Em um momento de celebração tripla – 60 anos de vida, 50 anos de carreira e 30 anos de televisão – Nany People reafirma que seu lugar de maior felicidade é, e sempre será, o palco. É lá, sob os holofotes e em contato direto com o público, que a atriz, humorista e cantora mineira escolheu para comemorar essas marcas tão significativas.

E Campo Grande recebe, em primeira mão, o seu mais novo e íntimo trabalho: o show “Ser Mulher não é para Qualquer um – o Espetáculo”, que acontece no dia 11 de abril, às 20h, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.

Mas por trás do show que promete divertir e emocionar, há uma história de vida que poderia render dezenas de biografias. Nany People, cujo nome artístico já é, por si só, uma declaração de identidade, é um dos maiores símbolos de resistência, talento e humor na cultura brasileira.

Em uma entrevista descontraída, ela não apenas falou sobre o novo show, mas mergulhou em sua trajetória, suas convicções, os desafios de ser mulher trans em um País conservador e a sua filosofia de vida, em que o humor se apresenta não apenas como profissão, mas como ferramenta de sobrevivência e salvação.

O ESPETÁCULO

“Ser Mulher não é para Qualquer um – o Espetáculo” é mais do que um show de comédia; é, nas palavras da Nany, “um mergulho divertido, emocionante e verdadeiro nas histórias que me transformaram na mulher que sou hoje”.

Baseado na sua biografia recém-lançada, “Ser Mulher não é para qualquer um – a Saga Continua” (Umanos Editora), o espetáculo tem texto de Flávio Queiroz e direção artística/conceitual de Marcos Guimarães.

Em tom de festa, Nany promete revisitar episódios, causos e inspirações de sua vida e carreira, com ênfase especial nos últimos 10 anos. “Esse espetáculo é um presente que eu me dou e compartilho com o público!

Uma viagem pelos últimos 10 anos – das novelas às maratonas de shows, das viagens aos meus amores de quatro patas – e, claro, a alegria de ter meu nome reconhecido por inteiro. Tudo isso com muito humor, porque, afinal, ser mulher não é pra qualquer um!”, brinca a artista.

A estrutura do show, como revelou na entrevista, é inovadora e interativa. “Tem um recurso num telão em que eu vou falando como se o público estivesse dentro da minha cabeça. É divertido e interativo também”, explica.

A sinopse oficial já adianta que a peça percorre os momentos mais marcantes de sua trajetória, celebrando seis décadas de uma vida marcada por coragem e versatilidade.

ENCONTRO COM CAMPO GRANDE

A vinda de Nany a Campo Grande, no entanto, não se deu apenas por causa do espetáculo. A cidade foi o cenário de uma coincidência afetiva: enquanto se preparava para apresentar seu novo show, ela também estava na região gravando um filme.

“Curiosamente, eu já tinha agendado fazer a peça aqui antes da produção do filme. O convite do filme veio em janeiro”, conta.

A produção cinematográfica, descrita por ela como “genuinamente local”, tem um clima familiar que a encantou. “É um ritmo maravilhoso, um clima muito familiar. São pessoas que vêm de outros trabalhos, todos muito conectados, muito queridos, muito gentis”.

No longa, ela interpreta Stella, uma personagem que promete roubar a cena. A trama, uma comédia, gira em torno de Téo, um arquiteto gay que sofre um acidente e perde a memória, esquecendo sua própria orientação sexual.

“Aí a amiga dele, talarica danada, resolve dar vazão ao seu grau de sensualidade que tinha por ele… É muito divertido”, adianta Nany, que brinca com o nome do filme: “Não Me Lembro”.

A conexão com Campo Grande, porém, é antiga e cheia de histórias. Em um dos momentos mais emocionantes e bem-humorados da entrevista, Nany relembra uma passagem nos anos 90, quando veio se apresentar em um bar LGBT da cidade.

O que ela não esperava era reencontrar, décadas depois, uma figura carinhosa de seu passado. “Eu estava no Sesc Sabor & Arte, apaixonada pela culinária, e uma senhora chegou e disse: ‘Você é muito linda, você trocou de roupa na minha casa há 30 anos’. A senhora que eu troquei de roupa na casa estava no Sesc!”, ri Nany, destacando como as pessoas são o que tornam um lugar inesquecível.

RIR É UM ATO POLÍTICO

Um dos pontos altos da entrevista é a reflexão profunda que Nany faz sobre o humor. Para ela, o riso nunca foi apenas uma escolha profissional, mas uma questão de sobrevivência.

“O humor na minha vida veio como ferramenta de salvação. Eu acho que toda vez que a vida me disse ‘não’ – e já me deu muitos ‘nãos’, mais ‘não’ do que ‘sim’ – eu sempre apelei para o humor”, revela.

Essa perspectiva moldou sua visão sobre a arte de fazer rir. Nany acredita que o humor é um ato político, uma ferramenta poderosa que pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal.

“Quando você ri de você mesma, você não tem telhado de vidro. O governo tem medo de quem ri e de quem faz rir. Porque quem faz rir não tem a menor preocupação em saber se o que vai dizer é certo ou errado”, analisa, fazendo uma analogia com a figura histórica do bobo da corte, que tinha a liberdade de dizer verdades ao rei sob o manto da comicidade.

No entanto, Nany também é categórica ao afirmar que o humor precisa evoluir com a sociedade. “Mudam os tempos e mudam os conceitos de você fazer humor. A gente fala muito do politicamente correto. Então, a gente tem que estar policiado e atento a isso. Você não pode fazer piada de coisa orgânica e escatológica num jantar, é sem noção”, exemplifica.

Para ela, a diferença está na consciência. “Você pode fazer, mas não deve. Tem que ter consciência. O humor muda. Não muda a moda? Não mudam as leis? Tudo muda”, afirma.

Ela critica a polarização e o reacionarismo que marcam os debates atuais, defendendo um humor que, mesmo na ruptura, tenha responsabilidade.

“Quando você diz com humor, você impõe uma leveza que desarma a pessoa. Mas nem tudo vale a pena em função do humor. E quando você torna pública sua opinião, ela deixa de ser sua e você passa a incentivar outras pessoas”, pondera, mostrando a complexidade e dualidade de sua ferramenta de trabalho.

CAMINHO TRILHADO

Nany People, nascida em Machado, Minas Gerais, e criada em Poços de Caldas, carrega na alma a força e a teimosia do interior. Sua história é marcada por um movimento constante: sair de onde o acesso à cultura era escasso para conquistar seu espaço nos grandes centros.

“Eu tive a felicidade de ter uma família que mudou para Poços de Caldas, que é mais progressista, porque é divisa com o estado de São Paulo. E lá o teatro foi minha grande inspiração”, conta Nany.

Aos 20 anos, mudou-se para São Paulo para estudar Artes Cênicas, cursou interpretação na Unicamp e estudou no Teatro Escola Macunaíma. Foram anos de trabalho duro no teatro antes de chegar à televisão.

Sua estreia na teledramaturgia da Rede Globo aconteceu tardiamente, aos 53 anos, em “O Sétimo Guardião” (2018), mas ela chegou com uma vantagem que poucos têm: o nome e o respeito já consolidados. “Cheguei com o nome feito, isso deu a chance até de escolher quanto eu queria ganhar”, relembra.

Sua carreira na TV é vasta e diversa: programas de Goulart de Andrade, Hebe, Xuxa, “A Praça é Nossa”, “Popstar”, “The Masked Singer” (2025), e novelas como “Quanto mais Vida Melhor” e “Fuzuê”.

Paralelamente, nunca abandonou o teatro, com espetáculos como “TsuNany”, “Nany é Pop!”, “Como Salvar um Casamento” e “Sob Medida – Nany Canta Fafá”. Atualmente, ela é jurada do “Caldeirola” no “Caldeirão com Mion” e integra o elenco do humorístico “Vai que Cola”.

Essa multiplicidade de atuações, segundo ela, é a chave para sua longevidade. “Eu não fiquei presa a um segmento só. Quando a noite tinha caído eu falei: chega, já deu. E toda vez que a vida teatral me disse ‘não’, eu montei um texto. Se eu levo o ‘não’, eu crio o meu ‘sim’”, pontua.

LIBERDADE DE SER

Nany People é uma das mulheres trans pioneiras da televisão brasileira e sua trajetória é, inevitavelmente, um marco na luta por direitos e representatividade. No entanto, sua visão sobre os rumos do ativismo e da comunidade LGBT é surpreendentemente crítica e autêntica.

Ela começa contando um episódio de sua infância que define sua personalidade. Aos quatro anos, em uma quermesse, quis um cartucho de doce cor-de-rosa, mas seu pai a proibiu, dizendo que “tinha que ser azul”.

“Eu não ganhei, mas eu mostrei a língua. Subi no palanque e cantei uma música”, relembra Nany, contando que ao final de seu pequeno show pôde escolher um prêmio da quermesse, e o escolhido foi o bendito doce cor-de-rosa.

“Eu fui na contramão e ousei peitar a autoridade do meu pai. Quando ele não quis me dar esse cartucho, eu fui lá e peguei com as minhas mãos. Aí eu aprendi isso, que eu tinha que fazer do meu jeito e nada mais foi limite para mim”, conta.

Essa independência moldou sua visão sobre conquistas, família e liberdade. Embora celebre as conquistas do movimento LGBT, ela não se sente obrigada a seguir uma cartilha.

“Tem muita coisa que o movimento LGBT conquistou? Tem. Mas tem muita coisa que o movimento LGBT tá fazendo papel carbono do movimento heteronormativo. Família, por exemplo”, pontua.

Para Nany, a ideia de que formar uma família é uma garantia de felicidade ou segurança é uma ilusão. “Filho é um ato de sorte. Já tá provado por a mais b. Quando minha mãe teve um câncer, passaram três senhoras pelo quarto: uma teve 13 filhos, outra 11, outra 9 filhos. Quem ficou com elas? Nenhum! Aonde que filho é garantia de vida?”, indaga.

Ela, que criou quatro sobrinhos, diz ter se livrado dessa “armadilha”. “Eu sei que sou muito fiel ao meu trabalho. Acho que às vezes o movimento gay, que teve a chance exatamente de sair dessa armadilha, está entrando nela de novo”.

Ela também é categórica sobre a questão do casamento e da sua identidade: sua liberdade está acima de tudo.

“Eu lutei por 18 anos na Justiça para ter o meu nome e meu gênero reconhecido. E nunca caí nessa armadilha de casar. Pelo contrário, tenho meu tipo de querência. Ele na casa dele, eu na minha. Banheiros separados, casamentos prolongados; quartos separados, casamento mais que adiantado; casas separadas, casamento eternizado!”, sentencia com humor.

FORÇA E ALICERCE

Nany atribui muito de sua força e resiliência à sua mãe, uma figura central em sua formação. “Minha mãe sempre foi a pessoa que fez de tudo para que eu tivesse a consciência do espaço que eu estava ocupando. Ela me amou, me encorajou, me acolheu e me blindou. Ela brigou com a cidade inteira para poder fazer valer o meu direito de ser quem eu era”, lembra com carinho.

Essa base familiar sólida permitiu que Nany desenvolvesse sua espiritualidade de forma única, sem abrir mão de suas raízes. “Sou católica. Todos os dias, às 6h da tarde, eu rezo a Ave Maria. Minha casa é cheia de santo. Isso é uma formatação mineira que eu tenho”, afirma, referindo-se à sua famosa casa rosa, cheia de elementos religiosos.

SABER O QUE QUER

Aos 60 anos, Nany People demonstra uma lucidez e uma paz que só a maturidade pode trazer. Para ela, a chave para uma vida longa e produtiva está na capacidade de fechar ciclos e não tentar convencer ninguém de nada.

“Com o tempo, você aprende uma coisa: a não tentar convencer. Você quer? Ótimo. Você acredita que o verde é verde e o outro acha que é azul? Então tenta tirar a grama daí”, filosofa.

Ela fala sobre a necessidade de coragem – coragem para fechar contas, para ser feliz e para cortar laços quando necessário.

“Eu tenho coragem para ser feliz. Eu rezo missa de corpo presente. Eu pontuo o t, o i, e corto t na cara do sujeito. Isso é que faz ser quem eu sou”, declara com a firmeza de quem já viveu o suficiente para saber o que quer e, principalmente, o que não quer.

Ela encerra sua reflexão com uma frase que resume sua jornada: “Eu sei quem eu sou, para onde eu vou e quem me cumprimentou nesse bem tempo. É importante guardar nomes, é importante saber”, aconselha.

AGITO QUE NÃO PARA

O espetáculo “Ser Mulher não é para Qualquer um” promete ser um resumo de tudo isso. Será uma noite em que o público poderá testemunhar não apenas a artista consagrada, mas a mulher por trás dela.

Com projeções, música e muito humor, Nany People promete uma experiência catártica. “Eu canto, com músicas maravilhosas. O canto é minha grande paixão. O canto me faz dizer coisas que eu não consigo dizer pessoalmente”, confidencia.

A agenda de Nany está a todo vapor. Além do show em Campo Grande, ela se prepara para uma turnê nos Estados Unidos (Filadélfia, Nova York, Boston, Miami, Atlanta e Orlando) e para novos projetos teatrais no Brasil, como “Elas são de Matar” e “Segunda Chance”, mostrando que, longe de desacelerar, ela está apenas começando um novo ciclo.

“É uma coisa atrás da outra e vamos que vamos que não pode parar, minha filha”, ri Nany.

>> Serviço

Show: “Ser Mulher não é para Qualquer um – o Espetáculo”, com Nany People.

Data: 11 de abril. 
Horário: às 20h.
Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.
Ingressos: a partir de R$ 45, pelo Sympla.

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FELPUDA

Figurinha que andava lépida e fagueira dando as cartas, acreditando que...Leia a coluna de hoje

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30/03/2026 00h05

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Fernanda Young - escritora brasileira
"Não há como ter, ou manter sonhos,
quando o melhor que pode acontecer
com você é não piorar"

Felpuda

Figurinha que andava lépida e fagueira dando as cartas, acreditando que dominava a classe política, podendo
“bater na mesa” e fazer exigências, recebeu um duro recado. A mensagem veio em forma de “remember” de malfeitos do passado e ainda não resolvidos na área da Justiça.

Os casos começaram a vir à tona, o que obrigou a eminência parda a tirar o pé do acelerador, porque percebeu que seu estilo não estaria encontrando eco nesse ano eleitoral, quando “tapetes podem ser puxados sem dó nem piedade”. Nos bastidores, conversa é que, passadas as eleições, algumas portas serão fechadas. Afe!

Diálogo

Realidade 

Segundo as estimativas políticas, para conquistar uma das 24 cadeiras na Assembleia de MS, o candidato terá de contabilizar 60 mil votos.

E é aí que começa o drama de muitos pré-candidatos, que olham com certa desconfiança os nomes que comporão as chapas com eles.

Mais

Os que têm, digamos, “melhor intimidade com o eleitor” e trabalho realizado para poder apresentar é claro que vão sair na frente, deixando alguns em situação difícil, pois cada partido tem seus “puros-sangues” e as legendas precisam também contabilizar votos. Daí...

DiálogoCézar França Costa e Leni Fernandes. Foto: Arquivo Pessoal
DiálogoGabrielle Pires. Foto: Arquivo Pessoal

Termômetro

A vinda do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) a Campo Grande, em abril, quando cumprirá agenda por ocasião da Expogrande, servirá de “termômetro” de como anda o “ibope” de uns e outros com o filho do ex-presidente Bolsonaro.

É claro que os “papagaios de pirata” tentarão de tudo para não perderem a oportunidade de mostrar depois,
durante a campanha eleitoral, que estariam “assim ó” com o précandidato. É esperar para ver o “enxame político”.

Juntos

A federação União Progressista foi autorizada pelo Tribunal Superior Eleitoral, e essa oficialização terá vigência mínima de quatro anos e será válida em todo o País.

É  formada pelo Partido Progressistas (PP) e o União Brasil, e em MS os dois partidos já estão andando
juntos com a mesma meta: apoio à tentativa de reeleição do governador Riedel (PP). O presidente nacional é Antonio Rueda, e em MS  o comando está nas mãos da senadora Tereza Cristina. 

Mesmo passo

A partir de agora, PP e União Brasil atuarão de forma integral em todas as instâncias, municipais, estaduais e federal, bem como nos Legislativos, funcionando como único bloco partidário, compartilhando decisões, estratégias políticas e posicionamentos parlamentares. 

A criação da federação foi anunciada em abril de 2025 e, desde então, as duas legendas passaram por período
de alinhamento político e programático.

Para Rueda, o processo foi fundamental para garantir solidez e coesão.

Aniversariantes

  • Dra. Sara Cristina Penzo,
  • Selma Regina de Oliveira Carmo,
  • Dr. Carlos Marcelo Dotti Rodrigues Silva,
  • Sônia Maria Vieira Zamlutti,
  • Gizele Barbier,
  • Alice Hellmann,
  • Adolfo Tomatsu Ocumoto,
  • William de Campos Pinto,
  • Maria Auxiliadora Hamano Campos,
  • João Mikio Araki,
  • Amadeu Ledesma dos Santos,
  • José Ferreira Queiroz,
  • Dirceu Teixeira Pinto,
  • Antônio Carlos Ventura Chaves,
  • Nicolau Gonçales,
  • Maria Elida Blanco Insaurralde,
  • João Alberto Krampe Amorim dos Santos,
  • Carmelio Romano Roos,
  • Silvio Cesar Coelho,
  • Devanilde Teresinha Cavazana Pereira,
  • Samuel Medeiros Fernandes de Almeida,
  • Marcelo Chamma,
  • Tomaz Ramos Escrivano,
  • Maria Eduarda Oliveira Lima Remonatto,
  • Manoel Nunes da Silva,
  • Wanderley Buchara Brito de Alencar,
  • Sueli Cristofolli,
  • Nilo Potric,
  • Ruberval Ferreira,
  • Neusa Azevedo,
  • Dr. Hugo Rodrigues Freire,
  • Maria José Fagundes,
  • Vera Celita Fonseca Arruda,
  • Eliane Dorisbor,
  • Dr. Hélio Faria Júnior,
  • Nilza Galvão Zocante,
  • Mauricio Nascimento,
  • Astrogildo Carmona Filho,
  • Janaína Fontanillas Ale,
  • Oscar Rodrigues de Araujo,
  • Dr. José Marcos Borges,
  • Luiz da Silva Francisco,
  • Silvério Souza,
  • Edson Ishikawa,
  • Vilson Gomes do Prado,
  • Eliane Maria Gomes,
  • Marcos Chaves Neves,
  • Karolina Corrêa Bonfim,
  • Lilian Silva da Costa,
  • Patrícia Pinheiro Pires,
  • Narcisa Pereira Teixeira,
  • Célia Rosa Veiga,
  • Fernando Rocha da Costa,
  • Maria Ana Garcia,
  • Nelly Fernandes Freitas,
  • Maria Helena Batista Paiva,
  • Mário Márcio Dantas,
  • Joaquim de Souza Rodrigues,
  • Selmara Aguiar Freire,
  • Larissa de Oliveira,
  • Félix da Silva,
  • Sara Lopes dos Santos,
  • Angelina Lima,
  • Thais Saddi,
  • Daniel Rosa de Oliveira,
  • Maria Teresa Rojas Soto Palermo,
  • Magno Gonçalves,
  • Sielde Valdez Camargo,
  • Lilian Bueno dos Santos,
  • Rosa Helena de Souza Rezende,
  • Noeli Faquin Lopes,
  • Lucélia Ferreira de Souza,
  • Moises Senzano Queiroz,
  • João Barreto Catu Otelinger,
  • José Leandro da Silva,
  • João Climaci da Silva,
  • Hélio Gonçalves de Sena Madureira,
  • José Eduardo Ramos,
  • Robson Leandro Basso,
  • Marilda Pedroso Lugo Yamaura,
  • Isabela Kimie Inoue,
  • Enir Amarilha,
  • Alexandre Tadeu Curbage,
  • Amanda Laura Ezoe Natário Córdova,
  • Bernardo Gross,
  • Eduardo Marcondes Nabhan de Barros,
  • Carla Rodrigues de Santana,
  • Daltro Feltrin,
  • Maria Eunice Lima das Neves Marcondes,
  • Érica de Cássia Quatrini Figueiredo,
  • Mário Krieger Neto,
  • Fernando Luiz Benitez Ota,
  • Marcelo Bergamaschi Garcia,
  • Gilberto Lechuga do Amaral,
  • Jaqueline Kurita,
  • Helena Clara Kaplan,
  • Florence Kaminski Ferter,
  • Ludimmilla Cristina Brasileira de Castro e Sousa,
  • Marinice Azevedo Penajo,
  • Rodrigo Machado Siviero,
  • Pedro Luiz Thaler Martini,
  • Rafael Damiani Guenka. 

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