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Maníaco da Cruz será internado no setor de psiquiatria da Santa Casa

Maníaco da Cruz será internado no setor de psiquiatria da Santa Casa

Michelle Rossi

07/05/2013 - 00h00
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O destino de D.S.C., 21 anos, conhecido como Maníaco da Cruz, já está traçado. Em duas semanas, o diagnóstico psiquiátrico do jovem que matou três pessoas em 2008, em Rio Brilhante (MS), será determinado por meio de exames e observação médica. Caso os transtornos como a esquizofrenia sejam evidenciados em laudo, ele deverá seguir para tratamento médico na ala psiquiátrica da Santa Casa de Campo Grande. Mas, se o novo diagnóstico for negativo para qualquer alteração psíquica, a Justiça deve determinar o que fazer com o jovem e a possibilidade mais certeira é a soltura de D.C..

Desde sexta-feira, o jovem está internado em um quarto da enfermaria da Santa Casa. Ele ficou na Unidade Educacional de Internação (Unei) de Ponta Porã até março deste ano onde cumpriu medida socioeducativa em razão dos crimes cometidos. Depois teria de ser encaminhado para internação em clínica psiquiátrica pois um laudo médico de 2012, já atesta esquizofrenia e outras doenças como bipolaridade, mas a intenção não aconteceu e o Maníaco fugiu da Unei e foi recapturado há duas semanas no Paraguai.

Um quarto da enfermaria da Santa Casa foi esvaziado e três policiais fazem sua escolta. “Os exames e a observação do paciente devem nos dar um diagnóstico em duas semanas. Nós estamos acompanhando como ele está evoluindo nestes dias”, informou o médico responsável pelo setor psiquiátrico do Hospital, Luiz Salvador.

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Cidades

Mulheres que doparam e furtaram idoso são presas em MS

A polícia localizou um vídeo feito no celular de uma das suspeitas, em que elas aparecem debochando do idoso, que está nitidamente atordoado

22/01/2026 13h14

Imgem Divulgação

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Duas mulheres, identificadas como A.C.C.P. e E.C.C., que não tiveram as idades divulgadas, foram presas por suspeita de dopar um idoso e realizar transferências bancárias na conta dele, em Santa Rita do Pardo.

O caso veio à tona após o idoso procurar a polícia e relatar que, na madrugada de terça-feira (20), havia sido dopado e que, posteriormente, as suspeitas realizaram transferências bancárias via Pix nos valores de R$ 3.500 e R$ 350.

Durante diligências, a polícia localizou as suspeitas na manhã desta quarta-feira (21). Com elas, foram encontrados pertences da vítima e um vídeo gravado no celular de uma delas, no qual aparecem debochando do estado do idoso.

A equipe apurou ainda que as mulheres já eram investigadas por uma ação criminosa semelhante no mesmo município, quando, no dia 8 de janeiro, teriam praticado o mesmo crime contra outro idoso.

Na casa em que elas estavam, a polícia apreendeu cartões de crédito de terceiros, um caderno com dados bancários de várias vítimas, cocaína, seis máquinas de cartão, diversas notas de dinheiro em espécie e um aparelho de televisão sem procedência comprovada.

Além disso, foi apreendido um medicamento controlado (clonazepam), que, conforme informou a polícia, possui efeito sedativo.

Uma terceira mulher envolvida na prática criminosa, identificada como R.A.P., está foragida. Outros dois investigados, L.M.M. e A.D.O., são apontados como integrantes do grupo.

O material foi apreendido e encaminhado à delegacia. A investigação prossegue para localizar e prender todos os envolvidos, e a polícia não descarta a possibilidade de o grupo ter feito mais vítimas.

 

 

 

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jogo do bicho

Justiça mantém bloqueio de R$ 18,5 milhões de Jamilson Name e Jamilzinho

Ministério Público pleiteava o aumento do bloqueio para R$ 89,8 milhões por serem oriundos do jogo do bicho, mas Justiça negou a majoração

22/01/2026 13h00

Bloqueio será nas contas pessoais de Jamilson Name e Jamilzinho

Bloqueio será nas contas pessoais de Jamilson Name e Jamilzinho Foto: Arquivo

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O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, manteve o bloqueio de R$ 18,2 milhões do deputado estadual Jamilson Name (PSDB) e de Jamil Name Filho, o Jamilzinho, condenados por exploração do jogo do bicho. O Ministério Público pleiteava o aumento do bloqueio para R$ 89 milhões, o que foi negado.

A decisão foi publicada no Diário da Justiça desta quinta-feira (22).

Conforme o processo, em 25 de novembro de 2020, o Juízo da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, determinou o bloqueio dos R$ 18,2 milhões da Pantanal Cap, gerida pelos Name.

Em 10 de fevereiro de 2021, o Ministério Público Estadual, através do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), requereu que o sequestro de bens fosse estendido para o montante de R$ 89,8 milhões, sob alegação de que referidos recursos seriam decorrentes de atividade contravencional e, portanto, objeto de lavagem de dinheiro.

Para dar efetividade à medida, foi requerido que o bloqueio se desse na conta pessoal dos apontados como líderes da organização criminosa, sendo Jamilson Name, Jamilzinho e Jamil Name. Jamil Name, no entanto, morreu em 27 de junho de 2021, por complicações da Covid-19. 

Em decisão, foi deferido parcialmente o pedido, determinando que o bloqueio judicial ocorresse no patrimônio pessoal dos acusados, mas foi indeferida a majoração do valor.

O Ministério Público interpôs novos recursos, incluindo ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também foi indeferido.

Por fim, o órgão ingressou com Agravo em Recurso Especial no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), apontando que o bloqueio de R$ 89,8 milhões seria necessário para combate a prática do jogo do bicho, o qual estaria ligado a outros delitos de natureza extremamente grave.

O juiz da 1ª Vara Criminal de Campo Grande indeferiu o recurso, mantendo a decisão que bloqueou os R$ 18,2 milhões das contas pessoais de Jamilzinho e Jamilson Name.    

Condenados por jogo do bicho

Jamilson e Jamilzinho foram alvos de uma da sexta fase da Operação Omertà, denominada de “Arca de Noé”, em dezembro de 2020. Na ocasião, 13 pessoas foram presas. Todas elas eram gerentes do jogo do bicho em Campo Grande.

Em fevereiro do ano passado, Jamilson Name (PSDB) foi sentenciado a 8 anos de prisão.

Jamilson Name foi apontado como líder da organização, cuidando especialmente da parte financeira. Ele seria o idealizador das atividades da empresa, e começou a ter ainda mais destaque e autonomia após a prisão do pai, Jamil Name e do irmão, Jamil Name Filho*.

Além do parlamentar, uma mulher, apontada como gerente do jogo do bicho, também foi condenada, e deverá cumprir 8 anos de prisão; o terceiro condenado teve pena estabelecida em 7 anos e 6 meses.

Jamil Name Filho, o Jamilzinho, também era alvo da Arca de Noé, mas foi inocentado pela 1ª Vara Criminal de Campo Grande. Ele, porém,  já soma cinco condenações provenientes de inquéritos da Operação Omertà, que somadas chegam a penas de 69 anos de prisão

     

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