Cidades

Crueldade

Mãe deixa bebê sangrar até morrer; filho enterra corpo

Mãe deixa bebê sangrar até morrer; filho enterra corpo

Dourados Agora

30/01/2014 - 10h00
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A Polícia Civil de Bela Vista indiciou uma mãe suspeita de deixar o bebê recém nascido morrer. Segundo o inquérito concluído ontem (29), a criança nasceu no dia 4 deste mês, de parto normal, e sangrou pelo cordão umbilical até morrer.

O fato teria sido encoberto pela família, mas a polícia foi acionada depois que a mulher deu entrada numa unidade hospitalar com forte hemorragia. Os médicos constataram que ela havia dado a luz a um bebê.

O Conselho Tutelar foi acionado e a mulher confessou que enterrou a criança no quintal da residência. Conforme a polícia, o filho dela, de 15 anos, também foi indiciado já que ele teria ajudado a enterrar o corpo do irmão. O menor contou que comunicou o caso à avó e um tio.

Mãe e filho responderão por homicídio qualificado. Já os familiares da mulher alegam que não sabiam da gravidez, mas responderão por corrupção de menores.

A mãe está presa na cadeia pública de Bela Vista e pode ir a juri popular. Se condenada, pode ficar presa de 12 a 30 anos por homicídio, mais três anos por ocultação de cadáver e de um a quatro anos por corrupção de menores.

"INFILTRADOS"

Operação mira delegado e policiais por suposto desvio de droga em MS

Gaeco cumpre 26 mandados de prisão e 38 de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados e Terenos

24/09/2026 08h30

A operação segue em andamento e novas informações podem ser divulgadas ao longo do dia

A operação segue em andamento e novas informações podem ser divulgadas ao longo do dia Marcelo Victor

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O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (24), a Operação Infiltrados, contra um esquema suspeito de desviar drogas apreendidas pelas forças de segurança em Mato Grosso do Sul.

Ao todo, foram expedidos 24 mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 38 de busca e apreensão. As diligências ocorrem em Campo Grande, Dourados e Terenos.

Até o momento, conforme balanço divulgado pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), foram cumpridos mandados de prisão preventiva contra nove policiais civis, dois policiais militares e um policial penal.

Na residência do delegado Hoffman D’Ávila Cândido e Sousa, um dos alvos da Operação Infiltrados, a reportagem constatou a presença de uma viatura do Gaeco e outra da Polícia Civil durante o cumprimento das diligências nesta manhã.

Segundo testemunhas, técnicos de informática entraram e saíram do imóvel. Até o momento, não há informação oficial sobre eventual apreensão de computadores, celulares ou outros equipamentos eletrônicos no local.

Hoffman atuava na 6ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande. Antes, ele trabalhou na Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros.

As investigações começaram em outubro de 2025, depois que elementos relacionados ao suposto esquema foram encontrados durante as operações Traquetos e Blindspot, também conduzidas pelo Gaeco.

Segundo o MPMS, o grupo investigado teria participação de integrantes das forças de segurança e atuaria principalmente no desvio de cocaína apreendida durante ocorrências policiais.

A investigação aponta duas formas de atuação. Em uma delas, parte da quantidade de droga efetivamente apreendida não seria registrada oficialmente. Na outra, entorpecentes seriam retirados diretamente de depósitos de delegacias.

Posteriormente, a droga desviada seria entregue a traficantes ligados ao grupo investigado e recolocada no mercado ilegal.

A suspeita é de que agentes públicos tenham utilizado o acesso proporcionado pelas próprias funções exercidas na segurança pública para viabilizar o esquema.

Operação Infiltrados

A ação desta quinta-feira conta com apoio das corregedorias das polícias Civil e Militar, Batalhão de Choque, Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e Polícia Institucional do Ministério Público Federal.

Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso do Sul (OAB-MS), também acompanharam diligências realizadas na residência de uma advogada.

O nome “Infiltrados”, segundo o Ministério Público, faz referência à suspeita de participação de integrantes da organização criminosa em órgãos de segurança pública e ao suposto uso das estruturas destinadas ao combate à criminalidade para a prática dos crimes investigados.

A operação segue em andamento e novas informações podem ser divulgadas ao longo do dia.

FLAGRANTE

Funcionária de universidade é presa em Ponta Porã com R$ 800 mil em espécie

Mulher foi flagrada saindo de uma agência bancária em Ponta Porã no momento que foi detida

24/09/2026 08h15

Os R$ 800 mil estavam divididos em notas de R$ 100 e R$ 50

Os R$ 800 mil estavam divididos em notas de R$ 100 e R$ 50 Divulgação: Polícia Federal

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Em Ponta Porã, a Polícia Federal prendeu uma mulher, funcionária de uma universidade no Paraguai, que portava R$ 800 mil em espécie. A ação ocorreu na quarta-feira (23) e contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU).

O dinheiro foi sacado de um conta bancária mantida pela universidade paraguaia. O capital foi localizado com a funcionária da instituição no momento em que ela deixava uma agência bancária situada em Ponta Porã.

Diante das circunstâncias verificadas, a quantia foi apreendida, e a mulher foi presa em flagrante pela prática, em tese, do crime de evasão de divisas, na forma tentada.

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