Política

conversa

Lula recebe visita de FHC em hospital de São Paulo

Lula recebe visita de FHC em hospital de São Paulo

G1

27/03/2012 - 15h23
Continue lendo...

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu na manhã desta terça-feira (27) a visita do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, segundo informou a assessoria do Instituto Lula.

Lula, que teve um câncer de laringe diagnosticado no ano passado, passa por acompanhamento no hospital por conta de uma inflamação na garganta e também faz sessões de fonoaudiologia.

Segundo informou a assessoria do Instituto Lula, FHC chegou ao hospital por volta das 11h e deixou o local às 11h50, sem falar com a imprensa. Conforme a assessoria do instituto, Fernando Henrique Cardoso afirmou acreditar que Lula "está se recuperando bem" e comentou que achou o ex-presidente "muito bem, melhor do que esperava".

Os dois ex-presidentes acompanham as negociações referentes à eleição municipal de São Paulo. Lula apoia a candidatura do ex-ministro da Educação e pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad (PT). No último final de semana, o PSDB escolheu como candidato o ex-governador José Serra.

Após o 2° turno

Entrave sobre maioridade penal adia votação da PEC da Segurança Pública

Governistas defendem que redução se estabeleça em 16 anos e seja aplicada apenas a crimes hediondos enquanto oposição defende que maioridade penal caia para 14

19/10/2026 14h15

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) Arquivo

Continue Lendo...

Um entrave sobre a redução da maioridade fez com que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tratasse a análise da PEC da Segurança Pública somente após o 2° turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

O imbróglio tem como base uma discordância entre governistas e oposição quanto à idade mínima proposta para o tema, haja visto que governistas defendem que a idade mínima seja de 16 anos apenas para crimes hediondos, enquanto parlamentares da oposição sugerem que o índice seja de 14 anos. 

O anúncio sobre o calendário especial da Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública (PEC 18/2025) foi realizado no último dia 14 por Alcolumbre. 

O presidente do Senado ja havia pautado a votação sobre o fim da escala 6x1 e disse que a proposta de emenda poderia ser votada na última quinta-feira (15) após sessão deliberativa, uma vez que o plenário da Casa aprovou um requerimento que acelerou a tramitação do texto-base, que havia sido aprovado pela comissão em setembro deste ano, mas faltava a votação dos destaques (propostas de alteração do texto principal) apresentados.

Enviada à Câmara dos Deputados em abril de 2025, a proposta compõe as medidas eleitorais do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e tem sido citada pelo petista como condição para a criação do Ministério da Segurança Pública.

O texto amplia a cooperação entre municípios, Estados e União, estende a competência da Polícia Federal e cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e o Sistema de Políticas Penais, entre outros pontos.

No mesmo dia, o relator da PEC da Segurança Pública, Rogério Carvalho (PT-SE), afirmou que as emendas sobre a redução da maioridade penal, tanto a encampada pelo governo quanto a da oposição, não seriam apreciadas com a proposta. 

A ideia, de acordo com Carvalho, é que não houvesse modificação na PEC da Segurança no Senado, o que obrigaria que o texto voltasse para a Câmara - onde já foi aprovado sem o tema da maioridade penal.

Impasse

Contudo, uma emenda que trata sobre o tema foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O texto estabelece a redução da maioridade penal para 16 anos na maior parte dos crimes e para 14 anos em crimes como tráfico de drogas e organização criminosa.

Outra apresentada pelo líder do PT no Senado, Camilo Santana (PT-CE), trata da redução da maioridade penal para 16 anos apenas em caso de crimes hediondos, como homicídio, tortura e estupro, sem incluir delitos de menor gravidade, como furto.

Na Câmara, o tema foi descartado por uma articulação do próprio governo Lula com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que impediu que a redução fosse incluída no texto pelo deputado Mendonça Filho (PL-PE), relator da PEC naquela Casa.

Campo Grande

Câmara decreta luto de três dias por morte de ex-vereador Elias Dib

Elias Dib faleceu na madrugada desta segunda-feira enquanto dormia

19/10/2026 13h45

Elias Gazal Dib exerceu quatro mandatos como vereador de Campo Grande, entre 1989 e 2004, pelo então PMDB

Elias Gazal Dib exerceu quatro mandatos como vereador de Campo Grande, entre 1989 e 2004, pelo então PMDB Divulgação/ Redes Sociais

Continue Lendo...

A Câmara Municipal de Campo Grande decretou luto de três dias pela morte do ex-vereador Elias Gazal Dib, morte ocorrida na madrugada desta segunda-feira (19).

Formado em Psicologia, Elias Dib tinha 78 anos e exerceu quatro mandatos consecutivos entre 1989 a 2004, todos filiado ao MDB. Ex-presidente da Santa Casa de Campo Grande, faleceu enquanto dormia nesta madrugada, em Campo Grande. 

O velório acontece até às 15h na Capela Monte Fuji, na Rua 13 de Maio, 4217. Já o sepultamento acontece às 15h30, no Cemitério Santo Antônio.  

"Neste momento de dor, a Câmara Municipal, em nome de seu presidente vereador Epaminondas Neto, o Papy, e demais vereadores, se solidariza com familiares, amigos e demais entes queridos, desejando força e conforto para superar esta difícil perda. Pelo falecimento e em sinal de pesar, fica declarado Luto Oficial por três dias, conservando-se a bandeira hasteada a meio-mastro" trouxe a Câmara em nota.

Ao longo da carreira política, participou da vida pública da Capital e consolidou sua atuação dentro da legenda. Nas eleições municipais de 1996, foi eleito vereador com 4.334 votos. Quatro anos depois, conquistou a reeleição com 3.734 votos.

Elias também disputou uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul em 1994, quando recebeu 3.985 votos e ficou na suplência.

Nota de pesar

Em manifestação publicada nas redes sociais, o presidente estadual do MDB, Waldemir Moka, lamentou a morte do ex-parlamentar e destacou os serviços prestados à população campo-grandense.

Na nota, o dirigente ressaltou a contribuição de Elias para a história política do município e seu compromisso com a comunidade durante os quatro mandatos exercidos na Câmara Municipal.

O partido também manifestou solidariedade aos familiares e amigos do ex-vereador, desejando força e conforto neste momento de luto. 

*Colaborou Alicia Miyashiro

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).