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Lula recebe visita de FHC em hospital de São Paulo

Lula recebe visita de FHC em hospital de São Paulo

G1

27/03/2012 - 15h23
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu na manhã desta terça-feira (27) a visita do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, segundo informou a assessoria do Instituto Lula.

Lula, que teve um câncer de laringe diagnosticado no ano passado, passa por acompanhamento no hospital por conta de uma inflamação na garganta e também faz sessões de fonoaudiologia.

Segundo informou a assessoria do Instituto Lula, FHC chegou ao hospital por volta das 11h e deixou o local às 11h50, sem falar com a imprensa. Conforme a assessoria do instituto, Fernando Henrique Cardoso afirmou acreditar que Lula "está se recuperando bem" e comentou que achou o ex-presidente "muito bem, melhor do que esperava".

Os dois ex-presidentes acompanham as negociações referentes à eleição municipal de São Paulo. Lula apoia a candidatura do ex-ministro da Educação e pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad (PT). No último final de semana, o PSDB escolheu como candidato o ex-governador José Serra.

Postura

Trump devolve proposta do Irã com mais exigências e prolonga negociações

Alterações têm como objetivo acelerar o processo, pressionando o Irã a aceitar condições mais vantajosas aos EUA

01/06/2026 21h00

Presidente dos Estados Unidos da América, Donaldo Trump

Presidente dos Estados Unidos da América, Donaldo Trump Foto: Arquivo

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O presidente dos EUA, Donald Trump, devolveu ao Irã a proposta de acordo que vinha sendo negociada entre os dois países, exigindo alterações em pontos considerados centrais pela Casa Branca, o que prolonga ainda mais o diálogo.

Segundo três autoridades, citadas pelo New York Times, as alterações têm como objetivo acelerar o processo, pressionando o Irã a aceitar condições mais vantajosas aos EUA. Os detalhes das alterações não foram divulgados.

A maior preocupação de Trump é com o descongelamento de fundos para os iranianos. Ele sempre foi crítico de Barack Obama por ter feito o mesmo no acordo de 2015, que foi assinado para conter o programa nuclear do Irã.

O presidente também tem se frustrado com o tempo que o Irã tem levado para responder às propostas dos EUA. Uma das autoridades americanas disse que o acordo deve agora ser analisado pelo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei.

Otimismo

Na sexta-feira, Trump se reuniu por duas horas na Casa Branca com seus principais assessores para discutir um fim para a guerra, mas deixou a reunião sem fazer nenhum anúncio - embora ele venha repetidamente dizendo que está próximo de um acerto.

O acordo encerraria a campanha militar de EUA e Israel contra o Irã em troca de os iranianos levantarem seu bloqueio ao Estreito de Ormuz, uma via crucial para transporte de petróleo e gás. O estreito estava aberto antes da guerra, que começou em 28 de fevereiro.

As negociações com o Irã estão sendo marcadas por divergências importantes. Trump exige assumir o controle do estoque iraniano de urânio enriquecido. O regime iraniano defende que o processo de negociação não inclui discussões sobre seu programa nuclear.

Os EUA também querem que o Estreito de Ormuz permaneça aberto à navegação, sem cobrança de pedágio ou qualquer tarifa - o que o Irã vem fazendo desde que a guerra começou. Outras exigências americanas incluem o fim do apoio às milícias que operam no Oriente Médio com apoio iraniano: Hezbollah, Hamas, os houthis e os grupos armados xiitas iraquianos.

Trump está em uma encruzilhada. Se aceitar um acordo ruim, corre o risco de ser criticado pela própria base republicana. Se mantiver as hostilidades, com o Estreito de Ormuz fechado, os preços dos combustíveis tendem a seguir aumentando, o que afeta sua popularidade entre os eleitores.

Postura

Flávio Bolsonaro: operação policial em ONG de dona de produtora não tem nada a ver com filme

Operação Wi-Fi Livre está sendo conduzida nesta segunda-feira pela Polícia Civil de São Paulo

01/06/2026 19h00

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é pré-candidato à Presidência da República no pleito deste ano

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é pré-candidato à Presidência da República no pleito deste ano Carlos Moura/Agência Senado

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, disse nesta segunda-feira, 1, que não há relação entre o filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, e a operação policial que investiga o Instituto Conhecer Brasil (ICB), de Karina Ferreira da Gama, proprietária da produtora Go Up Entertainment, que fez o filme. A operação Wi-Fi Livre está sendo conduzida nesta segunda-feira pela Polícia Civil de São Paulo.

"Não tem nada a ver com o filme", disse o senador, ao ser questionado sobre a operação policial.

Flávio Bolsonaro participa de evento do Projeto PRISMA-RJ - Projeto de Integração, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Mobilidade no Rio de Janeiro -, iniciativa que reúne estudos técnicos voltados à futura implantação da Linha 3 do Metrô. Executado pelo Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), o projeto prevê a conexão entre Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, integrada à cidade do Rio de Janeiro e aos demais sistemas metropolitanos de transporte.

A operação Wi-Fi Livre investiga uma possível relação entre a Prefeitura de São Paulo e o ICB. A investigação apura fraudes em licitação da prefeitura no valor de R$ 108 milhões. A Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital verifica eventuais irregularidades na implantação, operação e manutenção de 5.000 pontos de acesso à rede wi-fi pública em comunidades do município, no contexto do programa WiFi Livre SP.

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