Cidades

FASE REGIONAL

Jogos da Melhor Idade serão realizados em Coxim

Jogos da Melhor Idade serão realizados em Coxim

DA REDAÇÃO

14/04/2011 - 00h00
Continue lendo...

A prefeita de Coxim, Dinalva Mourão, esteve com o presidente da Fundação de Esportesde Mato Grosos do Sul (Fundesporte), Julio Komiyama, para acertar os detalhes dos Jogos da Melhor Idade – 2011 Fase regional 1, nos dias 28 de abril a 1º de maio na cidade de Coxim.

A competição será disputada nas modalidades de dama, dominó, dança de salão, bocha, malha, sinuca, truco ponto acima, natação, tênis de mesa e voleibol adaptado.

Os municípios classificados em primeiro e segundo lugar por modalidade e sexo terão vaga para a fase final da competição, que será realizada no mês de outubro no município de Ivinhema.

As equipes interessadas em participar da competição devem confirmar a participação até o dia 15 de abril, através do Link “Gestão de Eventos Esportivos Fundesporte (GEEF)”, que se encontra no site da instituição. Já as inscrições vão até o dia 19 de abril. Para fazer as inscrições, as equipes têm que confirmar a participação antes.

Para mais informações as pessoas devem entrar em contato com a gerente do Projeto – professora Edi - pelos telefones: 3323-7229 ou 3323-7223.

Supermercado

Causa do colapso onde dois morreram pode nunca ser descoberta

Perícia investiga causas do desabamento de supermercado em construção em Campo Grande

05/09/2026 13h00

Estrutura de supermercado em construção desabou no bairro Aero Rancho, em Campo Grande e perícia investiga as causas do acidente

Estrutura de supermercado em construção desabou no bairro Aero Rancho, em Campo Grande e perícia investiga as causas do acidente Foto: João Pedro Zequini / Correio do Estado

Continue Lendo...

A causa do desabamento da estrutura de um supermercado em construção, que resultou na morte de dois trabalhadores e deixou outros dois feridos em Campo Grande, ainda não foi esclarecida. O acidente ocorreu na tarde de sexta-feira (4), no bairro Aero Rancho.

Peritos estiveram no local da obra na manhã deste sábado (5), acompanhados por equipes do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul (CREA-MS), para analisar as possíveis causas do colapso.

A reportagem do Correio do Estado conversou com o conselheiro e engenheiro civil do CREA-MS Sidiclei Formagini sobre as hipóteses que podem ter contribuído para o acidente.

“Quando ocorre um colapso, ele pode ter origem em uma falha de projeto, em uma falha de execução ou em uma ação externa que não estava prevista no projeto.”

Segundo Formagini, somente a perícia técnica poderá indicar a provável causa do desabamento, já que diferentes fatores podem ter contribuído para o colapso.

“Quem vai apontar a causa é somente a perícia técnica. Os profissionais poderão analisar todos os detalhes e indicar a provável origem do problema. Às vezes, porém, a causa real nunca é identificada”, declarou o conselheiro do CREA-MS.

Ainda na tarde de sexta-feira (4), o CREA-MS realizou um levantamento preliminar sobre a situação da empresa responsável pela execução da obra e do responsável técnico. De acordo com a avaliação inicial, ambos estão regulares perante o conselho.

A empresa está habilitada legalmente para atuar e apresentou a documentação solicitada, que indica que os profissionais estão regulares perante o órgão.

Para chegar a uma conclusão, os peritos deverão verificar, entre outros aspectos, a intensidade das rajadas de vento no momento do acidente, os sistemas de contraventamento, a fixação das peças, a sequência de montagem e as condições de estabilidade da estrutura.

O supermercado da rede Mister Júnior estava sendo construído com peças de concreto pré-fabricado. Nesse sistema construtivo, os componentes são produzidos previamente em uma fábrica e, depois, transportados para o canteiro de obras, onde são instalados para dar continuidade à construção.

resultados de agosto

Após recorde histórico em julho, exportações de MS caem 25%

Mas, se forem levados em conta os dados relativos aos oito primeiros meses do ano, as vendas externas subiram 11,9%, acumulando US$ 8,2 bilhões

05/09/2026 12h24

Celulose exportada a partir dos quase 2 milhões de hectares de eucaliptos garantiu faturamento de US$ 316 milhões  em agosto a MS

Celulose exportada a partir dos quase 2 milhões de hectares de eucaliptos garantiu faturamento de US$ 316 milhões em agosto a MS

Continue Lendo...

Depois de atingir o recorde histórico de um único mês em julho, com 1,3 bilhão de dólares, as exportações de Mato Grosso do Sul em agosto encolheram em quase 25% e fecharam no menor patamar dos últimos seis meses, ficando em US$ 978,3 milhões, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). O valor, contudo, é 3,3% acima daquilo que o Estado exportou em agosto do ano passado.

A principal explicação para a queda com relação ao mês passado é a diminuição na venda de soja (-43%), e de carne bovina (-29%), que recuaram de US$ 631 milhões para apenas US$ 388 milhões.

Ambos têm a China como principal comprador e que em agosto avisou que o Brasil atingiu a cota de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina sem aplicação de uma taxa tributária de 55%, provocando queda na venda de carne para o país asiático.

Por conta desta cota, as exportações de carne bovina encolheram 19% na comparação com agosto do ano passado, recuando de US$ 173,4 milhões para US$ 140,4 milhões. No acumulado do ano, as vendas externas de carne bovina somam US$ 1,5 bilhão, o que representa aumento de 33,7% na comparação com os oito primeiros meses de 2025.

Se forem levados em consideração os dados relativos a todas as exportações de Mato Grosso do Sul nos primeiros oito meses, a soma chega a US$ 8,2 bilhões, um volume 11,9% maior que em igual período de 2025.

Somente com a soja o Estado faturou US$ 2,7 bilhões, o que representa aumento de 33,9% na comparação com o ano anterior. E por conta disso, o grão deixou a celulose para trás e voltou ao topo do ranking dos principais produtos de exportação, representando 32,8% de tudo o que foi vendido para o mercado externo.

A celulose, que está em segundo lugar no rankig e representa 26,1% das exportações,  rendeu US$ 2,1 bilhões, o que é 1,9% abaixo do faturamento do ano anterior. Estes números mostram uma ligeira recuperação nos preços, já que o volume exportado sofreu recuo superior ao do faturamento, da ordem de 4,8%, passando de 4,664 milhões de toneladas para 4,438 milhões de toneladas.

Cotação em baixa

E, além da celulose, carnes e soja, outro importante produto da pauta de exportações de Mato Grosso do Sul é o minério de ferro, que neste ano responde por 1,9% das vendas. A participação só não é maior porque o faturamento despencou 44,9%, passando de US$ 279,5 milhões para US$ 154 milhões nos oito primeiros meses dos últimos dois anos.

Essa queda no faturamento ocorreu simplesmente porque o preço dos minérios despencou. O volume exportado até teve alta, de 11%, passando de 6,349 milhões de toneladas para 7,080 milhões de toneladas, tudo sendo escoado pela hidrovia do Rio Paraguai. O valor médio da tonelada caiu de 43 dólares para cerca de 22 dólares.

Parceiros comerciais

E em meio aos tarifaços impostos por Donald Tramp, os Estados Unidos caíram para terceiro lugar no ranking dos países que mais compraram produtos de Mato Grosso do Sul, sendo supurados pela Holanda.

Na comparação com agosto do ano passado, as vendas para os holandeses cresceram 172% e somaram US$ 62,9 milhões. Na comparação dos oito primeiros meses, as vendas para a holanda cresceram 45%. 

Os Estados Unidos, por sua vez, compraram o equivalente a US$ 46,3 milhões. Mas, apesar de ter perdido importância, ainda assim as vendas em agosto para os norte-americanos foram 89% maiores que em igual mês de 2025.

Em primeiro lugar, disparado, segue a China. O país asiáticos foi responsável por 48% de tudo aquilo que o Estado exportou em 2026. Mas, países como Índia, Paquistão, Tailância e Irã estão com importância cada vez maior.

Somadas, as vendas para testes quatro países cresceram 87%, com destaque para o Paquistão, que teve alta de 284%. No ano passado, o faturamento com os quatro parceiros comerciais foi de US$ 309,5 milhões, ante US$ 577 milhões em 2026.

Por conta deste crescimento, passaram a ter relevância maior que os Estados Unidos, que no ano importaram US$ 500 milhões em produtos produzidos em Mato Grosso do Sul. 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).