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'Jamais irá passar', diz Feliciano sobre projeto da 'Cura Gay'

'Jamais irá passar', diz Feliciano sobre projeto da 'Cura Gay'

G1

28/06/2013 - 07h17
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“Esse projeto já nasceu morto. Na comissão ele foi aprovado, mas eu sei que ele jamais irá passar no Congresso”, disse o deputado federal Marco Feliciano (PSC) sobre o projeto conhecido como ‘cura gay’ em um culto realizado em Valinhos (SP), nesta quinta-feira (27). O parlamentar chegou à igreja por volta das 21h30 e com ele um grupo de 20 manifestantes que gritavam ‘fora Feliciano’, ‘me cura’ e ‘ele não nos representa’.

Antes da chegada de Feliciano, 12 homens da Polícia Militar prepararam um cordão de isolamento para separar os manifestantes da entrada da igreja. “Não estamos aqui para ofender a religião deles. Estamos aqui para protestar contra o deputado e esse projeto homofóbico. Se ele estivesse em uma praça seria da mesma forma”, disse a professora Rosângela Paes.

Para evitar que os gritos atrapalhassem o culto, fiéis fechavam as portas de vidros na entrada da igreja, no entanto, ao ser aberta para alguém passar, os manifestantes aproveitavam para gritar contra o deputado. “Esse tipo de conduta não condiz com uma Comissão de Direitos Humanos. Esse ato é em repudio a isso. Que ele se retire da comissão”, criticou o biólogo Augusto Spadaccia.

‘Fenômeno comportamental’
Ao fim do culto, Feliciano defendeu o direito de todos protestarem, mas rebateu as críticas dos manifestantes em frente à igreja. “O movimento de rua é legítimo. É a juventude brasileira mostrando a cara, mas contra mim é sempre o mesmo grupo. Eu não falei que homosexualismo é uma doença, e sim um fenômeno comportamental. Aqui na igreja tinha mil pessoas, lá tinha uns oito dizendo que eu não os represento e não represento mesmo. Eu represento quem votou em mim, e estava aqui dentro. Não vou renunciar jamais”, revela.

Nova conexão

Azul lança voo direto entre Campo Grande e Belo Horizonte a partir de abril

Passagens podem ser compradas já a partir desta sexta-feira (23) nos guichês virtuais da companhia aérea

23/01/2026 16h15

Foto: Divulgação

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A partir de 1° de abril, a Azul Linhas Aéreas terá voo direto entre Campo Grande e Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, cerca de 1,2 mil km distante. 

O anúncio foi feito pela companhia nesta sexta-feira (23), e amplia, via Aeroporto de Confins, a malha aérea sul-mato-grossense, que já possui voos diretos para São Paulo (Capital, Guarulhos e Campinas)  além de Brasília, no Distrito Federal. 

Segundo a companhia aérea, os voos serão operados diariamente, em ambos os sentidos, com aeronaves Embraer 195-E2, com capacidade para até 136 passageiros, e Airbus A320, que comportam até 174 passageiros.

O horário previsto pela Azul de partida do voo em Confins será 8h15, com chegada à capital sul-mato-grossense às 9h25, horal local.

No sentido inverso, o voo parte de Campo Grande às 10h05, com pouso em solo mineiro previsto para 13h15, horário de Brasília. Em média, cada voo terá duração de 2h10.  

"Estamos muito felizes com esse voo conectando a capital mineira ao nosso Estado. Foi um trabalho de anos da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, por meio do Programa Decola MS, em parceria com a Azul, para recuperar essa operação que existia durante a pandemia e havia sido suspensa", destacou o diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, Bruno Wendling.

Conforme o Governo do Estado, a criação da rota é parte da expansão do Aeroporto Internacional de Campo Grande, que opera sob concessão para a empresa Aena. 

"O lançamento do voo direto entre Confins e Campo Grande reforça o compromisso da Azul com a ampliação da conectividade aérea no país e contribui para o desenvolvimento regional por meio da aviação. A nova operação facilita o acesso de Mato Grosso do Sul a um de nossos principais hubs, o aeroporto de Confins, ampliando as possibilidades de conexão para diversos destinos no Brasil e no exterior", afirma a gerente sênior de Planejamento de Malha da Azul, Beatriz Barbi.

Crescimento

Desde 2023, o Plano Aeroviário Estadual orienta as ações do Governo do Estado, com investimento estimado de R$ 250 milhões até 2026 em obras de construção, restauração e ampliação de aeroportos e aeródromos estratégicos. Mais de R$ 100 milhões já foram aplicados em obras concluídas, fortalecendo a conectividade entre municípios e ampliando o acesso aos mercados nacionais e internacionais.

Entre os principais projetos em execução está a ampliação da pista do Aeroporto Internacional de Campo Grande, com acréscimo de 500 metros, além da implantação de novos sistemas de segurança e navegação aérea, como PAPI (sistema de luzes que orientam o pouso dos aviões), além de estação meteorológica. 

Já no Pantanal, será implantada uma pista no Porto São Pedro, inicialmente voltada ao combate a incêndios florestais, com potencial de uso futuro para turismo e logística regional. No interior, o plano contempla a construção de nova pista asfaltada em Nova Alvorada do Sul, a pavimentação de uma pista de 1,5mil metros em Aquidauana, a implantação do Aeroporto de Inocência, a restauração de aeródromos em Paranaíba, Camapuã e Cassilândia, além da ampliação do aeródromo de Naviraí.

Outro investimento estratégico é o Aeroporto Regional de Dourados – Francisco de Matos Pereira, que receberá um novo terminal de passageiros e cargas, com investimento estimado em R$ 39 milhões, já aprovado pela Secretaria de Aviação Civil e com licitação prevista para o primeiro semestre de 2025.

O planejamento prevê ainda novas licitações para os aeródromos de Água Clara e Maracaju, estudos para implantação em Mundo Novo e Amambai, além da ampliação do aeródromo de Nova Andradina e do aeroporto de Três Lagoas.

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ALAGAMENTOS

Descarte irregular de lixo em Campo Grande gera R$ 765 mil em multas

O secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli, explica que a participação popular é peça fundamental no combate contra os alagamentos

23/01/2026 16h10

Divulgação: Prefeitura de Campo Grande

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Diante do desafio de manter a Capital de Mato Grosso do Sul limpa, principalmente para evitar alagamentos durante as enxurradas, as equipes da Patrulha Ambiental da Guarda Civil Metropolitana (GCM) aplicaram R$ 765 mil em multas referentes ao descarte irregular de lixo, em 2025. O número equivale a 119 infrações registradas.

No ano passado, as equipes da Prefeitura de Campo Grande retiraram os resíduos em mais de 400 pontos de descarte irregular espalhados pela Capital. Porém, a reincidência afetou diretamente a eficiência dos serviços. Pouco tempo depois da limpeza, o lixo voltava a aparecer.

Marcelo Miglioli, titular da Sisep / Divulgação: Prefeitura de Campo Grande

O secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli, explica que a participação popular é peça fundamental nesse combate.

“Infelizmente, é muito comum vermos na enxurrada restos de móveis, galhos e plásticos que foram jogados na rua. Esse material desce com a água e trava o sistema. O que pedimos é consciência: a Prefeitura limpa, mas o cidadão não pode sujar. Se cada um fizer sua parte, a água flui e a cidade não sofre com as chuvas”, destaca o secretário.

Alagamentos

De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), em 2025 foram realizadas manutenções e limpezas em mais de 25 mil bocas de lobo nas sete regiões da cidade. Mesmo assim, alagamentos pontuais foram registrados, pois o lixo descartado de forma inadequada bloqueou a drenagem.

Restos de obra, galhos, móveis velhos, eletrodomésticos, pneus, garrafas PET, latas e plásticos estão entre os materiais mais encontrados.

As principais consequências danosas são: entupimento dos bueiros, dificuldade no escoamento da água e aumento do risco de alagamentos em períodos de chuva intensa, além de favorecer a proliferação de doenças e animais peçonhentos, como escorpiões.

Lago do amor precisa de limpeza constantemente, diz Prefeitura / Divulgação: Prefeitura de Campo Grande

No lago do amor, o monitoramento também precisa ser constante, o lixo acumulado nos vertedouros pode causar transbordamentos. A Prefeitura diz que realiza limpeza semanal das comportas e afirma que populares passam pelo local e dão relatos, diariamente, sobre resíduos boiando ou presos à vegetação.

Onde levar entulho e móveis velhos?

Campo Grande possui cinco ecopontos gratuitos. Cada cidadão pode descartar até 1 metro cúbico por dia de resíduos (móveis, galhadas, restos de obra e recicláveis). Confira os locais:

  • Ecoponto Panamá: Rua Sagarana, esq. com Av. José Barbosa Hugo Rodrigues.
  • Ecoponto Noroeste: Rua Piraputanga, esq. com Rua Guarulhos.
  • Ecoponto Nova Lima: Rua Pacajús, nº 194.
  • Ecoponto União: Av. Roseira, esq. com Rua Carmem Bazzano Pedra.
  • Ecoponto Moreninhas: Rua Copaíba, entre as ruas Antônio Davi Macedo e Amado Nogueira Moraes.

Como pedir limpeza ou denunciar descarte irregular?

Os populares que quiserem denunciar um flagrante de descarte irregular de resíduos podem ligar na Guarda Civil Metropolitana, no número 153.

Para solicitação de serviços e reclamações, devem ligar no 156, referente a Central de Atendimento ao Cidadão.

As multas por descarte ilegal é crime ambiental e podem ultrapassar o montante de R$ 13 mil, dobrando em caso de reincidência.

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