Cidades

FRONTEIRA

Integrantes do MPE falam sobre crime organizado

Integrantes do MPE falam sobre crime organizado

DA REDAÇÃO

23/05/2011 - 16h34
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O procurador Luis Alberto Safraider e o promotor Ricardo Rotunno, titular da 2º Promotoria de Justiça de Amambai, participaram do Seminário Jurídico sobre “Fronteira e Segurança Pública”, promovido pela Universidade Anhanguera-Uniderp e voltado aos alunos do curso de Direito da Instituição. O evento ocorreu na última sexta-feira (20).

O seminário contemplou palestras que foram proferidas para cerca de 400 alunos, e apresentaram a realidade da fronteira. Segundo Luis Alberto Safraider, não existe uma política pública, nem da união, nem do estado com relação a fronteira. Ele analisou as instituições presentes na região, ressaltando a falta de estrutura das instituições, uma vez que todas que atuam na região não trabalham de forma integrada.

 Para o procurador de Justiça, crimes como lavagem de dinheiro, exportação fictícia e corrupção, tráfico de drogas, armas são cada vez mais recorrentes na fronteira. “É necessário que os alunos saibam a importância desse trabalho, pois há vários tipos de crimes acontecendo e, algumas vezes, a população até interage com determinados criminosos, acostumando-se a conviver com essas situações”, frisou Safraider.

 De acordo com Ricardo Rotunno, que desde 2004 atua na comarca de Amambai, o seminário proporcionou a aproximação dos alunos com a realidade da fronteira.  “O crime organizado instalado na região representa até mesmo a perda de receita tanto para o Brasil, quanto para o Paraguai. Seminários como esse mostram a relevância do problema e o quanto é preciso fazer a respeito”, pontua o Promotor de Justiça.

 Também compuseram a mesa o Juiz de Direito da Comarca de Amambai, Thiago Nagasawa Tanaka e Claudineis Galinari, delegado Regional da Polícia Civil de Ponta Porã.

CONFRONTO

Jovem de 21 anos morre em confronto com a PM em distrito de Maracaju

Polícia apreendeu cerca de 22 quilos de maconha, revólver e tornozeleira eletrônica rompida em imóvel no distrito de Vista Alegre

01/11/2026 08h30

Polícia Militar apreendeu cerca de 22 quilos de maconha, revólver calibre .38 e tornozeleira eletrônica rompida durante ocorrência em Vista Alegre, distrito de Maracaju

Polícia Militar apreendeu cerca de 22 quilos de maconha, revólver calibre .38 e tornozeleira eletrônica rompida durante ocorrência em Vista Alegre, distrito de Maracaju Reprodução: Maracaju Speed

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Uma jovem de 21 anos morreu após ser baleado durante uma ação da Força Tática do 15° Batalhão da Polícia Militar, na tarde deste sábado (31), no distrito de Vista Alegre, em Maracaju, a cerca de 160 quilômetros de Campo Grande. Na ocorrência, os policiais apreenderam aproximadamente 22 quilos de maconha, uma arma de fogo e uma tornozeleira eletrônica danificada. 

Conforme divulgado no portal de notícia Maracaju Speed, o rapaz foi identificado como João G. G. Fleitas, ele foi atingido durante uma abordagem policial em uma residência localizada na Rua Vitória Alves Marcondes. João chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com informações policiais, a equipe realizava diligência após receber denúncias sobre o armazenamento e a comercialização de drogas na região. Durante o patrulhamento, os militares encontraram dois homens em frente a um imóvel.

Ao perceberem a aproximação da viatura, os suspeitos fugiram. Um deles correu pela rua e não foi localizado, enquanto João entrou na residência.

Segundo o relato da Polícia Militar, os agentes acompanharam o jovem até o imóvel e, durante a abordagem, ele teria apontado um revólver em direção à equipe. Os policiais efetuaram disparos, que atingiram o suspeito.

O rapaz foi encaminhado ao pronto-socorro da cidade, onde a morte foi constatada.

Conforme informações dos setores de inteligência policial, João possuía antecedentes criminais e seria ligado à facção criminosa Comando Vermelho (CV).

Concurso

Terceira edição do CNU pode ter até 3 mil vagas

Edital depende da aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual

31/10/2026 21h00

Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

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Quem pretende fazer concurso público em 2027 pode se preparar. Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), existe a expectativa de um novo Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) no próximo ano com até 3 mil vagas. 

A realização do certame, porém, depende da aprovação, pelo Congresso Nacional, do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) que permita espaço fiscal para preenchimento de novas vagas no serviço público.

Na nota enviada à Agencia Brasil, o MGI diz que considera o CNPU “uma política pública de renovação, modernização e democratização do acesso ao serviço público federal” e que a ideia é que ele se consolide como um processo permanente de seleção de servidores, com edições realizadas em ciclos regulares, idealmente a cada dois anos.

O CNPU foi criado em 2023 pelo governo federal e ficou conhecido como “Enem dos Concursos”. O objetivo foi centralizar os processos seletivos para contratação de servidores públicos em diversos órgãos do Poder Executivo federal e aumentar os locais de prova pelo país.

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