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Planeta Real

Incêndio que destruiu loja pode ter sido causado por fagulha de máquina de solda

Incêndio que destruiu loja pode ter sido causado por fagulha de máquina de solda

Da redação

07/05/2013 - 18h15
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Um incêndio de grandes proporções mobilizou cerca de 80 militares do Corpo de Bombeiros na loja Planeta Real, na Avenida Afonso Pena, na Capital. O fogo começou por volta das 15h e foi controlado por volta das 16h30min. Porém, os trabalhos de rescaldo devem continuar até às 22h. Somente depois que os bombeiros concluirem o rescaldo é que o trânsito será liberado na região.

Uma parede do prédio Executive Center caiu e o edíficio ficará interditado por tempo indeterminado.

O incêndio começou quando uma equipe de manutenção trabalhava no forro da loja, no estoque. Eles trabalhavam com uma máquina de solda. “Quando vimos que caiu uma fagulha já saímos correndo”, disse um dos operários. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros da Capital, coronel Ociel Ortiz, disse que essa pode ter sido a causa do incêndio, mas só o laudo da perícia que vai determinar o que houve. A polícia aguarda o fim dos trabalhos dos bombeiros para iniciar a perícia no local.

O trânsito deve ser liberado assim que o trabalho dos bombeiros terminar. Uma pessoa passou mal por intoxicação da fumaça e foi atendida pelos bombeiros.

O prédio comercial Executive Center, que fica ao lado da loja, também foi atingido pelo fogo. Um dos funcionários que trabalhava na Planeta Real foi retirado pela janela do prédio com ajuda de uma corda pelos bombeiros. As vidraças do edifício foram todas quebradas.

Os bombeiros não sabem precisar a quantidade de água utilizada na ação. Mas os bombeiros utilizaram, além das viaturas da corporação, um hidrante localizado próximo ao local do incêndio e seis caminhões pipas tanto da águas guariroba quanto de empreiteiras particulares.

A loja ficou completamente destruída. Ainda não há uma estimativa de prejuízo.

*Matéria editada às 1930min para acréscimo de informações

Atlas/Bloomberg

Lula cai 3,8 pontos e Flávio cresce 2,9 em principal cenário de 1º turno

No cenário considerado principal pelo levantamento, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 37,9%

25/02/2026 07h54

A pesquisa ouviu 4.986 brasileiros adultos por meio de recrutamento digital aleatório entre os dias 19 e 24 de fevereiro

A pesquisa ouviu 4.986 brasileiros adultos por meio de recrutamento digital aleatório entre os dias 19 e 24 de fevereiro

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Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 25, aponta recuo nas intenções de voto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no principal cenário de primeiro turno das eleições presidenciais.

No cenário considerado principal pelo levantamento, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 37,9%. Ante a rodada anterior, de janeiro, Lula caiu 3,8 pontos porcentuais, enquanto o senador cresceu 2,9 pontos.

Na sequência, aparecem o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 4,9%; o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 3,9%; o presidente do partido Missão, Renan Santos, com 2,9%, e o ex-ministro da Defesa e ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (DC), com 1,1%.

A pesquisa ouviu 4.986 brasileiros adultos por meio de recrutamento digital aleatório entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07600/2026.

Em um segundo cenário de primeiro turno, Lula marca 45,1%, seguido por Flávio, com 39,5%. Zema aparece com 3,9%; o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), com 3,8%; Renan Santos, com 3,2%; e Aldo Rebelo, com 1,1%.

No terceiro cenário testado, Lula soma 45,3% e Flávio, 39,1%. Zema registra 5,7%; Renan Santos, 3,7%; o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), 1,6%; e Aldo Rebelo, 1,2%.

No quarto cenário, o petista registra 43,3% das intenções de voto, seguido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 36,2%, Zema, com 8,5%, Caiado com 5,1%, Renan Santos, com 2,5% e Aldo Rebelo, com 0,9%.

Já em um quinto cenário, Lula amplia a vantagem e alcança 47,1%, enquanto Flávio recua para 33,1%. Nesse quadro, Tarcísio aparece com 7,4%; Caiado tem 4,1%; Renan Santos, 3,3%; Zema, 1,5%; e Aldo, 1,4%.

No sexto cenário, com substituição do candidato do PT, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), registra 39,1%, tecnicamente empatado, na margem, com Flávio Bolsonaro, que tem 37,1%. Zema marca 4,1%; Caiado, 3,8%; Renan Santos, 3,5%; e Aldo, 1,4%.

Popularidade

A pesquisa  também mostra piora na avaliação do presidente Lula, com leve avanço na desaprovação e queda mais acentuada na aprovação do governo.

Segundo o levantamento, 46,6% dos entrevistados aprovam o desempenho de Lula na Presidência, enquanto 51,5% desaprovam. Em relação à rodada anterior, a desaprovação oscilou 0,8 ponto porcentual para cima, e a aprovação recuou 2,1 pontos porcentuais.

Na avaliação qualitativa do governo, 42,7% classificam a gestão como ótima ou boa, ao passo que 48,4% a consideram ruim ou péssima. Outros 8,9% avaliam o governo como regular. Na comparação com a pesquisa anterior, a taxa de ótimo ou bom caiu 4,4 pontos porcentuais, enquanto o índice de ruim ou péssimo oscilou 0,1 ponto porcentual para baixo. Já a avaliação regular cresceu 4,5 pontos porcentuais.

Recortes demográficos

Entre os segmentos que mais aprovam o presidente estão agnósticos ou ateus (73,5%), idosos (60,4%) e eleitores de maior renda (58,5%). Por outro lado, os grupos com maior índice de desaprovação são evangélicos (74,2%), moradores da região Centro-Oeste (69%) e pessoas com idades entre 25 e 34 anos (63,4%).

A pesquisa ouviu 4.986 brasileiros adultos por meio de recrutamento digital aleatório entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07600/2026.

SEM EXPLICAÇÃO

Preço sobe, mas MS ainda tem o etanol mais barato do país

Combustível subiu em torno de 20 centavos nas últimas semanas e já não é mais vantajoso diante da gasolina

25/02/2026 07h20

Conforme a ANP, o menor preço médio estadual, de R$ 4,25, foi registrado em Mato Grosso do Sul na pesquisa encerrada dia 21

Conforme a ANP, o menor preço médio estadual, de R$ 4,25, foi registrado em Mato Grosso do Sul na pesquisa encerrada dia 21

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Os preços médios do etanol hidratado subiram em Mato Grosso do Sul e mais oito estados, caíram em outros 8 e no Distrito Federal e ficaram estáveis em 8 na semana encerrada no dia 21 de fevereiro. No Amapá não houve medição. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Mas, apesar da alta, o preço do etanol em Mato Grosso do Sul ainda é o mais em conta do país. 

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol ficou estável na comparação com a semana anterior, a R$ 4,65 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço também ficou estável em R$ 4,46 o litro.

A maior alta porcentual na semana, de 7,11%, foi registrada em Alagoas, de R$ 4,78 para R$ 6,24 o litro. A maior queda, de 1,96%, ocorreu no Distrito Federal, de R$ 5,10 para R$ 5,00 o litro.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,59 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,83, foi observado no Rio Grande do Sul. Já o menor preço médio estadual, de R$ 4,25, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amazonas, de R$ 5,48 o litro.

Competitividade

O etanol não era competitivo em relação à gasolina em nenhum Estado na semana encerrada em 21 fevereiro. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol tinha paridade de 73,81% ante a gasolina, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.
 

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