'Ilhas' de plantas aquáticas são retiradas do Rio Paraguai para navegação não ser prejudicada

Trabalhos foram realizados de Corumbá (MS) até o muncípio de Cáceres, no Mato Grosso

CAPITAL NEWS 04/08/2012 18h40

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Foto: Capital do Pantanal
Retirada das plantas aquáticas garantem navegação

A AHIPAR (Administração da Hidrovia do Paraguai) conclui os trabalhos, iniciados em maio, de controle e prevenção de formação de balseiros ao longo do Rio Paraguai, principal via navegável do Pantanal, fenômeno este que ocorre em períodos de cheia na região. O balseiro pode formar “ilhas” de até 100m², com 1,50m de profundidade, impedindo a navegação.

O balseiro é formado por aguapé ou camalote (planta aquática) e a capineira (planta terrestre, que cresce em tronco seco, sobre o depósito de limo e húmus trazidos pela cheia). Quando ocorre a inundação, a capineira se desprende do terreno e flutua, arrastando também troncos de árvores tombadas nas margens.

A concentração de plantas aquáticas e gramíneas pode interromper o tráfego de médias e grandes embarcações na hidrovia, além do risco de acidentes. Quando o rio enche, entre janeiro e julho, a vegetação desprende-se das suas margens e baías, sendo levada pela correnteza e concentrando-se em trechos sinuosos e estreitos.

Com o apoio da embarcação “Engenheiro Avídio de Mello” da AHIPAR, que dispõe de equipamentos (grades de empurra instaladas na proa e pás mecânicas), foi realizada a limpeza do canal no trecho Fazenda Bela Vista (Corumbá) e a foz do Rio Sararé (Cáceres, MT), entre os km 1796 e 1970 da via. 

Fonte: Assessoria de Imprensa da AHIPAR. 


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