Cidades

Coxim

Homem recebe descarga elétrica ao podar árvore

Homem recebe descarga elétrica ao podar árvore

Gabriel Maymone

23/07/2011 - 16h04
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Clodoaldo Valério da Silva, de 38 anos, sofreu uma descarga elétrica nesta manhã em Coxim (MS) enquanto fazia a poda de uma árvore em frente a sua residência. O homem estava sentado em um galho da árvore que encostou em um fio de alta tensão de energia elétrica. Ele conseguiu descer até o chão de uma altura de 4 metros e começou a passar mal.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e encontrou a vítima deitada na sala de sua casa, aparentemente sem ferimentos. Silva foi imobilizado e encaminhado ao pronto socorro do Hospital Regional Álvaro Fontoura.

CUIDADOS

O comandante do Corpo de Bombeiros, capitão Wagner Dupin, aconselha os moradores não fazerem esse tipo de poda. O correto é acionar a Enersul, que possui técnicos especializados para a execução do serviço.

ESTATÍSTICAS

Dados da Enersul revelam que choque elétrico mata 15 trabalhadores por dia no Brasil. Os números foram registrados em 2009 só com trabalhadores que executam a poda de árvores embaixo da rede elétrica e apontam um dado ainda mais preocupante: um aumento de 25% em comparação ao ano de 2008.

No final do ano passado, a Enersul chegou a realizar um seminário sobre podas em São Gabriel do Oeste, com objetivo de alertar a população sobre os riscos de acidentes com choque elétrico e ao mesmo tempo orientar esses profissionais a respeito das normas de segurança.
 

Com informações do site Edição de Notícias

Loterias

Bolão de Campo Grande leva R$ 15 mil na Quina

Aposta foi realizada na lotérica Via da Sorte Loterias e dividida em oito cotas

16/04/2026 08h15

Foto: Divulgação

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Um bolão registrado na Via da Sorte Loterias, localizada na Avenida Mato Grosso acertou quatro dezenas no concurso 7002 da Quina, sorteado na noite desta quarta-feira (15), e garantiu um prêmio de R$ 15.771,12. A aposta foi dividida em oito cotas. 

O sorteio ocorreu a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo. O prêmio principal do concurso estava estimado em R$ 18 milhões.

As dezenas sorteadas foram: 04 -15 - 34 - 49 - 55.

Apesar de ninguém ter acertado os cinco números, o que faria o prêmio máximo estimado em R$ 16 milhões, apostas com quatro acertos foram contempladas em todo o país. Em Campo Grande, o bolão premiado chamou atenção pela divisão do valor entre os participantes, garantindo pouco mais de R$ 1,9 mil para cada cota.

Próximo sorteio: Quina 7003

Como a Quina seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quinta-feira, 16 de abril, a partir das 20 horas, pelo concurso 7003.

Para participar dos sorteios da Quina é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 5 dentre as 80 dezenas disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 2, 3, 4 ou 5 números.

Como apostar na Quina?

A Quina tem seis sorteios semanais: de segunda-feira a sábado, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Ganham prêmios os acertadores de 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O preço da aposta com 5 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas cinco dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 24.040.016, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 7.507,50 a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 8.005, ainda segundo a Caixa.

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Centros Regionais

Privatização da Saúde em Campo Grande entra na mira do Ministério Público

Projeto economizaria R$ 400 mil aos cofres públicos, mas justificativa não é suficiente para conselho e o MPMS

16/04/2026 08h15

Projeto engloba o CRS do Tiradentes em terceirização da Saúde

Projeto engloba o CRS do Tiradentes em terceirização da Saúde Gerson Oliveira/Correio do Estado

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) entrou na polêmica da privatização das Unidades de Saúde de Campo Grande ao instaurar procedimento administrativo com o objetivo de avaliar a proposta do Município de terceirizar os Centros Regionais de Saúde (CRSs) do Aero Rancho e do Tiradentes para Organizações Sociais de Saúde (OSSs).

No dia 26 de março ocorreu uma reunião entre a promotora de justiça do Núcleo de Apoio Especial à Saúde (Naes), Daniela Cristina Guiotti, e o presidente do Conselho Municipal de Saúde (CMS), Jader Vasconcelos, para debaterem a proposta feita pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) para mudança no modelo de gestão de algumas Unidades de Saúde da Capital.

Conforme consta na ata da reunião, a redução de custos é o principal motivo para o Município querer a mudança. “A proposta apresentada pelo gestor municipal tem como um de seus fundamentos a alegação de redução de custos, com estimativa de diminuição do valor mensal atualmente despendido (cerca de R$ 4,3 milhões) para aproximadamente R$ 3,9 milhões”, pontua.

Ainda consta no projeto a transformação das unidades CRS Coophavila II e CRS Nova Bahia em Centros de Atenção Psicossocial (Caps), mas continuariam na mão do Executivo municipal. 

Contudo, para o MPMS, as propostas foram apresentadas “sem estudo técnico detalhado, parâmetros comparativos ou evidências que sustentem tal projeção”.

Há também a impressão, por parte do órgão fiscalizador e do Conselho, de que a mudança para Organização Social não vai resolver os gargalos destas respectivas Unidades de Saúde. 

Por outro lado, o novo modelo pode atrair outros problemas ou piorar os que já estão presentes nas Unidades de Saúde.

“O modelo de gestão apresenta histórico de elevação de custos ao longo da execução contratual, sobretudo por meio de sucessivos termos aditivos, o que, na prática, pode tornar o serviço mais oneroso do que a gestão pública direta”, explica.

“Ressaltou-se, ainda, que as Organizações Sociais possuem natureza jurídica de direito privado, operando sob lógica empresarial, o que pode implicar flexibilização de regras de contratação de pessoal, sem concurso público, possibilitando vínculos precários, disparidades remuneratórias e eventuais indicações políticas, em potencial afronta aos princípios da isonomia e da impessoalidade”, completa o documento.

Com a contratação de uma empresa para gerir as Unidades de Saúde, aconteceria a retirada de servidores efetivos das unidades, a dispensa de profissionais contratados e a redução da força de trabalho, “cenário que poderia gerar dependência estrutural do Município em relação à entidade privada”, de acordo com o projeto e com a reflexão do Conselho.

Por fim, foi sinalizado que os problemas apresentados recentemente na Saúde de Campo Grande são oriundos de deficiência na gestão, e não no modelo jurídico.

À exemplo, o presidente do Conselho cita irregularidades encontradas em contratos vigentes sob valor aproximado de R$ 28 milhões, especialmente no setor de limpeza, bem como ausência de insumos básicos, como papel higiênico.

Diante destes pontos e da demora da Pasta para apresentar estudos e documentos que corroborem a proposta, o MPMS decidiu instaurar o procedimento administrativo. 

Agora, o secretário municipal de Saúde de Campo Grande, Marcelo Vilela, terá até 15 dias úteis para prestar esclarecimentos a respeito dos fatos relatados.

O Correio do Estado solicitou ao MPMS mais informações sobre o acompanhamento que será feito daqui para frente, mas, até o fechamento desta edição, não houve retorno. O caso está nas mãos do promotor Marcos Roberto Dietz, da 76ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

* Saiba

Na sexta-feira, profissionais de saúde e representantes da sociedade civil lotaram a Câmara Municipal para se manifestar contra a proposta do Município de entregar os CRSs do Tiradentes e do Aero Rancho às OSSs.

As críticas partiram de quase todos os segmentos que atuam nesses centros regionais: médicos, farmacêuticos, assistentes sociais, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de conselheiros de saúde e pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

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