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Renovação

Hebe lê carta de despedida e anuncia saída do SBT

Hebe lê carta de despedida e anuncia saída do SBT

R7

13/12/2010 - 16h50
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Hebe Camargo leu uma carta de despedida do SBT ao fim da gravação de seu programa, nesta segunda (13), nos estúdios da emissora em Osasco (Grande São Paulo).

O sobrinho da apresentadora e seu empresário, Cláudio Pessutti, afirmou, em conversa com o R7 nesta tarde, "que o motivo da carta é a renovação do contrato" de sua tia com o canal de Silvio Santos, que ainda não foi acertada. 

O contrato de Hebe com SBT vence no próximo dia 31. Ela ainda não foi chamada para negociar a renovação. Há rumores de que Silvio queira reduzir mais uma vez o salário da loira, que está na TV brasileira desde a sua fundação. 

Ele também comentou a possibilidade de ela ir para outra emissora.

- Por enquanto, Hebe não fechou com ninguém, não há nenhum [novo] contrato. A carta que ela escreveu é para todo mundo: ela se despede do público também. 

Mesmo assim, o empresário disse que Hebe não vai se aposentar.

- Ela vai continuar trabalhando. 

O programa gravado nesta tarde está previsto para ir ao ar no dia 27 de dezembro. 

Procurada pelo R7, a assessoria do SBT informou que está escrevendo um comunicado oficial sobre o assunto em parceria com a assessoria de Hebe Camargo. Ainda não há previsão para o texto ser divulgado. 

Ainda segundo a assessoria do SBT, a carta de Hebe foi lida fora do ar, para a plateia, e não deve ser inserida no programa. 

Neste domingo (12), durante gravação na Globo, no Rio de Janeiro, onde recebeu o troféu Mário Lago das mãos de Fausto Silva, Hebe demonstrou seu interesse em ser contratada pela emissora carioca.

BR-262

Carreta é apreendida na fronteira com material para fabricar 40 toneladas de cocaína

O motorista do veículo foi preso e ação ocorreu em conjunto com equipes de São Paulo

12/06/2026 15h30

Divulgação

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Uma ação conjunta de agentes da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal na região de fronteira entre Corumbá e a Bolívia apreendeu na última quinta-feira (11) uma carreta com 20 toneladas de acetato de etila, ingrediente fundamental para a produção da cocaína. 

Segundo as autoridades aduaneiras, 1 litro do produto é o suficiente para produzir dois quilos de cocaína.

Assim, considerando a proporção média utilizada por traficantes que produzem a droga, estima-se que aproximadamente 40 toneladas poderiam ser produzidas utilizando o material ilícito apreendido. 

Quando o volume do produto foi apreendido, causou "surpresa" para a fiscalização, devido a grande quantidade. 

Segundo os agentes, isso revela "a ousadia do crime organizado na fronteira, onde as apreensões de drogas são rotineiras em ônibus ou no posto aduaneiro, ao final da rodovia BR-262". 

O motorista do veículo foi preso por causa da irregularidade na documentação da carga e apreensão do produto. 

A ação contou com a participação da equipe de análise de risco da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal, da 8ª Região Fiscal em São Paulo, de agentes de vigilância e repressão do órgão federal em Corumbá e da Polícia Rodoviária Federal.

Tráfico internacional

Ainda no início deste mês, a Polícia Federal deflagrou a Operação Mens Occulta, para conter a ação de um grupo criminoso especializado no tráfico internacional de drogas. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Campo Grande. 

Em Corumbá, rota conhecido de tráfico internacional, foram apreendidos 2,9 toneladas de cocaína. 

O grupo criminoso, sediado na cidade de Uberlândia (MG), é suspeito de movimentar R$ 70 milhões em valores sem lastro, no período de cinco anos, conforme relatórios de inteligência financeira.

Para lavar o dinheiro do crime organizado, empresas de fachada eram usadas para adquirem bens de luxo, como ranchos, apartamentos, cavalos de raça, embarcações e veículos. Os policiais apreenderam motos, armas e munições durante a ação.

Educação

Campo Grande: paralisação de professores afeta 110 mil alunos da rede municipal

Levantamento nacional coloca a Capital na primeira posição entre as capitais com maior vencimento-base para o magistério municipal

12/06/2026 14h59

Professores se manifestaram na manhã desta sexta-feira (12)

Professores se manifestaram na manhã desta sexta-feira (12) Divulgação

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A paralisação dos professores da Rede Municipal de Ensino (REME), realizada nesta sexta-feira (12), afetou cerca de 110 mil alunos matriculados nas 207 unidades escolares e Centros de Educação Infantil Municipal (EMEIs) de Campo Grande. 

O movimento foi aprovado em assembleia que reuniu aproximadamente 300 profissionais da educação. A suspensão das atividades em um dia útil gerou questionamentos entre pais e responsáveis, que defendem que a mobilização poderia ter sido realizada em um fim de semana, reduzindo os impactos na rotina dos estudantes.

A Rede Municipal de Ensino conta com aproximadamente 8,9 mil professores e é considerada uma das maiores do Estado. Nos últimos anos, a administração da prefeita Adriane Lopes promoveu a convocação de mais de mil professores concursados, avançou no pagamento de progressões funcionais e realizou investimentos em climatização, reformas e ampliação da estrutura das unidades escolares. Em 2025, a categoria recebeu reajuste de 6,27%, além da continuidade do acordo para implementação gradual do piso salarial dos profissionais do magistério.

Em declarações recentes, a prefeita Adriane Lopes afirmou que a discussão sobre o reajuste referente a 2026 precisaria ser reavaliada em razão das mudanças promovidas pelo Governo Federal em relação ao percentual do piso nacional e da necessidade de análise do impacto financeiro nas contas do município.

Levantamento divulgado pelo portal PEBSP aponta que Campo Grande ocupa a primeira colocação nacional em vencimento-base dos professores municipais entre as capitais brasileiras. Segundo o estudo, a remuneração inicial dos profissionais da rede municipal da Capital sul-mato-grossense supera o piso nacional do magistério, colocando a cidade na liderança do ranking nacional.

A paralisação desta sexta-feira também ocorreu em um cenário pré-eleitoral, marcado pela presença e pelo apoio de pré-candidatos e lideranças políticas ao movimento. O envolvimento de agentes políticos gerou críticas de setores que avaliam que a pauta da educação tem sido utilizada para ampliar o debate eleitoral. Apesar disso, a categoria mantém a reivindicação pelo reajuste referente ao Piso 20 horas, cuja proposta apresentada pelo Executivo Municipal foi rejeitada em assembleia realizada pelo Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP).

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