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Hamilton recebe punição e insinua ser alvo de racismo

Hamilton recebe punição e insinua ser alvo de racismo

FOLHA ONLINE

29/05/2011 - 14h28
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O inglês Lewis Hamilton, da McLaren, foi punido pelos comissários da FIA após o GP de Mônaco com o acréscimo de 20s ao tempo obtido na prova. O piloto, contudo, não teve a sexta colocação ameaçada pelo alemão Adrian Sutil, da Force India, sétimo colocado. Ao comentar a punição, Hamilton insinuou ser alvo de racismo.

"Foram seis provas e em cinco oportunidades fui julgado pelos comissários. Isso é uma piada. Talvez isso esteja acontecendo porque sou preto. Pelo menos é o que diria Ali G [personagem interpretado pelo comediante britânico Sacha Baron Cohen]", disse à BBC.

A punição foi por causa de um choque entre o piloto inglês e o venezuelano Pastor Maldonado, da Williams, nas últimas voltas, quando a prova foi retomada após cerca de 10min de paralisação por causa do acidente sofrido pelo russo Vitaly Petrov (Renault) --que também teve participação do inglês da McLaren.

Hamilton e Maldonado disputavam a sexta posição, mas com o choque entre os carros o piloto venezuelano acabou perdendo o controle do carro e batendo. Com isso, teve de abandonar a prova e perdeu a chance de pontuar pela primeira vez no Mundial de F-1.

Durante a prova Hamilton já havia sido punido com o drive through por manobra considerada irregular durante uma disputa com o brasileiro Felipe Massa (Ferrari). Os dois acabaram se tocando e Massa levou a pior, abandonando a prova pouco depois.

"Massa me tocou na qualificação e eu fui penalizado. Ele me fechou [na prova] e eu fui penalizado", defendeu-se Hamilton.

No sábado, Hamilton foi punido no treino por uma manobra irregular na última volta. Na ocasião, ele, que obteve a sétima colocação no grid de largada, perdeu três posições por cortar uma chicane.

"Se eu tivesse feito algo errado, faltado com fair play, eu admitiria, mas não é o caso", disse. "Vou tentar manter minha boca fechada e aproveitar o resto da temporada", disse.

Esportes

Lorenzo Musetti anuncia desistência do Rio Open por não conseguir se recuperar de lesão

Anúncio foi feito pelas redes sociais do evento e a desistência acontece em razão de uma contusão

01/02/2026 23h00

Lorenzo Musetti, tenista italiano

Lorenzo Musetti, tenista italiano Foto: Divulgação

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Segundo melhor tenista da Itália e nº 5 do ranking mundial, Lorenzo Musetti está oficialmente fora do Rio Open, que será disputado entre os dias 14 e 22 de fevereiro. O anúncio foi feito pelas redes sociais do evento e a desistência acontece em razão de uma contusão.

"Oi, pessoal. Depois que me lesionei no Australian Open, eu e minha equipe avaliamos a situação e, infelizmente, preciso informar que a recuperação vai levar mais tempo do que esperávamos e, infelizmente, não poderei disputar o Rio Open", anunciou Musetti em vídeo no X (antigo Twitter).

"Estou realmente muito triste, porque estava animado em dividir meu tênis com vocês e sentir a energia dos fãs brasileiros e a paixão que vocês têm pelo esporte. Desejo que tudo vá bem e que seja um evento maravilhoso para todos. Espero voltar ao Brasil em breve. Tchau", finalizou.

Musetti se machucou há quatro dias, quando disputava o Australian Open. Na ocasião, o italiano disputava as quartas de final contra Novak Djokovic, que teve de ter atendimentos médicos por conta de bolhas no pé. O sérvio voltou à partida, mas quem optou por não continuar foi o italiano, que sentiu dores na virilha. Ele ainda voltou para mais um game, mas acabou desistindo.

Aos 23 anos, Lorenzo Musetti é o 5º tenista do ranking da ATP, enquanto Djokovic é o 4º lugar. O sérvio disputou neste domingo a final contra Carlos Alcaraz, que levou o título e deu a Nole seu primeiro revés em uma decisão do Grand Slam australiano.

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POR POUCO

Corinthians marca no fim e vai à prorrogação, mas fica com o vice no Mundial de Clubes feminino

As Brabas fizeram um jogo de superação, empataram por 2 a 2 com um gol de pênalti no último minuto, mas perderam na prorrogação por 3 a 2 neste domingo, em Londres, na Inglaterra.

01/02/2026 20h00

Corinthians foi derrotado pelo Arsenal por 3 a 2, em Londres

Corinthians foi derrotado pelo Arsenal por 3 a 2, em Londres Rodrigo Gazzanel / Corinthians/Divulgação

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Na primeira edição do Mundial de Clubes feminino da Fifa, o Corinthians ficou com vice-campeonato. Diante do Arsenal, uma das melhores equipes do mundo, as Brabas fizeram um jogo de superação, empataram por 2 a 2 com um gol de pênalti no último minuto, mas perderam na prorrogação por 3 a 2 neste domingo, em Londres, na Inglaterra.

O time inglês foi campeão porque impôs sua superioridade técnica, melhor organização tática e aproveitou as falhas da defesa corintiana em dois gols. As inglesas tiveram posse de bola superior a 60%, sempre "empurrando" o time brasileiro para dentro de sua área.

Outro fator pesou na balança: a diferença de calendário e de condição física. Enquanto as brasileiras estão iniciando a temporada; as inglesas estão em plena disputa das competições. Desconfortável, o Corinthians apostou nas faltas e nos escanteios.

Dono do título da Champions League feminina na temporada 2024/25 e melhor time do mundo de acordo com a Bola de Ouro, da revista France Football, a equipe inglesa mostrou variações táticas que encurralaram a zaga corintiana. Por isso, a goleira Letícia foi a melhor em campo.

Os ataques ingleses, ora pelas laterais, ora pelo centro da defesa, faziam com que a bola sempre rondasse a área corintiana. Foi assim que saiu o primeiro gol, aos 14, com Olivia Smith, após falha da defesa corintiana.

Campeão da Libertadores no ano passado, o Corinthians conseguiu uma resposta rápida e importante seis minutos depois. O empate veio com a jogada mais forte: a bola parada. Após escanteio, Gabi Zanotti empatou.

Além da qualidade técnica, as Gunners tiveram a vantagem de decidir o título em casa, no Emirates Stadium, em Londres. Mas a vantagem foi pequena. No duelo das torcidas, a partida foi mais equilibrada. Mesmo em menor número, os corintianos cantaram o jogo todo, lembrando o clima na Neo Química Arena, em Itaquera.

Novamente "rodando" a bola com paciência e precisão, em busca de espaço no segundo tempo, o Arsenal conseguiu o segundo gol aos 13 minutos com Wubben-Moy, de cabeça. A vantagem no placar refletia a superioridade inglesa.

O time inglês desperdiçou várias oportunidades e não conseguiu transformar seu volume de jogo em vantagem numérica.

Foi aí que entrou a velha mística corintiana. No último lance do tempo normal, a árbitra mexicana Katia Mendoza anotou pênalti com auxílio VAR. Victória Albuquerque converteu com um chute no meio do gol: 2 a 2.

Na prorrogação, outro erro da defesa corintiana, agora com Duda Sampaio. Bola perdida no meio. Contra-ataque letal. Foord avançou, chutou cruzado e definiu a final.

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