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ESTRUTURA

Governo quer criar 225 cargos em comissão para o Ministério da Defesa

Governo quer criar 225 cargos em comissão para o Ministério da Defesa

AGÊNCIA CÂMARA

25/12/2010 - 00h02
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Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 7784/10, do Executivo, que cria 225 cargos em comissão do grupo Direção e Assessoramento Superiores (DAS), 28 gratificações de representação, 134 gratificações para cargos de confiança e 101 gratificações de representação para exercício de função no Ministério da Defesa.

A medida acarretará impacto na despesa de pessoal anual da União de R$ 18,95 milhões. De acordo com a proposta encaminhada pelo Executivo, o provimento dos cargos dependerá de disponibilidade orçamentária.

Os cargos e gratificações vão suprir demandas em projetos das Forças Armadas, como o Calha Norte, o Soldado-Cidadão e o Rondon. A execução dos projetos, segundo os ministérios da Defesa e do Planejamento, exige a ampliação da estrutura de pessoal, que está inalterada desde a sua criação em 1999.

Na justificativa, os ministérios também alegam que a criação de cargos pelas diretrizes estabelecidas na Política de Defesa Nacional (Decreto 5.484/05) e pela Estratégia Nacional de Defesa (Decreto 6.703/08), aumentaram as obrigações do Ministério da Defesa, tornando indispensável a reestruturação do quadro de pessoal.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisado pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

TRÁFICO

PRF apreende mais de 3,5 toneladas de drogas em caminhões na BR-262

Ação em Campo Grande também encontrou medicamentos contrabandeados; dois foram presos em flagrante

03/08/2026 09h00

Drogas e medicamentos contrabandeados foram encontrados em caminhões abordados pela PRF em Campo Grande

Drogas e medicamentos contrabandeados foram encontrados em caminhões abordados pela PRF em Campo Grande Divulgação

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de 3,5 toneladas de drogas durante uma abordagem realizada na tarde de sábado (1°), em Campo Grande. A ação aconteceu no km 351 da BR-262 e também resultou na apreensão de medicamentos contrabandeados.

Conforme a PRF, os policiais faziam ronda pela rodovia quando perceberam que dois motoristas, ao notarem a aproximação da viatura, entraram repentinamente nas cabines de dois caminhões que estavam estacionados em um posto de combustível. A atitude chamou a atenção da equipe, que decidiu realizar a abordagem. 

Durante a fiscalização, os agentes também identificaram irregularidades nas placas dos veículos. Em um dos caminhões, foram encontrados medicamentos importados ilegalmente, além de um comprovante de compra dos produtos no Paraguai.

Na sequência, os policiais vistoriaram os compartimentos de carga e localizaram sinais de adulteração nas caçambas. Com apoio do Corpo de Bombeiros, uma estrutura soldada em um dos semirreboques foi cortada, revelando um compartimento oculto onde estavam escondidos 533,8 quilos de cocaína, entre pasta base e cloridrato.

No outro veículo, a PRF encontrou 2.973,9 quilos de maconha. A droga estava camuflada sob uma carga de calcário.

Os dois motoristas foram presos em flagrante por tráfico de drogas e contrabando. Eles foram encaminhados, junto com os veículos e os materiais apreendidos, para a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar) e para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), em Campo Grande.

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SUCCESSIONE

Após um mês foragido, Neno Razuk é preso na Bolívia

O ex-parlamentar está na lista vermelha da Interpol, o que permite que autoridades de outros países sejam alertadas sobre a existência da ordem de prisão

03/08/2026 08h30

O ex-deputado estadual Neno Razuk (PL) antes de ser cassado

O ex-deputado estadual Neno Razuk (PL) antes de ser cassado Wagner Guimarães/Alems

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O ex-deputado estadual Roberto Rakuk Filho, o Neno Razuk, foi preso na Bolívia, neste domingo (2), após ficar mais de um mês foragido. Como procedimento padrão, ele deve ser entregue à Polícia Federal para cumprir prisão solicitada pelo Grupo de Atuação Especial De Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).

As primeiras informações é de que Neno teria sido preso durante uma abordagem policial, quando apresentou sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

No dia 24 de julho, o ex-deputado entrou para a lista vermelha de procurados da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), após a suspeita de que ele teria deixado o Brasil.

O pedido para inclusão na lista internacional foi apresentado pelo MPMS e encaminhado à Polícia Federal por determinação do juiz José Henrique Kaster Franco, titular da 4ª Vara Criminal de Campo Grande.

A inclusão na lista vermelha da Interpol permite que autoridades policiais de outros países sejam alertadas sobre a existência da ordem de prisão e possam auxiliar na localização do procurado.

A reportagem do Correio do Estado tentou contato com o advogado de Neno Razuk, porém não obteve resposta até a publicação da matéria.

Operação Successione

Neno Razuk é um dos réus em investigação decorrente da Operação Successione, que apura a atuação de uma organização criminosa ligada à exploração ilegal do jogo do bicho em Mato Grosso do Sul.

Em denúncia apresentada pelo MPMS, o ex-deputado, familiares e outros investigados são apontados como integrantes de uma estrutura criminosa que teria atuado na exploração de jogos de azar no Estado.

Ao todo, 20 pessoas foram denunciadas na quarta fase da operação. Entre os acusados estão, além de Neno, o pai e irmãos do ex-parlamentar.

A acusação sustenta que o grupo teria utilizado uma estrutura armada e recorrido a outros crimes para garantir espaço e domínio na exploração da contravenção em Mato Grosso do Sul.

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