Correio B

LUTA CONTRA O CÂNCER

Gianecchini tem sangramento durante passagem de cateter

Gianecchini tem sangramento durante passagem de cateter

DA REDAÇÃO

19/08/2011 - 16h15
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O Hospital Sírio-Libanês divulgou na tarde desta sexta-feira (19) um novo boletim médico sobre o estado de saúde do ator Reynaldo Gianecchini, internado na capital paulista para tratamento de um linfoma. O boletim diz que o ator apresentou sangramento durante a passagem de um cateter, que foi "prontamente tratado com as medidas necessárias".

O ator recebeu, na semana passada, o diagnóstico inicial de um linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer que se desenvolve nos linfócitos. Exames realizados no Brasil e nos Estados Unidos definiram o “sobrenome do linfoma". Em comunicado divulgado pela Central Globo de Comunicação logo após a descoberta do câncer, o ator falou sobre a doença. “Estou pronto para a luta e conto com o carinho e amor de todos vocês”, afirmou Gianecchini na ocasião.

O ator estava em cartaz com a peça “Cruel”, que estreou em 27 de junho no Teatro Faap, na Zona Oeste de São Paulo. Segundo a assessoria do espetáculo, as apresentações foram suspensas por causa da internação.

Confira a íntegra do boletim:

“O ator Reynaldo Gianecchini Júnior segue internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com diagnóstico final de linfoma T Angioimunoblástico.

Na noite de anteontem (17/8) durante a passagem de cateter central, apresentou como intercorrência sangramento que foi prontamente tratado com as medidas necessárias.

O paciente encontra-se estável sendo preparado para o início da quimioterapia e segue acompanhado pelas equipes coordenadas pelos Profs. Drs. Yana Novis, Raul Cutait e David Uip.”

 

HISTÓRIA DE MS

Fundação Barbosa Rodrigues digitaliza acervo do jornal Diário da Serra e o disponibiliza on-line

Projeto da Fundação Barbosa Rodrigues garante a preservação de milhares de páginas que registram a formação do Estado e o cotidiano sul-mato-grossense

25/06/2026 08h30

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossenses

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossenses Arquivo

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Durante três décadas, o Diário da Serra registrou os principais acontecimentos políticos, econômicos, culturais e esportivos de Campo Grande e Mato Grosso do Sul.

Agora, quase 28 anos após a circulação de sua última edição, em 15 de novembro de 1998, parte dessa memória volta a ficar acessível ao público por meio de um projeto de digitalização que pretende preservar um dos mais importantes patrimônios documentais da imprensa regional.

A partir do dia 10 de julho, os primeiros volumes digitalizados do acervo estarão disponíveis gratuitamente no site da Fundação Barbosa Rodrigues. O projeto é apenas o início de um trabalho de longo prazo que pretende tornar acessíveis cerca de 210 livros encadernados, reunindo milhares de exemplares do jornal.

Segundo a presidente da Fundação Barbosa Rodrigues, Nara Borges, a iniciativa nasceu da necessidade de preservar documentos históricos que sofrem os efeitos naturais do tempo.

“O acervo já estava sob a guarda da fundação e entendemos que era necessário iniciar um processo de digitalização para garantir sua preservação. Estamos falando de um patrimônio documental que registra momentos fundamentais da história de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul”, afirma.

Nesta primeira etapa, foram digitalizados 10 volumes, somando aproximadamente 7 mil páginas. A expectativa é de que o restante do trabalho seja realizado gradualmente ao longo dos próximos anos.

“O projeto é grande e exige muito cuidado. Por isso optamos por fazer a digitalização em etapas. Ainda há muito material pela frente”, explica.

ANTES DE MS NASCER

A história do Diário da Serra se confunde com a própria trajetória de MS.

O jornal foi lançado em 28 de maio de 1968, quando ainda faltavam nove anos para a divisão do antigo Mato Grosso e a criação do novo estado.

Integrante dos Diários Associados, conglomerado fundado por Assis Chateaubriand, o periódico chegou a Campo Grande em um momento de intensa expansão dos meios de comunicação brasileiros.

A inauguração ocorreu apenas um mês após a morte de Chateaubriand e acabou se transformando também em uma homenagem ao empresário e jornalista responsável pela construção de uma das maiores redes de comunicação da América Latina.

A cerimônia reuniu artistas, intelectuais, políticos e autoridades. O bispo dom Antônio Barbosa abençoou as instalações, enquanto o governador Pedro Pedrossian acionou o painel eletrônico da moderna rotativa Bühler, fazendo surgir o primeiro exemplar impresso.

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossensesO governador Pedro Pedrossian acionando o painel eletrônico da rotativa Bühler, em 1968 - Foto: Arquivo

Representando os Diários Associados, João Calmon destacou que o novo jornal fazia parte do projeto idealizado por Chateaubriand de levar veículos de comunicação a todos os estados brasileiros.

BERÇO DO JORNALISMO

Ao longo de sua trajetória, o Diário da Serra se tornou uma verdadeira escola de jornalismo.

Centenas de profissionais passaram pela redação, ajudando a construir a identidade da imprensa regional.

Entre as décadas de 1970 e 1990, o jornal protagonizou uma intensa disputa editorial com o Correio do Estado.

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossensesRedação do Diário da Serra em um dos prédios pelos quais o jornal passou - Foto: Arquivo

A rivalidade era comparada aos grandes clássicos do futebol. Política e esporte concentravam boa parte da competição, mas a busca por reportagens exclusivas acontecia em todas as editorias.

Repórteres cultivavam fontes estratégicas, perseguiam furos de reportagem e acompanhavam diariamente o trabalho do concorrente. O resultado era uma cobertura cada vez mais qualificada.

Quem mais se beneficiava dessa disputa era o leitor, que recebia informações aprofundadas e análises sobre os acontecimentos que moldavam a vida da cidade e do Estado.

Entre as inúmeras coberturas históricas, o jornal testemunhou a divisão de Mato Grosso, em 1977, acompanhou a instalação da nova unidade federativa, registrou campanhas eleitorais, crises econômicas, conquistas esportivas e mudanças urbanas que transformaram Campo Grande.

QUANDO O JORNAL PAROU

Entre as milhares de páginas que ajudam a contar a história de Campo Grande e Mato Grosso do Sul, uma delas registra um episódio que quase interrompeu a trajetória do Diário da Serra.

No dia 4 de outubro de 1977, quando faltavam apenas sete dias para a instalação oficial do novo estado, o teto da redação do jornal desabou sobre parte das instalações da sede, localizada na Avenida Calógeras.

O acidente ocorreu por volta das 17h. Segundo relatos publicados na época, funcionários perceberam que o forro de gesso apresentava rachaduras e começava a ceder. Inicialmente, acreditou-se que alguém estivesse realizando algum serviço sobre a estrutura.

Em poucos instantes, porém, a situação se agravou. Ao perceber o risco iminente, o diretor do jornal, César Quintas, ordenou que todos deixassem o local imediatamente.

A decisão evitou uma tragédia. Segundos depois, telhado, forro e parte da estrutura vieram abaixo com um estrondo, ouvido a grande distância, destruindo a redação, setores de diagramação e parte do parque gráfico. Apenas a jornalista Ana Lúcia Divas sofreu ferimentos leves em uma das pernas.

A repercussão foi imediata. Na edição do dia seguinte, o Correio do Estado, principal concorrente do Diário da Serra, estampou imagens da destruição e manifestou solidariedade aos profissionais atingidos. Mais do que isso, colocou sua estrutura à disposição para que o rival pudesse continuar produzindo e imprimindo suas edições.

MEMÓRIA PRESERVADA

Para garantir a qualidade da reprodução, a equipe optou por utilizar a fotografia, em vez de scanners convencionais.

O trabalho foi realizado pelo fotógrafo João Pedro Félix Escobar, que registrou cuidadosamente cada página dos exemplares.

“Chegamos a estudar a aquisição de equipamentos específicos para digitalização, mas a fotografia apresentou resultados melhores na preservação da qualidade das imagens e dos detalhes das páginas”, explica Nara.

O processo exigiu atenção especial em razão da fragilidade do material. Depois de décadas armazenados, muitos exemplares apresentam desgaste natural do papel, exigindo manuseio cuidadoso, para evitar danos.

Mesmo com a criação da versão digital, o acervo físico permanecerá sob a guarda da Fundação Barbosa Rodrigues.

“O material original continuará sendo preservado. A digitalização não substitui o acervo físico. Pelo contrário, ela ajuda a protegê-lo, reduzindo a necessidade de manuseio constante”, destaca.

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossenses

 

Diálogo

Não deixa de ser curioso, para não dizer outra coisa...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (25)

25/06/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Roberto Shinyashiki - escritor brasileiro

"A vida não é um quadro pronto, e sim uma obra de arte que se revela com uma nova pincelada a cada dia”.

FELPUDA

Não deixa de ser curioso, para não dizer outra coisa. Um motorista flagrado transportando “apenas” 613 quilos de cocaína conseguiu, em primeira instância, ser enquadrado na condição de beneficiário do chamado tráfico privilegiado. Mas o Ministério Público recorreu e entendeu que carregar mais de meia tonelada de droga para outro estado não combina exatamente com a figura da inocente “mula” do tráfico”. O benefício foi retirado e a pena recalculada. Afinal, há certas “encomendas” que simplesmente não cabem na bagagem da ingenuidade.

MAIS

A jovem Dally Ugla, da Aldeia Córrego do Meio, em Sidrolândia, entrou para a história ao conquistar o primeiro título do Beleza Originária 2026, realizado na Aldeia Brejão, na Terra Indígena Nioaque. A coroação destacou não apenas a beleza, mas também a representatividade, o conhecimento das tradições e o orgulho das raízes indígenas. O evento reuniu representantes de diversas aldeias da região em uma celebração da cultura, da identidade e do protagonismo dos povos originários. A programação incluiu apresentações culturais, manifestações tradicionais e uma feira gastronômica, fortalecendo a integração entre as comunidades.

O prefeito André Guimarães ressaltou que a iniciativa evidenciou a riqueza da cultura indígena e defendeu que o projeto continue crescendo para preservar as tradições e fortalecer a identidade dos povos originários. Idealizadora do evento, Claudilene Souza comemorou o sucesso da estreia, afirmando que o Beleza Originária nasceu do sonho de valorizar a história, a cultura e a beleza das origens indígenas. A primeira edição deixa como legado o incentivo ao orgulho das raízes e a valorização das novas gerações indígenas.

DESISTIU

Diziam que Freud explicava tudo. A política de Mato Grosso do Sul, porém, faria o pai da psicanálise pedir aposentadoria. Na direita, dois pré-candidatos ao Senado, de acordo com pesquisas, estariam “embolados”, mas justamente o que aparece correndo atrás da dupla dos “preferidos”, age como favorito absoluto. Já na esquerda, quem amarga posição distante nos levantamentos de preferência popular, segue tratando a eleição como mera formalidade. Convicção é uma coisa; matemática eleitoral é outra, ensina a política.

"DESILUDIDO"

E o roteiro fica ainda mais intrigante. Uma liderança que já brilhou, tipo top das galáxias, hoje parece esquecida tal qual pinguim de geladeira em gaveta de guarda-roupa velho. Para completar a “desilusão 
de Freud”, três figuras que durante anos caminharam lado a lado, agora disputarão cargos por partidos diferentes. Se continuarem dividindo o mesmo eleitorado, podem terminar unidos apenas na fila dos derrotados. A conferir.

BARRA PESADA

A Justiça mandou um comerciante de Campo Grande pagar R$ 5 mil por danos morais a um entregador por aplicativo, que foi agredido com uma barra de ferro durante discussão. O capacete evitou tragédia maior. A tese de legítima defesa não convenceu o juiz, que considerou a reação desproporcional e incompatível com qualquer solução civilizada de conflito. O acordo anterior valia apenas pelo capacete danificado. A barra de ferro saiu cara e ainda rendeu condenação.

Aniversariantes

  • Marinez Muller Cesco (Dedê Cesco), 
  • Tina Rodrigues Wunderlich, 
  • Lilian Ferro, 
  • Julie Abuhassan Gonçalves,
  • Rosineide Cunha Lemos de Deus, 
  • Ademir Panucci,
  • Cristiane Santana Farias,
  • Florisbela de Souza,
  • Irene Satsico Oshiro,
  • João Batista Campagnani Ferreira,
  • Dr. Luiz Carlos Takita,
  • Marcos Antonio Momesso,
  • Ayres José Cerioli,
  • Dr. Estanislau Santos Ciasca,
  • João Francisco,
  • Ornei de Almeida,
  • Telma Cristina Serrou Pimentel,
  • Nauile de Barros,
  • Juliane Maeda Guenka,
  • Juarez Lemes de Souza,
  • Renata Volpe,
  • Loy Pael Nogueira,
  • Carolina Medeiros Fabris,
  • Dr. Giovanni Pires Viana, 
  • Dr. Ruy Luiz Falcão Novaes,
  • Wolfram Enok Pessoa Sandes,
  • Juliana Marcondes Rezende,
  • Cleide de Moraes Deduch,
  • Luzia Morel Lino,
  • Ivone Ferreira Emídio e Silva,
  • Erlenice Maria Peron Palhano, 
  • Nelsi Mota Holzschuh,
  • Amanda Santos,
  • José Robson Samara Rodrigues de Almeida,
  • Dr. Renato Augusto Casemiro de Oliveira,
  • Jercé Euzébio de Souza,
  • Matheus Enzo Shiraishi,
  • Aparecido dos Santos,
  • Lauro Andrei Monteiro de Carvalho,
  • Adriano Borges Toscano Júnior, 
  • Nair Fonseca Higa,
  • Guilherme Duarte Jafar,
  • Leila Andréa Schneider,
  • Dr. Marcos Raymundo Marinho,
  • Dr. Gustavo Passarelli Silva, 
  • Zuleide Paniago, 
  • Sílvia Mariani,
  • Lúcia Maria Gonçalves de Resende,
  • Francisca Silva Neves,
  • Ivone Figliolino,
  • Ana Clara Higa,
  • Antonio Roberto Rogoski,
  • Cleonice Moraes Freitas,
  • Aparecida Maria Fortes,
  • Marcela Tanaka,
  • Jorge de Souza Mareco,
  • Márcia Carvalho Lima,
  • Dr. Amadeu Hugo Alessi,
  • Alexandra Guimarães,
  • Joana Joelma Duarte Amaral,
  • Ana Aparecida Ribeiro de Barros,
  • Célia Rosinei dos Santos Nunes de Souza,
  • Lilian Carolina da Silva,
  • Laura Patricia Daniel Palumbo Fernandes,
  • Leila Maria Maciel Figueira
  • Dra. Rosângela de Andrade Thomaz, 
  • Marília Porto Antunes,
  • Nádia Maria Barbosa Prado,
  • Willian Guttemberg Assis,
  • Sebastião Felix da Silva,
  • Layla Hellen Murad,
  • Paulo Roberto Martins,
  • Karine de Barros Preza,
  • Osmar Silva e Luz,
  • Vanessa Cardoso,
  • Wellington Lander Borges,
  • Celso Hideyuki Akamine,
  • Edvandro Cesar Dorisbor,
  • Bruna Viveiros Barros,
  • Gabriel Simplicio,
  • Carlos Augusto da Silva (Carlinhos do TRR),
  • Elidio Antonio Ferreira,
  • Carlos Alberto Benites dos Santos,
  • Juliano Bueno Dias,
  • Adalberto da Silva Ramos,
  • Ilka de Souza Fernandes,
  • Rosana Sanches Nakayama,
  • Geisa Vidal Duarte Oguchi,
  • Eliano Bottega Ebeling,
  • Iris Mara Oliveira Gomes Orros,
  • Ailene de Oliveira Figueiredo,
  • Fabiana Keylla Schneider,
  • Raquel Canzi Duialibi,
  • Juliana Yuri Sakihama, 
  • Jefferson Goes Medina,
  • Alexandre Cavalcanti Barbosa,     
  • Caetano Humberto Bruno,                
  • Juliano Henrique Cícero Dias,            
  • Silvino de Freitas Adrião,        
  • João Baptista Coelho Gomes,
  • Estevan Daniel Leite,                   
  • Ivete Roland Benitez,                   
  • Márcio Barbosa da Silva,
  • Elenice Aparecida Camargo,
  • Benedita Gomes de Lucena,    
  • Célia Regina Gomes Aleixo.

Colaborou Tatyane Gameiro

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