Cidades

NESTA MANHÃ

Filhote de sucuri é encontrado ao lado do Terminal Guaicurus na Avenida Gury Marques

Filhote de sucuri é encontrado ao lado do Terminal Guaicurus na Avenida Gury Marques

KARINE CORTEZ E TARYNE ZOTTINO

08/01/2012 - 18h45
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Um homem não identificado encontrou um filhote de sucuri ao lado do Terminal Guaicurus, localizado na Avenida Gury Marques, em Campo Grande (MS). O animal, que estava bastante debilitado, foi colocado em uma caixa e levado até a Unidade de Pronto Atendimento do Bairro Universitário na manhã deste domingo (08).

Os funcionários da UPA acionaram o Corpo de Bombeiros, que encaminhou a cobra até o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS). 

HOMÍCIDIO

Homem que informou onde corpo estava é preso por matar vítima a pauladas

Suspeito teria contratado casal para programa, deu calote e matou homem ao ser cobrado

02/09/2026 12h37

Divulgação / Polícia Civil

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Um homem conhecido pelo apelido de 'Bigode', de 63 anos, foi preso nesta terça-feira (01) pelo crime de homícidio de Juliano Aparecido Ribeiro, de 42 anos, encontrado morto no dia 13 de agosto, em Ponta Porã.

O suspeito de iniciais G.B.M. teria comunicado a localização do corpo na data do crime, mas sem confessar ser o responsável pela morte da vítima.

Segundo a Polícia Civil, que esclareceu o caso, Bigode se apresentou inicialmente como morador do bairro Copa Fronteira, região em que ocorreu o crime e acionou a Polícia Militar informando que havia encontrado o corpo de Juliano.

As equipes da Polícia Civil e Perícia Criminal compareceram ao local e coletaram os vestígios para as investigações. Com a reconstrução da cena do crime para entender como ocorreu, G.B.M. apresentou uma primeira versão constatada como incompatível posteriormente.

Acompanhado de um advogado, o suspeito relatou que um casal de usuários de drogas teria ido até a sua casa na intenção de praticar um furto. Ele afirmou que o casal pediu dinheiro e ao iniciarem uma discussão atingiu Juliano com golpes de madeira para se defender de um suposto ataque.

Ao continuar as investigações, a Polícia descobriu que a mulher que ele teria indicado ser par de Juliano estava o acompanhando. Posteriormente, as imagens das câmeras de seguranças indicaram que tanto a vítima, quanto a mulher estariam na companhia de Bigode.

A apuração apontou que antes do crime, Bigode teria contratado o casal para um programa e antes de irem para a casa de Juliano, os três passaram em uma conveniência juntos e em seguida foram para o local.

Em determinado momento, Bigode deixou o local informando ao casal que iria em casa para buscar o dinheiro do pagamento. Com a demora, Juliano e a mulher foram atrás do homem e então houve a discussão, que evoluiu pra agressão física.

Bigode atingiu Juliano com golpes de madeira, que gerou graves ferimentos e lesões resultando na morte da vítima.

Ao fim da investigação, o homem foi preso ontem e conduzido a 1ª Delegacia de Ponta Porã, em que posteriormente foi enviado ao sistema prisional, onde deve permanecer preso até o julgamento.

PRESÍDIO

Agepen transfere internos após vídeo mostrar festa do PCC na Máxima

Operação Nêmesis foi deflagrada após gravação de comemoração dentro do presídio

02/09/2026 12h30

Operação Nêmesis realiza pente-fino na Máxima de Campo Grande após vídeo mostrar detentos em comemoração com referências ao PCC

Operação Nêmesis realiza pente-fino na Máxima de Campo Grande após vídeo mostrar detentos em comemoração com referências ao PCC Reprodução

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A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) iniciou a transferência de presos identificados como participantes de uma comemoração com referências ao Primeiro Comando da Capital (PCC) dentro do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a Máxima de Campo Grande. A movimentação ocorre após a circulação de um vídeo gravado no interior da unidade e integra a Operação Nêmesis, iniciada nesta terça-feira (1) e que prossegue nesta quarta-feira (2).

Nas imagens que motivaram a ação, detentos aparecem reunidos durante uma comemoração em alusão ao aniversário de 33 anos da facção criminosa. Um dos presos faz discurso, sobre uma mesa, aparecem diversas porções de uma substância branca, semenlhante à cocaína, organizadas em fileiras.

A partir da identificação dos envolvidos, a Polícia Penal determinou transferências conforme os critérios de segurança adotados para cada interno. A Agepen não informou quantos presos foram retirados da Máxima nem para quais unidades eles foram encaminhados.

Segundo a Agepen, manifestações coletivas de apoio ou alusão a organizações criminosas dentro de estabelecimentos penais podem configurar falta disciplinar grave, conforme a Lei de Execução Penal. Dependendo dos elementos reunidos durante a investigação, os envolvidos também poderão sofrer outras consequências no cumprimento da pena.

A Operação Nêmesis reúne policiais penais de Mato Grosso do Sul e integrantes da Força Penal Nacional (FPN), coordenada pela Polícia Penal Federal. Participam ainda equipes do Comando de Operações Penitenciárias (COPE), da Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário (GISP) e servidores da própria unidade.

A ação inclui revistas gerais, fiscalização de celas e demais dependências, identificação de irregularidades e adoção de medidas para dificultar a atuação de organizações criminosas de dentro dos presídios.

Paralelamente às buscas dentro das unidades, as forças de segurança intensificaram o combate ao uso de drones para transportar drogas, celulares e outros objetos proibidos para dentro dos presídios.

Após a operação, foi suspensa a entrega de pertences aos detentos.

 

 

Desde 25 de agosto, policiais penais estaduais e integrantes da Força Penal Nacional atuam no monitoramento de aeronaves remotamente pilotadas nas unidades prisionais de Campo Grande e Dourados.

Nesse período, foram apreendidos dois drones, 14 aparelhos celulares, cinco carregadores e um rolo de linha reforçada utilizado para acoplar cargas às aeronaves. As equipes também recolheram aproximadamente 1,7 quilo de substância com características de maconha e cerca de 250 gramas de material semelhante à cocaína.

Segundo a administração penitenciária, diversas tentativas de lançamento de materiais ilícitos foram derrubadas durante as ações.

O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, afirmou que a operação integra as medidas permanentes de enfrentamento às organizações criminosas e de combate à entrada de materiais proibidos nos estabelecimentos penais.

“A Operação Nêmesis faz parte do trabalho permanente da Polícia Penal de Mato Grosso do Sul no enfrentamento ao crime organizado e no combate à entrada de ilícitos nas unidades prisionais”, declarou.

Já o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, destacou que a integração entre as forças estaduais e federais busca ampliar a capacidade de prevenção e resposta dentro do sistema penitenciário.

A Operação Nêmesis permanece em andamento na Máxima de Campo Grande.

 

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