Cidades

Tragédia

Filho mata pai de 80 anos, queima casa da família e tenta se matar com facadas no peito

Filho mata pai de 80 anos, queima casa da família e tenta se matar com facadas no peito

VÂNYA SANTOS

18/05/2013 - 16h06
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Equipe do Tático do 10º Batalhão da Polícia Militar (PM) confirmou que na tarde deste sábado (18) Raimundo Cordeiro, de 53 anos, matou o pai identificado apenas pelo nome de José, de aproximadamente 80 anos. Em seguida, o filho tentou suicídio. O crime ocorreu em uma residência na Rua Francisco Chaves, Bairro Los Angeles, em Campo Grande.

Segundo informações da PM, Raimundo ateou fogo na casa, que era ocupada pelo pai, cadeirante. José morreu no local, mas só a perícia poderá apontar se a vítima morreu carbonizada ou se já estava morto quando o filho ateou fogo na casa.

Testemunhas acionaram a polícia, que chegou a tempo de impedir que Raimundo cometesse suicídio. Ele desferiu facadas no próprio peito, mas foi socorrido e encaminhado para a Santa Casa. Não há informações com relação ao estado de saúde do autor.

Ainda conforme testemunhas, Raimundo tem problemas mentais.

Preservação

Serra do Amolar é 'arca' para proteger mais de 200 espécies em MS

Recentemente, casal de tatu-bola foi flagrado em registro raro

28/07/2026 15h30

Foto: Divulgação / IHP

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No coração do bioma pantaneiro, a Serra do Amolar, em Corumbá, reafirma sua posição de santuário ecológico ao atuar como uma verdadeira “arca” para a proteção de mais de 200 espécies registradas a partir do monitoramento feito pela equipe técnica do Instituto Homem Pantaneiro (IHP).

Celebrado nesta terça-feira (28) o Dia Mundial da Conservação da Natureza, reforça o papel estratégico dos ecossistemas conservados para o equilíbrio do planeta. Por lá, 10 espécies figuram sob elevado grau de ameaça, classificadas como “vulneráveis” ou “em perigo”.

Entre os achados recentes mais emblemáticos obtidos pelo trabalho de monitoramento da fauna feito pelo Instituto, destaca-se o raro registro de um casal de tatu-bola (Tolypeutes matacus), uma das espécies brasileiras mais vulneráveis ao impacto do fogo e aos efeitos severos das mudanças climáticas.

No caso específico do tatu-bola, o registro feito neste ano do casal permite avanços em estudos sobre comportamento, principalmente para contribuir com outras instituições e fortalecer políticas públicas para conservar a espécie. Conforme o Instituto Chico Mendes de Conservaçã da Biodiversidade (ICMBio), a distribuição do tatu-bola no Brasil ainda é pouco conhecida e conta com poucas ocorrências confirmadas.

Tida como espécie "quase-ameaçada" pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (plataforma SALVE), o possível apagamento da espécie passa, neste momento, por processo de revisão que sinaliza agravamento para a existência da espécie.

Banco de dados 

O Instituto Pantaneiro mantém um banco de dados científico e de longo prazo, fundamental para compreender a dinâmica das populações de animais silvestres, subsidiar estratégias de combate a incêndios e orientar políticas públicas ambientais.

“A nossa grande dedicação envolve conservar a biodiversidade pensando no território, nas suas interconexões, na coexistência com o ser humano. Por isso, no nosso trabalho, entendemos que é preciso estar presente no território, usar a ciência e a tecnologia, além de manter o respeito e atuar em conjunto com as comunidades", disse o presidente do IHP, Ângelo Rabelo.

Segundo Ângelo, o monitoramento realizado há mais de 10 anos entrega dados que permitem estudar as espécies e buscar entender como elas estão reagindo às transformações do clima e aos eventos extremos no Pantanal. "O registro que tivemos do casal de tatu-bola, por exemplo, significa que os esforços estão valendo a pena e precisar ser continuados”, frisou. 

Conservação 

O Pantanal ocupa o 2° lugar no mundo em densidade de mamíferos em um território, com índice de 0,724 por km quadrados.

Nesse contexto, a Serra do Amolar, localizada em uma área de aproximadamente 80 km entre a divisa de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, além da fronteira com a Bolívia, garante uma importância a mais para esse ecossistema por combinar áreas de morraria, campos inundáveis e vegetação nativa conservada, espaço que concentra Mata Atlântica, Cerrado e características amazônicas.

O espaço funciona como um corredor ecológico para garantir habitat mais saudável para centenas de espécies de animais, incluindo o tatu-bola.

Acidente fantasma

FAB faz buscas mas não encontra avião desaparecido em MS

Uma aeronave não identificada teria emito alerta de socorro na tarde de ontem na região do Pantanal, mas não foram encontrados destroços na região

28/07/2026 15h00

Avião da FAB sobrevoou área de 200 km² mas não encontrou nada

Avião da FAB sobrevoou área de 200 km² mas não encontrou nada Reprodução

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A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que realizou buscas na região entre as cidades de Coxim e Corumbá para investigar um possível acidente aéreo. 

Em nota enviada ao Correio do Estado, a FAB afirmou que recebeu um chamado para verificar um suposto acidente aéreo na região na tarde de ontem (27).

Uma aeronave SC-105 Amazonas foi usada nas buscas, sobrevoando uma área de aproximadamente 200 quilômetros quadrados, mas, até o momento, nenhuma aeronave foi localizada. 

Ainda segundo a nota, não foi registrada nenhuma ocorrência envolvendo alguma aeronave na data em questão. 

Leia na íntegra:

A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), informa que não houve qualquer ocorrência registrada envolvendo uma aeronave da FAB na segunda-feira (27/07).

Na data mencionada, uma aeronave SC-105 Amazonas foi empregada para verificar um possível acidente aéreo naquela região, não sendo confirmado. Uma área de aproximadamente 200 quilômetros quadrados foi coberta, mas nenhuma aeronave foi localizada até o momento.

As buscas começaram quando um alerta foi registrado pelo Destacamento de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA) de Curitiba, no Paraná. Uma aeronave teria emitido um alerta de "Mayday", mas os números de matrícula e modelo não estavam cadastrados. 

Segundo o jornal Diário Corumbaense, durante a tarde de ontem, as buscas se concentraram na região da Nhecolândia, no Pantanal, nas proximidades do alagado do Taquari. Uma aerovave do Esquadrão Pelicano da FAB sobrevoou a região durante 4 horas, conforme registrado no site Flightradar 24. 

De acordo com o prefeito de Coxim, Edilson Magro (PP), um aviso foi emitido aos pilotos locais, para que ajudassem nas buscas. 

“Fui comunicado por volta das 17h, então liguei no aeroporto e me informaram que possivelmente sumiu uma aeronave na região pantaneira. E que para as pessoas que passam de avião, alguma coisa assim, parar ficar de olho e tal, mas foi só um alerta. Ela sumiu, desapareceu, mas não tem ainda onde que foi, como que foi, o que que aconteceu ainda”.

Após mais de 18 horas desde o alerta, nem a queda, nem informações sobre a aeronave, ocupantes ou possíveis vítimas, foram confirmadas oficialmente até o momento. 

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