Esportes

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Fifa proíbe o São João em Salvador

Fifa proíbe o São João em Salvador

ig

25/04/2013 - 11h30
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A partir do mês de junho, quando acontecem os jogos da Copa das Confederações e Salvador abrigará algumas partidas, estão proibidas a realização de festas na cidade. A situação chegou ao conhecimento da Tribuna da Bahia por intermédio de dois moradores – um planejava realizar uma festa junina no bairro do Barbalho e o segundo em Periperi – as festas tiveram as licenças negadas pela Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo, Sucom, por conta de uma ordem da Fifa.

A TB entrou em contato com a assessoria do órgão municipal que confirmou a suspensão de eventos na cidade no mês de junho. “A Prefeitura de Salvador irá publicar um decreto dando maiores detalhes, mas a orientação é não liberar eventos na cidade em junho”, alega.

A Tribuna entrou em contato com a Assessoria Geral de Comunicação, Agecom, e teve como informação que isso faz parte de um acordo firmado entre a Fifa, o governo federal e as cidades sedes dos jogos. “O governo brasileiro assinou o acordo com a entidade e tem que aceitar as regras. Foi assim nos Estados Unidos e na África do Sul. Nos circuitos oficiais como Avenida Paralela, Avenida Bonocô, Orla, Dique do Tororó, Vitória, Ribeira, dentre outros pontos da cidade terão que exibir toda a comunicação visual com os patrocinadores da Copa. A Sucom deverá apreender quem estiver desrespeitando as regras”, alerta a assessoria.

 

Celeuma - Não é a primeira vez que ocorre episódios emblemáticos envolvendo a Fifa. A entidade havia proibido a comercialização de acarajés no entorno do estádio. A regra da Fifa recomendava o afastamento desse tipo de comércio num perímetro de até dois quilômetros das praças de jogos.

A atitude foi tomada porque o acarajé não deveria ser concorrente aos hambúrgueres produzidos pela rede McDonald’s, patrocinadora oficial da Fifa. Aparentemente a entidade teria voltado atrás e liberado a comercialização do bolinho, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, como patrimônio imaterial.

Escritório da Copa se manifesta

A Tribuna da Bahia entrou em contato com o Escritório da Copa, Ecopa, que disse desconhecer a informação de restrição a eventos na cidade durante o mês de junho. “Cada evento é analisado individualmente pelos órgãos competentes e a sua aprovação leva em conta todas as condições necessárias, de acordo com a regulamentação vigente. Não há nenhum impedimento em relação à realização de eventos na cidade. Pelo contrario, tanto a Prefeitura, quanto o Governo de Estado estão elaborando uma ampla programação de eventos que oportunamente será divulgada, para que todo o cidadão soteropolitano possa ter lazer, cultura e entretenimento durante a realização dos jogos em nossa cidade”, informou a nota da assessoria da Ecopa.

Questionada se a Fifa teria “alugado” a cidade, a Ecopa se manifestou. “Salvador, bem como todas as cidades-sede, tem recebido investimentos em diversas áreas (infraestrutura, requalificação de espaços urbanos, mobilidade, segurança, capacitação de mão de obra, saúde, equipamentos públicos, cultura, turismo), o que tem dinamizado a sua economia, através da geração de emprego e renda para os mais variados setores, trazendo benefícios para toda a população. Tudo isso vem gerando oportunidades que impulsionam o desenvolvimento da cidade e elas estão acontecendo justamente por conta da realização dos jogos. Uma vez bem sucedidos, Salvador poderá se posicionar cada vez mais como uma cidade apta a receber novos eventos em inúmeras áreas”, sinaliza e acrescenta: “Salvador está cumprindo rigorosamente o que determina a Lei Geral da Copa (Lei Federal nº. 12.663/12), no sentido de garantir a realização de todas as atividades previstas com pleno êxito. Assim, estamos trabalhando intensamente para que a capital baiana se torne uma cidade cada vez melhor e seja ainda mais desfrutada por todos os soteropolitanos”.

Decisão

Operário e Bataguassu se enfrentam em jogo que vale o título do Campeonato Estadual de MS

Operário joga com a vantagem e pode ser campeão até em caso de derrota

02/04/2026 10h45

Bataguassu e Operário decidem final do Estadual nesta quinta-feira

Bataguassu e Operário decidem final do Estadual nesta quinta-feira Reprodução/FFMS

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A espera finalmente acabou, acontece nesta quinta-feira dia 2, a grande final do Campeonato Sul-Mato-Grossense de 2026, de um lado o experiente e maior campeão Operário e do outro o surpreendente Bataguassu, que busca fazer história. 

Graças a vitória conquistada no jogo de ida por 3 a 1, o Operário joga com a vantagem e pode até perder por um gol de diferença que ainda assim, sairá campeão. Caso perca por dois gols de diferença a final será decidida nos pênaltis, se o Bataguassu conseguir reverter e vencer por três ou mais gols de diferença, se sagra campeão estadual. 

O Galo da Capital, chega para o jogo de volta querendo afastar todo e qualquer risco de crise, apesar de estar invicto na competição, o Operário chega sem técnico para essa decisão. 

Já que Paulo Massaro foi desligado do cargo após a goleada sofrida diante do Vila Nova, pela Copa Verde. Evaristo de Lima comandará a equipe enquanto um novo substituto não é anunciado. 

Porém a situação não abala o elenco, que está fechado e focado em ir atrás do tricampeonato e para isso contará com a força da torcida, pois joga em casa. 

Já a equipe do Bataguassu vai atrás da remontada para conseguir o título inédito, jogando em desvantagem, o time comandado por Diego Souza deposita a confiança no artilheiro do Brasil, Alex Choco. 

O Bata chega para final querendo marcar seu nome na história do Campeonato Sul-Mato-Grossense. O time teve uma ascensão meteórica, voltou ao futebol profissional em 2025, para a disputa da Série B do estadual e em menos de um ano, chegou à final do Estadual e garantiu vaga em competições nacionais. 

A partida acontece em Campo Grande às 19h30, no Estádio Jacques da Luz, no bairro das Moreninhas e será transmitida na TV aberta pelo SBT MS e também no site do ge.globo/ms 
 

Ascensão

De MS, tetracampeão brasileiro de karatê mira vaga na seleção brasileira

Campo-grandense, Carlos Andrighetto, de apenas 17 anos, busca se firmar na seleção brasileira da modalidade

01/04/2026 18h10

Carlos Andrighetto

Carlos Andrighetto Foto: Divulgação

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Tetracampeão brasileiro de karatê, o campo-grandense Carlos Andrighetto, de apenas 17 anos, busca se firmar na seleção brasileira da modalidade. 

Primeiro reserva da seleção brasileira há três anos, tem como objetivo se consolidar na equipe principal do Brasil, além de figurar na disputa de competições internacionais e, especialmente, a participação no tradicional Open de Las Vegas, um dos torneios mais prestigiados do karatê mundial, que acontece entre os dias 3 e 5 deste mês, nos Estados Unidos. 

O primeiro grande marco da carreira veio em 2023, quando conquistou seu primeiro título brasileiro, na categoria Kumitê. Financiado pelo Governo do Estado via Bolsa Atleta, destacou que apesar do benefício, sua família precisa custear parte dos custos. 

“O campeonato brasileiro de 2023 foi a primeira vez que fui campeão. Foi um grande prazer trazer esse título para o nosso estado e marcou muito a minha carreira. Desde aquele dia, meu nome no mundo do karatê só cresce cada vez mais”, destacou.

Apoiado pelo Governo do Estado por meio do Bolsa Atleta, destaca que nem sempre consigue apoio para as viagens, então meu pai ajuda bancando”, disse.

Apesar dos resultados expressivos dentro dos tatames, a realidade do esporte ainda impõe obstáculos fora deles, especialmente quando o assunto são custos com viagens, inscrições e estrutura para competir em alto nível. 

“Meus maiores desafios foram entender que a rotina de um campeão depende 100% de foco e disciplina, fora os dias que você acorda e pensa ‘será que posso faltar hoje, estou cansado’ e, mesmo com esses pensamentos, erguer a cabeça e focar no objetivo”, disse.

Dentro do tatame, a preparação vai além da técnica. O trabalho com o sensei Arani envolve também o fortalecimento físico e o preparo psicológico, aspectos fundamentais para quem compete em alto nível. Essa combinação é o que permite ao atleta manter a "consistência e lidar com a pressão das competições nacionais", destaca. 

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