Política

RIO DE JANEIRO

Fernanda Montenegro beija atriz na boca em ato contra Feliciano

Fernanda Montenegro beija atriz na boca em ato contra Feliciano

g1

27/03/2013 - 21h00
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A atriz Fernanda Montenegro, de 83 anos, deu um beijo na boca da atriz Camila Amado, de 77, em protesto contra a permanência do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no comando da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, durante a 7ª edição do Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio), na noite de segunda-feira(25), no Meier, na Zona Norte do Rio.

O político responde no Supremo Tribunal Federal a um inquérito em que é acusado de homofobia. Apesar das manifestações contrárias à sua permanência no comando da comissão, Feliciano garante que não vai deixar o posto. Ele nega também ter dado declarações racistas e homofóbicas, pelas quais é muito criticado, mas assume, por exemplo, ser contra a unição homessexual.

Premiação
O prêmio contemplou 13 categorias como melhor autor, iluminação, cenário, figurino, música, ator e atriz coadjuvante, diretor, produção, espetáculo, ator e atriz protagonista e uma categoria especial, que premia alguma realização ligada à atividade.

Como melhor diretor, ganhou Bruno Gomlevsky pela peça “Homem Travesseiro”, que foi também foi premiada na categoria de melhor espetáculo. O ator Gregório Duvivier foi considerado o melhor ator protagonista pela peça “Uma Noite na Lua” e a atriz Vanessa Gerbelli por sua atuação na obra “Quase Normal”.

Houve um empate na escolha de melhor produção, que foi dividida entre o “Desaparecimento do Elefante”, da Gávea Filmes, e “a Lenda”, produzida pelo Sarau Agência de Cultura Brasileira. 

Julgamento

STF marca para setembro retomada do julgamento da Lei da Ficha Limpa

Placar da votação está 2 votos a 0 contra as alterações

21/08/2026 22h00

Foto: Divulgação / STF

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O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 11 de setembro a retomada do julgamento virtual que vai decidir sobre a validade das alterações feitas pelo Congresso para flexibilizar a Lei da Ficha Limpa. A norma impede a candidatura de políticos condenados nas eleições.

O julgamento do caso foi suspenso em junho deste ano por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, que devolveu o processo para julgamento nesta sexta-feira (21).

Até o momento, o placar da votação está 2 votos a 0 contra as alterações. Os votos foram proferidos pela ministra Cármen Lúcia e Luiz Fux.

A Corte julgará uma ação protocolada pela Rede Sustentabilidade para derrubar a Lei Complementar 219 de 2025, que reduziu a contagem dos prazos de inelegibilidade. Entre as principais mudanças, a lei unificou em 12 anos o prazo máximo de inelegibilidade para políticos condenados em diversas ações por improbidade administrativa.

A lei também mudou o marco de contagem do prazo de inelegibilidade de oito anos para políticos condenados. Pelo texto aprovado pelo Congresso, os oito anos devem contar a partir da condenação, e não após o cumprimento da pena, como ocorre atualmente. 

Se esses dispositivos forem validados pela Corte, a decisão pode liberar as candidaturas de José Roberto Arruda ao governo do Direito Federal, de Eduardo Cunha para o cargo de deputado federal por Minas Gerais e de Anthony Garotinho, candidato ao governo do Rio de Janeiro.

tramitação

PEC da escala 6x1 e PEC da Segurança são oficialmente despachadas para CCJ do Senado

O andamento da tramitação foi confirmado pelo site do Senado nesta sexta-feira, 21

21/08/2026 19h00

Congresso Nacional

Congresso Nacional Arquivo - Senado Federal

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O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), despachou oficialmente para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta que dá fim à escala 6x1 e a proposta que amplia poderes da União na segurança pública. O andamento da tramitação foi confirmado pelo site do Senado nesta sexta-feira, 21.

O relator da PEC da escala 6x1 na CCJ será o senador Omar Aziz (PSD-AM). Já a relatoria da PEC da Segurança Pública no colegiado ficou com o senador Rogério Carvalho (PT-SE).

Já aprovadas pela Câmara dos Deputados, as propostas estavam paradas no Senado, em meio ao rompimento de diálogo entre Alcolumbre e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eles haviam se afastado depois da votação histórica dos senadores que derrubou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Em 14 de agosto, Alcolumbre publicou uma nota em que relatou uma "importante conversa institucional" com Lula e comunicou a determinação de encaminhamento dessas propostas para a CCJ. Ele também afirmou que dará andamento ao projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.

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