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opiniões

Famosos comentam casamento real no twitter

Famosos comentam casamento real no twitter

fAMOSIDADES

30/04/2011 - 08h37
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O casamento real, realizado nesta sexta-feira (29), fez muita gente levantar mais cedo da cama. Mas a importância do evento deixou milhares de telespectadores no mundo inteiro paralisado com a beleza da cerimônia de príncipe William e Kate Middleton. Muitos famosos também acordaram cedinho para assistir e comentar os detalhes da transmissão. Teve gente dizendo que o vestido da princesa era semelhante ao seu, outros que confessaram não ligar para o evento (mas assistiram), outras declarando amor ao prícipe Harry...

Confira alguns dos comentários feitos por famosos no Twitter:

Luciana Gimenez (apresentadora) - "O vestido é exatamente igual ao meu. Acho que não era tão bordadinho, mas bem parecido mesmo".

Eri Johnson (ator) - "Esse casamento real me deixou de saco cheio, não quero mais casar, pronto. Isso não significa que eu não possa mudar de ideia, tá?".

Preta Gil (cantora) - "Na van tem televisão, aproveitando e vendo o casamento real. Lindo, lindo. Acho chique a tradição!!!".

Marcelo Tas (apresentador) - "A Rainha Elizabeth está uma muito elegante de amarelo, parece um quindim, delicinha!".

Didi Wagner (apresentadora) - "Gente!!! Chorei com as cenas do royal wedding [casamento real]!!!! Muito emocionante. Que linda a Kate - agora Your Highness [Vossa Alteza]. Ui!".

Fe Paes Leme (atriz) - "To aqui! Acompanhando o casamento real...mas podendo dormir a qualquer momento...I Love Harry! .... Que linda a Kate!".

Leticia Birkheuer (atriz) - "Em NY, assistindo o royal weeding [casamento real].Lindo!!!!".

Paula Lima (cantora) - "E adorei os noivos, parecerem "reais"... se divertiram,foram cúmplices...E agora,CHEGA, hahahaha..".

Kate Perry (cantora) - "Em homenagem ao casamento real, eu presenteio vocês... Minhas unhas reais! Parabéns".

Ingrid Guimarães (atriz) - "No fundo, é só isto que a mulherada queria saber: o vestido da noiva".

Ticiane Pinheiro (atriz) - "Bom Diaaaaaaaa!!!!!!! Acordei cedo só para ver o casamento!!! Eu e o mundo, né!!!!!! Lindo, lindo, lindo!!! Tudo impecável e Kate deslumbrante!!!"

Solidariedade

Associação que oferta ballet às favelas faz bobó após motor do carro de ações fundir

Refeição comercializada em prol da Associação das Mulheres das Favelas de Mato Grosso do Sul busca recuperar o veículo que auxiliava na busca das doações feitas a famílias vulneráveis

31/10/2026 09h40

Associação local trabalha também para a realização de rodas de capoeira e oficinas de ballet

Associação local trabalha também para a realização de rodas de capoeira e oficinas de ballet Reprodução redes sociais

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Organização campo-grandense composta por mulheres que trabalham em prol das periferias da Cidade Morena, que, além do trabalho assistencial, proporciona, entre outras ações, oficinas de capoeira e ballet, a Associação das Mulheres das Favelas de Mato Grosso do Sul viu recentemente o motor do carro que busca as doações fundir, um prejuízo que busca sanar agora por meio da venda de um bobó de frango.

Presidida por Letícia Polidório e Livia Lopes Correa, a Associação das Mulheres das Favelas de Mato Grosso do Sul vai comercializar essa refeição, que serve uma pessoa e vem acompanhada de arroz e batata palha, no dia 8.

Além das diversas ações assistenciais, como a distribuição de mantimentos, cobertores, roupas e agasalhos, em apoio àquelas famílias campo-grandenses que se encontram em situação de vulnerabilidade social, a associação trabalha também para a realização de rodas de capoeira e oficinas de ballet.

Como disse Letícia ao Correio B, o carro que atua nesse trabalho de formiguinha por Campo Grande fundiu o motor recentemente, um prejuízo que, segundo ela, ficou orçado em aproximadamente R$ 8 mil para ser consertado, o que motivou a ação solidária.

Letícia afirma que, para aqueles que não puderem realizar a retirada do bobó no dia 8, há ainda a oportunidade de realizar de qualquer forma o bem ao próximo.

Segundo a presidente da Associação das Mulheres das Favelas de Mato Grosso do Sul, a ação solidária em Campo Grande contará ainda com a opção de uma compra a ser revertida para populações vulneráveis.

“Para quem não for retirar o bobó, também faremos a doação. Essa ação acontecerá na nossa sede, mas doaremos essas refeições para um grupo de idosos que pega marmitas com a gente uma vez na semana. Então, quem quiser comprar somente para ajudar, esse prato também será doado”, explica.

A venda dos ingressos, no valor de R$ 20, será feita durante toda a semana, com o chave Pix sendo o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da Associação das Mulheres das Favelas de MS: 45.776.653/0001-03. 

Para mais informações, basta entrar em contato pelo telefone (67) 99181-8142 para contato ou por meio do perfil @mulheresdasfavelasms no Instagram.

CRÔNICA

Um pouco mais de atenção

31/10/2026 09h35

Theresa Hilcar, Jornalista e cronista

Theresa Hilcar, Jornalista e cronista Arquivo pessoal

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Assisti no último fim de semana ao filme espanhol “53 Domingos”, cuja história retrata a vida de quem tem pai ou mãe idosos.

Três irmãos ficam diante de um problema que não dá mais para empurrar: o pai, aos 86 anos, já não consegue tocar a vida sozinho. Alguém terá de decidir se ele vai para uma residência, se muda para a casa de um dos filhos ou se continua onde está.

A primeira coisa que aparece não é um grande drama, mas o velho método familiar de fugir do assunto. A filha mais velha marca uma reunião para discutir a questão, mas os irmãos evitam a responsabilidade a todo custo: um chega atrasado, outro corta a fala, outro pega um desvio qualquer e esquiva-se.

Em meio à discussão, aparece um detalhe que se tornará extremamente significativo ao longo do filme: a necessidade de trocar uma lâmpada no banheiro da casa do pai. O que parece ser uma tarefa simples se torna o foco da discórdia. Nenhum dos três está disposto a fazer o serviço.

Em cada encontro, a questão da troca da lâmpada é abordada, mas todos se esquivam, cada um dando desculpas e passando o trabalho para o outro. É assim o filme todo.

Quando, ao final, todos parecem em vias de concordar com alguma coisa, um telefonema interrompe a conversa com uma notícia inesperada: o pai caiu de uma escada, bateu a cabeça e teve traumatismo craniano. Morte instantânea.

“Mas por que ele subiu em uma escada?”, pergunta um dos filhos. Simples: ele foi trocar a lâmpada do banheiro. Parece cômico, mas no fundo é trágico.

Mostra como os filhos, na tentativa de evitar decisões e responsabilidades, acabam deixando de lado as questões mais básicas e triviais, porém cruciais para quem não tem mais a mesma mobilidade da juventude.

Na outra ponta, e no mesmo fim de semana, vimos o que pode acontecer quando jovens e idosos se unem. Centenas e milhares de pessoas acima dos 80, 90 e até de 100 anos de idade indo aos locais de votação para participar do ato democrático.

Foi lindo de ver: vovozinhas com andadores, cadeiras de rodas e até carregadas pelos netos em direção às respectivas sessões. Não importa o que impulsionou aquele movimento, mas sim a capacidade de união e solidariedade entre gerações. Mostra que nem tudo está tão perdido.

É verdade que os filhos têm dificuldades de aceitar o envelhecimento dos pais. E, muitas vezes, o único movimento possível é ignorar, fingir que está tudo bem.

O ato de ignorar ou negar o envelhecimento dos pais é, na maioria das vezes, um mecanismo de defesa emocional inconsciente. Ver aqueles que sempre foram nossa base de segurança e força demonstrando fragilidade, esquecimento ou limitações físicas gera um profundo choque de realidade.

Além disso, muitos filhos adultos estão no auge de suas carreiras e ainda criando os próprios filhos. Olhar de frente para o envelhecimento dos pais significa ter que abrir espaço na rotina para consultas médicas, cuidados especiais e apoio financeiro. Por pura exaustão ou falta de estrutura, alguns tratam a situação com pressa e superficialidade, evitando se aprofundar nas reais necessidades dos idosos.

Durante toda a vida, os pais cuidaram, decidiram e protegeram. Aceitar o envelhecimento significa entender que, gradativamente, os papéis vão se inverter – o filho passará a ser o cuidador e o pai se tornará o dependente. Assumir essa responsabilidade filial gera medo de não dar conta da sobrecarga física e emocional.

Mas, no meio de tudo isso, sempre haverá uma lâmpada com defeito, uma escada que se parte e um corpo que cai. É preciso estar atento e forte.

Theresa Hilcar, Jornalista e cronista

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