Cidades

Flagrante

Ex-vereador e pastor de MS é preso com droga em São Paulo

Ex-vereador e pastor de MS é preso com droga em São Paulo

Mercosul News

09/05/2013 - 07h53
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O ex-vereador e pastor evangélico em Ponta Porã, João Langer, 48 anos, foi preso, no último sábado (4), acusado de transportar 52 quilos de pasta base de cocaína camuflados no veículo que dirigia, uma Hillux, com placas de Amambai (MS).

Ele foi preso por policiais do Tático Ostensivo Rodoviária (TOR), na Rodovia Washington Luis, KM 327, em Taquaritinga.

A abordagem foi feita com o apoio da Polícia Militar. Em revista ao veículo, foi encontrada a pasta base de cocaína dentro do para-choque dianteiro, abaixo do farol, metade de cada lado.

Os policiais do TOR, juntos com os da PM, se deslocaram até a Polícia Federal de Araraquara, onde o João foi autuado em flagrante e encaminhado à Cadeia Pública de São Carlos.

Apesar da prisão ter sido feita no sábado à tarde, somente na quarta-feira (8) a Polícia Federal de Araraquara divulgou as informações.

CAMPO GRANDE

Câmara reforça segurança para conseguir debater buraqueira nas ruas

Na semana passada, sessão foi suspensa após atrito entre manifestantes e servidores comissionados que defendiam a prefeita Adriane Lopes

27/10/2026 09h37

Câmara de vereadores conta com reforço de duas equipes do

Câmara de vereadores conta com reforço de duas equipes do "batalhão de choque" da Guarda Municipal nesta terça-feira (27) Marcelo Victor

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Depois da confusão e do encerramento antecipado no último dia 20 de outubro, a Câmara de Vereadores de Campo Grande abriu nesta terça-feira com esquema especial de segurança para a sessão na qual o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), André de Moura Brandão, foi convocado para prestar esclarecimentos sobre a buraqueira nas ruas e os serviços de tapa-buracos que estão em andamento.

Além dos guardas municipais que normalmente já fazem o serviço de segurança, duas equipes do Romu, uma espécie de batalhão de choque da corporação, foram escaladas para acompanhar a audiência.

O reforço na segurança, segundo o presidente da Casa, é para que “não tenhamos nenhum dissabor para nenhum dos convidados”. Na sessão, cada vereador poderá fazer somente duas perguntas ao secretário. Mas, apesar do temor de que ocorressem possíveis atritos, o plenário da câmara estava praticamente vazio no começo da audiência e até a presença de vereadores era tímida, com a presença de apenas 11 parlamentares.

Na semana passada, os trabalhos foram interrompidos depois do atrito entre manifestantes que levaram uma maquete ilustrando as ruas esburacadas e servidores com cargo de confiança que estavam no local para defender a prefeita Adriane Lopes.

Depois da confusão e da intervenção dos guardas municipais, que retiraram do prédio uma parte dos manifestantes, a sessão foi encerra e o secretário foi convocado para prestar os esclarecimentos nesta terça-feira (27).

Mas, independentemente daquilo que ele falar, os 29 vereadores já decidiram que na próxima quinta-feira (29) vão oficializar a instalação da CPI do Tapa-Buraco. 

Segundo o presidente da Casa, vereador Papy, apesar do cancelamento da sessão da semana passada, “o requerimento da convocação do secretário aprovado na semana ainda é válido e a mesa diretora transferiu a vinda do secretário à tribuna para esta terça-feira, já que no dia em que seriam dados os esclarecimentos à população lamentavelmente não havia um ambiente seguro”, afirmou Papy.

A convocação ocorre diante das reclamações recorrentes sobre as condições das vias da Capital. Segundo o presidente da Câmara, somente no primeiro semestre de 2026 os vereadores apresentaram mais de 9 mil indicações relacionadas a pedidos de tapa-buracos. A iniciativa busca obter informações sobre a execução do serviço e cobrar medidas efetivas para atender à população.

CPI do tapa-buracos

Paralelamente à convocação do secretário, os 29 vereadores já assinaram o requerimento de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o serviço de tapa-buracos. A proposta é de autoria da vereadora Luiza Ribeiro, que possivelmente será a presidente da Comissão, segundo o vereador Papy.

Atualmente, o requerimento está em análise na Procuradoria Jurídica da Casa de Leis, que emitirá parecer sobre o pedido de investigação. Após essa etapa, o procedimento seguirá para os encaminhamentos necessários à instalação da comissão.

A convocação do secretário e a proposta de CPI são iniciativas distintas, mas voltadas à fiscalização do serviço público e à apuração das condições em que a operação tapa-buracos vem sendo executada na Capital.
 

OPERAÇÃO SEM REGISTRO

PF mira grupo suspeito de trazer medicamentos ilegais do Paraguai para MS

Operação Sem Registro cumpre mandados de busca e apreensão em investigação sobre contrabando, descaminho e importação irregular de medicamentos

27/10/2026 09h31

Polícia Federal deflagrou a Operação Sem Registro nesta terça-feira (27), para investigar a entrada irregular de medicamentos do Paraguai em Mato Grosso do Sul

Polícia Federal deflagrou a Operação Sem Registro nesta terça-feira (27), para investigar a entrada irregular de medicamentos do Paraguai em Mato Grosso do Sul Divulgação/PF

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), a Operação Sem Registro, que investiga a atuação de um grupo suspeito de transportar irregularmente medicamentos e outras mercadorias do Paraguai para Mato Grosso do Sul.

De acordo com a PF, os investigados atuariam no transporte regular de passageiros e mercadorias a partir da região de fronteira com o país vizinho. A suspeita é de que essa atividade estivesse sendo utilizada para a entrada irregular de produtos no Brasil.

Durante a operação, policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal de Campo Grande. A ação busca reunir provas e aprofundar as investigações sobre o possível envolvimento do grupo nos crimes de contrabando, descaminho e importação de medicamentos sem registro sanitário.

Conforme a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos três crimes, incluindo a importação de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais sem registro no órgão de vigilância sanitária competente.

Riscos à saúde

A entrada irregular de medicamentos no país também representa riscos à saúde dos consumidores. Segundo a PF, produtos trazidos do exterior sem a devida regularização sanitária não oferecem garantias quanto à procedência, composição e condições de armazenamento.

A ausência dessas informações pode comprometer a segurança dos medicamentos, especialmente quando não há controle sobre o transporte e a conservação dos produtos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável pela regulamentação e fiscalização sanitária de medicamentos no Brasil.

Até o momento, o comunicado da Polícia Federal não informou o número de mandados cumpridos, a identidade dos investigados ou a quantidade de produtos eventualmente apreendidos.

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