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Ex-parceiro Donizeti diz que foi usado por Hudson

Ex-parceiro Donizeti diz que foi usado por Hudson

r7

23/09/2011 - 04h00
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Momento de felicidade para uns e tristeza para outros. Com o anúncio da volta da dupla Edson & Hudson, os irmãos sertanejos voltam às boas. No entanto, quem não está contente com a decisão repentina de Hudson é o antigo parceiro Donizeti, com quem o roqueiro-sertanejo formava o projeto HD desde o começo do ano.

Hudson retomou a vida profissional com o irmão, mas não avisou Donizeti. O cantor ficou sabendo do retorno de Edson & Hudson por meio da internet.

- Não fiquei triste por ele ter voltado com o irmão. Acho bacana eles voltarem a se relacionar. Fiquei chateado por ter sido informado pela internet e, depois disso, ele nunca mais falou comigo. Eu liguei, tentei encontrá-lo e mandei recado, mas ele não me atende. Eu não sei o que eu fiz e o que aconteceu para ele ter terminado a dupla sem falar comigo.

Segundo Donizeti, Hudson faltou em um show no dia 13 de agosto, em Osasco, em São Paulo, e alegou estar muito doente. No entanto, em nenhum momento falou em terminar a dupla ou dar um tempo.

- Ele explicou, na época, que não estava bem, que estava bastante doente e não poderia me atender. Hudson falou que não queria falar comigo e com ninguém.

Donizeti ficou preocupado com o então parceiro. Mas depois disso não se falaram mais. Na internet, Edson levantou a suspeita do fim da dupla do irmão, mas que Donizeti, sem saber o que estava acontecendo, negou.

A volta com Edson foi uma grande surpresa para ele. Hudson confidenciava ao parceiro que jamais voltaria com a dupla, pois tinha problemas com os empresários de Edson e com o próprio irmão.

- Ele me falou que Edson preferiu ficar com os empresários do que com ele, então, jamais voltaria. Também não entendi a posição do Edson de voltar após tudo isso.

Pessoas próximas ao sertanejo dizem que a separação do projeto HD causou uma crise depressiva nele, chegando a ficar dias sem comer, chorando muito e tomando remédio tarja preta. Donizeti nega.

- A única vez que fiquei em depressão foi quando minha mãe morreu.

O sertanejo diz que guarda em casa os 10 mil CDs promocionais que eles começariam a entregar a radialistas e fãs a partir deste mês. Os álbuns feitos com apoio de patrocinadores agora serão doados.

- Eu me senti usado, porque, quando ele estava abandonado tocando com sua guitarra nos bares, ninguém foi falar com ele. Eu fui um amigo, pois ele estava bem para baixo.

Donizeti diz que teria entendido se o amigo tivesse dito que recebeu uma proposta melhor do irmão e tivesse uma posição, pelo menos, profissional.

- Ele voltou porque a dupla dá grana. Edson & Hudson dá muita grana. Hudson abandonou o barco e eu fiquei a ver navios.

Agora, o cantor quer retomar a vida solo e não vai procurar Hudson.

- Eu não devo explicações a ninguém. Quem deve é ele. Eu liguei, procurei, mandei recado. Não vou ficar indo atrás de alguém que não quer falar comigo.

Literatura Brasileira

Mazé Torquato lança biografia sobre Lucy Citti Ferreira em Mato Grosso do Sul

Autora resgata a trajetória de uma das grandes artistas esquecidas do modernismo brasileiro; lançamento oficial terá debate mediado pelo doutor em Letras Alan Silus na Biblioteca Pública Estadual Dr. Isaias Paim

07/04/2026 09h00

Apesar de ter tido obras adquiridas por grandes museus, Lucy Citti Ferreira permaneceu desconhecida pelo grande público

Apesar de ter tido obras adquiridas por grandes museus, Lucy Citti Ferreira permaneceu desconhecida pelo grande público Divulgação/Montagem

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Em um meticuloso trabalho de resgate histórico, a jornalista e escritora Mazé Torquato Chotil lança no dia 14, o livro “Lucy Citti Ferreira: A Pintora Esquecida do Modernismo”, biografia que ilumina a vida e a obra de uma das artistas mais talentosas e negligenciadas da história da arte brasileira.

A obra, pré-lançada em setembro do ano passado, ganha agora lançamento oficial na Biblioteca Pública Estadual Dr. Isaias Paim, unidade da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), às 19h. A mediação do debate será feita por Alan Silus, doutor em Letras (Estudos Literários), docente e pesquisador da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) em Campo Grande, escritor, ensaísta e membro do PEN Clube do Brasil – Região do Centro-Oeste.

A biografia aborda a vida e a trajetória da pintora modernista Lucy Citti Ferreira, que marcou a história da pintura brasileira nas décadas de 1930 e 1940 e que, como tantas outras artistas mulheres, acabou esquecida. Esta obra busca ajudar a “desenterrá-la”.

QUEM FOI LUCY?

Lucy Citti Ferreira (São Paulo, 1911 – Paris, 2008) foi pintora, desenhista, gravadora e professora, com uma trajetória que a levou dos salões modernistas brasileiros às galerias europeias. 

Nascida em São Paulo, Lucy passou a infância em Gênova, na Itália e em Le Havre, na França, onde iniciou seus estudos artísticos na Escola de Belas Artes, continuando-os depois em Paris.

Já formada e premiada como pintora, retornou ao Brasil em 1934, nos seus 23 anos, quando conheceu Mário de Andrade, que a colocou em contato com o pintor Lasar Segall – com quem trabalhou, foi musa e viveu uma história marcante.

Apesar de ter tido uma obra adquirida pelo Museu de Arte Moderna de Nova York (Moma) em 1942, Lucy permaneceu praticamente desconhecida do grande público, reduzida frequentemente ao epíteto de “musa de Lasar Segall”, com quem teve uma relação artística e afetiva intensa.

Seu patrimônio pictórico, incluindo seus arquivos, foi doado à Associação Pinacoteca Arte e Cultura (Apac), com o apoio de Marcelo Araújo, amigo da pintora, que, à época, depois de ter dirigido o Museu Lasar Segall, estava à frente da Pinacoteca de São Paulo.

Lucy viveu uma história artística relevante, assim como no plano afetivo: teve três homens importantes em sua vida e enfrentou numerosos desafios, tanto no plano pessoal quanto no profissional.

Lutou contra dificuldades financeiras e contra as barreiras impostas às mulheres artistas. Sua relação com Segall foi, ao mesmo tempo, fonte de inspiração e obstáculo ao reconhecimento de sua obra. 

De volta a Paris em 1947, trabalhou intensamente, sempre em busca de novos caminhos para sua arte, sem se preocupar com a divulgação de sua obra. Assim, apesar de seus méritos e conquistas, foi esquecida pela história da arte.

Sua história é marcada por desafios pessoais e profissionais, tendo enfrentado dificuldades financeiras, barreiras de gênero e o preconceito de uma sociedade que não estava preparada para aceitar uma mulher dedicada integralmente à sua arte. 

“Lucy não foi a única artista apagada da história da pintura e do modernismo brasileiro”, explica Mazé Torquato Chotil. “Tarsila do Amaral e Anita Malfatti também permaneceram por muito tempo no esquecimento, até que pesquisadoras as resgataram.

Muitas outras ainda virão à tona. Esta biografia lança luz sobre uma delas, Lucy, numa tentativa de ‘desenterrá-la’”, complementa a autora.

RESGATE

O processo de pesquisa para reconstruir a vida de Lucy demandou anos de investigação em arquivos dispersos e entrevistas com pessoas que conviveram com a artista. Mazé Torquato Chotil, doutora pela Universidade Paris 8 e pós-doutora pela Ehess, mergulhou em fontes como a Pinacoteca do Estado de São Paulo – que recebeu todo o acervo da pintora por meio da Apac – além do Museu Lasar Segall, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), Museu Universitário de Arte da Universidade Federal de Uberlândia (Muna) e Pinacoteca de Bauru.

“Apoiei-me no que descobri sobre sua trajetória por meio das fontes encontradas. O restante precisei imaginar, levantar perguntas, deduzir”, revela a biógrafa sobre os desafios de preencher as lacunas deixadas pelo tempo. 

Entre as revelações mais impressionantes da pesquisa está a qualidade excepcional da produção artística de Lucy, reconhecida desde muito cedo. Aos 16 ou 17 anos, ela já produzia telas impressionantes como “Quai – Le Havre” e “Olympio”, que atestam seu talento precoce.

RELAÇÕES

A biografia revela que Lucy circulou entre as principais figuras do modernismo brasileiro, além de sua conhecida relação com Mário de Andrade e Lasar Segall. Tarsila do Amaral, por exemplo, 15 anos mais velha que Lucy, levou um jornalista para conhecer a obra da amiga no sobrado-ateliê de uma pequena casa no Bairro do Cambuci, em São Paulo.

Lucy também expôs ao lado de Iberê Camargo, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Portinari, Lívio Abramo, Noêmia, Carlos Prado, Vieira da Silva, Alfredo Volpi e Mario Zanini, entre outros. No entanto, diferente de muitos de seus contemporâneos, não era de muitas amizades, mantendo um perfil mais reservado e introspectivo.

INTRANSIGENTE

A trajetória de Lucy Citti Ferreira ilustra dramaticamente os obstáculos enfrentados por mulheres artistas na primeira metade do século 20. 

A biógrafa destaca que Lucy “sempre manteve essa linha, sem concessões, nunca se moldando para agradar a um comprador. Defendia, acima de tudo, a postura de mulher artista, o direito de todo ser humano de se expressar como deseja”. 

Essa postura intransigente pode ter contribuído para seu relativo isolamento no mercado artístico da época, dominado por homens e por critérios que frequentemente marginalizavam produções femininas.

LEGADO

O lançamento da biografia coincide com a preparação de uma grande exposição na Pinacoteca de São Paulo prevista para janeiro de 2027 (originalmente marcada para setembro, mas adiada), em que um número significativo de obras de Lucy Citti Ferreira poderá ser apreciado pelo público.

Para Mazé Torquato Chotil, mais importante do que simplesmente “desenterrar” a história de Lucy é permitir que o público redescubra a qualidade excepcional de seu trabalho e a força de vontade que demonstrou enquanto artista. 

“Oriunda de uma família burguesa que perdeu recursos, vivia com pouco, fazia do pouco o suficiente. Na maior parte do tempo foi seu próprio modelo, produzindo diversos autorretratos”, destaca Mazé.

IMERSÃO

Escrever uma biografia é sempre uma jornada de imersão e descoberta, que cria laços peculiares entre biógrafo e biografado. Mazé Torquato Chotil descreve seu relacionamento com Lucy durante o processo. “Durante a pesquisa e escrita, ‘a personagem’ – neste caso, Lucy – eu a imaginava comigo, em um canto, observando e se perguntando como eu me sairia com as informações que ela não deixou”, relata a autora.

A autora brinca com essa relação de cumplicidade e tensionamento. “Eu ia brigando com ela em pensamento, tentando reunir todas as peças do quebra-cabeça para dar vida à sua verdadeira personagem”, comenta.

Esse processo íntimo de diálogo com o passado resulta em uma biografia que transcende o relato factual para se tornar uma conversa vibrante entre duas mulheres separadas pelo tempo, mas unidas pela paixão à arte e à memória.

A AUTORA

Mazé Torquato Chotil é jornalista e autora. Doutora pela Universidade Paris VIII e pós-doutora pela Ehess, nasceu em Glória de Dourados, morou em Osasco (SP) e vive em Paris desde 1985, dividindo seu tempo entre a capital francesa, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Mazé Torquato Chotil traz em sua trajetória 15 livros publicados (cinco em francês), entre romances, biografias e ensaios. Entre eles, destacam-se “Lucy Citti Ferreira: a Pintora Esquecida do Modernismo”, “Maria d’Apparecida: Negroluminosa Voz” e “Lembranças do Sítio”.

É fundadora e primeira presidente da União Europeia de Escritores de Língua Portuguesa (Ueelp) e foi editora da 0h0 min (catálogo lusófono). Escreve para a imprensa brasileira e para sites europeus.

Recebeu o Prêmio da Ailb, categoria Romance, em 2025, com “Mares Agitados: na Periferia dos Anos 1970”, e o de Biografia, em 2022, pela obra “Maria d’Apparecida: Negroluminosa Voz”, outro resgate fundamental de uma artista brasileira negra que enfrentou as barreiras do racismo e do sexismo em sua trajetória.

Felpuda

A fila de espera por exames diagnósticos essenciais, como tomografia...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (7)

07/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cacilda Becker - atriz brasileira

"Tenho confiança cega em mim, apesar das insuficiências, toco tudo para a frente. Sempre foi assim”.

 

FELPUDA

A fila de espera por exames diagnósticos essenciais, como tomografia computadorizada, ressonância magnética, eletroneuromiografia e radiografia simples contínua. De acordo com o Ministério Público, dados oficiais mostram que, em fevereiro de 2024, mais de 25 mil pessoas aguardavam a realização desses exames. O Ministério instaurou procedimento administrativo que acompanha a ação civil pública já em curso. O órgão cobra a apresentação de um plano em até 180 dias, com metas e cronograma, conforme parâmetros que consideram excessiva a espera superior a 100 dias.

Espaço

Dois nomes vêm sendo apontados como certos em uma futura administração, caso o governador Eduardo Riedel (PP) seja reeleito. um deles é o de Barbosinha, que deverá compor a chapa como vice.

Mais

O outro é Walter Carneiro Junior, secretário da Casa Civil de Riedel, e que está fazendo bom trabalho de interlocução política. Ele, que é suplente de deputado federal, decidiu não disputar mandato.

DiálogoConcedido pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul na área de arte e cultura, o de doutor Honoris Causa. A escolha do artista levou em consideração sua trajetória como referência na música brasileira, além de sua atuação em causas sociais e ambientais. Outro fator determinante foi sua origem sul-mato-grossense, já que o artista nasceu em Bela Vista. O grande momento da noite foi quando a reitora Camila Ítavo levantou o capelo doutoral e anunciou: “Nosso mais novo doutor Honoris Causa, Ney Matogrosso”. Em seu discurso, o artista se mostrou emocionado. “Isso tudo é muito inesperado para mim. É uma novidade na minha vida. Mas saibam que estou muito feliz em estar com vocês aqui”.

 

DiálogoIgnez Charbel Stephanini, Vera Saad e Carla Stephanini

 

DiálogoAlice Braga

Foco

O grupo da direita de apoio à eleição do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), de dois candidatos para o Senado e reeleição de Riedel, trabalhou para montar chapas de candidatos a deputados estaduais e federais para “tratorar”, nas urnas, a esquerda. A ideia é conquistar o maior número de vagas de maneira a não deixar espaço para o PT e suas legendas aliadas nos próximos quatro anos. Como ninguém tem bola de cristal...

Missão

Nos bastidores, a informação é que a ex-secretária de Cidadania Viviane Luiza (PSDB) é o nome escalado para “tirar” nas urnas a vaga da deputada federal Camila Jara (PT), que tentará a reeleição. A hoje tucana (deixou o PP) foi titular do órgão onde havia nove secretarias-executivas do PT e seria ligada a Vander Loubet, o que ela contestou quando o partido deixou a administração de Riedel, entregando os cargos. Viviane entrou na disputa porque teria trabalho a apresentar.

Guinada

A senadora Soraya Thronicke acabou mesmo deixando o Podemos e se filiando ao PSB no último dia da janela partidária. Será o nome para a segunda vaga ao Senado da chapa de pré-candidatura de Fábio Trad, do PT, ao governo do Estado. Ela trabalhará também para tentar reeleger Lula presidente da República. Assim, a parlamentar dá uma guinda em sua vida política nesse seu primeiro mandato de oito anos como senadora. Conquistou a cadeira 2018 como “senadora do Bolsonaro” e o encerra integrando a esquerda.

Aniversariantes

Regina Helena Barcelos Brandão,
York da Silva Corrêa,
Adelina de Souza Brandão Ota,
Aldo Miranda,
Vilson Luiz Galvão,
Iracema Paixão de Souza,
Andrielly Alves Rodrigues,
Marcio de Oliveira Ribas,
Maria Cristina Medeiros de Almeida,
Lucia Conceição de Oliveira Friozi,
Éder Marsiglia Ocampos Orué,
Mario Cesar Ferreira Santana,
Wanderley Matias Guimarães,
Tânia Maura Barbosa,
Guilherme Rahe Pereira,
Rosa Maria Martins de Oliveira,
Janaina Nunes Roque,
Josimar Machado dos Reis,
Antônio Carlos Navarrete Sanches,
Valdemir da Costa Lima,
Aguinaldo dos Santos,
Gisele Marques Carvalho,
Francisco Vaitti,
Monique de Paula Scaff Raffi,
Sérgio Roberto Barcelos,
Dr. Paulo Sérgio dos Santos Calderon,
Garcia Kemparsk de Andrade,
Dra. Yassuco Ueda Purisco,
Hilda Nunes da Cunha,
Manoel Fernandes de Oliveira Neto,
Jackeline Santana,
Waldir Tramontine,
Amadeu Furtado Alvim,
Adilson Edson Reich,
Silvestre Lopes,
Ana Maria Ferreira,
Vivian Luise Mendes da Silva,
Aylda Menezes Alves,
Luiz Gonzaga Prata Braga,
Luciana Lazarin,
Sérgio Adilson de Cicco,
Ciro José Guerreiro,
Tânia Maria Braga Netto,
Maria do Socorro Cavalcanti Freitas,
Neuza Franco de Arruda Pare,
Germano Barros de Souza Filho,
Elizabete do Carmo Cortez Pereira,
Florivaldo Bruno Ribeiro,
Leila Rondon Pereira,
Irineu Navas,
Aureo Nogueira Lisboa,
Edilmar Soares Arruda,
Felipe Euripedes Amaral,
Valdo Batista de Souza Junior,
Izabel Morais,
Elizabete Fabris de Albuquerque,
Vilmê Maria Rodrigues Gomes,
Nelson Ruy Pitta,
Viviane Rodrigues Saad,
Luciane Massaroto Gonçalves de Almeida,
Antônio Cancian Lopes,
Geraldo Macelaro Leite,
Iranilda Bordon Buchara,
Dr. Carlos Roberto Delfim,
Nelson Carlos Trindade,
Prudente Ramos da Silva,
Antônio Mandetta Filho,
Tânia Maria Nahas Curado,
Denise Cunha de Souza,
Ruben Campos Gehre,
Valdir Moritz,
Inaldo Geraldo Viedes,
Delarim Martins Gomes,
Aldecir Roque de Carvalho,
Edney Arantes de Campos,
Jucinez dos Santos Reis,
Rosilene Aparecida Mendes,
Vilmar Gomes de Carvalho,
Seiko Nakamura,
Osnei Rosa da Costa,
Keila Renata Barreiro,
Hélio Costa Lima,
Patricia Robban,
Cláudia Ramos de Souza Magalhães,
Nelson Gracia Villa Verde,
Roseli Veiber,
Fernando Zanélli Mitsunaga,
Lucia Gomes Barroso Pavani,
Aracelli Benatto,
Dr. Roberto Vinicius Bertoni,
Edvaldo Cezar Germiniani,
Amim Antonio Fonseca,
Daniela Gomes Guimarães,
Andréia Martins da Conceição Terron,
Luis Augusto Freitas Caetano Teixeira,
Leidiane dos Santos Souza,
Marcus Vinicius Amaro Garcia,
Gleyce Brandão,
Maria Helena Miranda Stevanato,
Alex André Cesar Faria,
Cleusa Spinola,
Antonio Joaquim de Oliveira Neto,
Arion Lemos Prestes,
Célio Braz Faria,
Gustavo Medeiros Horn,
Gustavo Feitosa Beltrão,
João Guilherme Miranda Carpes. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRA

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