Quinta, 23 de Novembro de 2017

Cultura

Espaços de leitura na Capital serão beneficiados com verba federal

8 JUL 2010Por 10h:05
Thiago Andrade

A Biblioteca Municipal Professora Ana Luiza Prado Bastos, localizada no Horto Florestal, receberá verba do Ministério da Cultura (MinC), pelo Programa Mais Cultura, para modernização de sua estrutura, que inclui desde reformas à aquisição de computadores e equipamento multimídia. Além disso, o programa também prevê a criação de sete novos pontos de leitura na Capital, dando continuidade ao trabalho iniciado pela Fundação Municipal de Cultura (Fundac) com as salas de leitura. O órgão receberá do MinC R$ 150 mil, com contrapartida de R$ 45 mil da prefeitura.
“É uma estratégia do ministério para democratizar a leitura, trazendo-a para dentro da comunidade e oferecendo espaços apropriados para essa atividade. Nos inscrevemos no edital e fomos contemplados por esse programa, que também permitiu iniciar a construção de um espaço cultural no bairro Estrela do Sul”, explica Roberto Figueiredo, presidente da Fundac. Segundo ele, nos próximos dias será aberto edital para que os sete pontos sejam selecionados. “Estamos estudando a possibilidade de permitir que pontos já existentes recebam melhorias”.
De acordo com Roberto, os pontos de leitura serão desenvolvidos por meio de parcerias entre a comunidade e o poder público. “Vamos dar assistência técnica e financeira e a comunidade trabalhará os programas no local”, conta. Atualmente, bairros como Moreninhas II, Coophasul, São Conrado e Santa Emília contam com espaços destinados à leitura. Nos pontos que serão criados, Roberto explica que todos contarão com espaços multimídia. “Desse modo, nos integraremos à rede do Programa Mais Leitura”.
Além dos benefícios do programa, o presidente da Fundac ressalta que o ministério doou dois kits com equipamentos de projeção e DVDs para criação de duas salas de cinema em bairros de Campo Grande como parte do Programa Cine Mais Cultura. “É uma mostra de como o ministério acredita no potencial da cidade enquanto polo cultural”, finaliza Figueiredo.

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