Quinta, 23 de Novembro de 2017

Escolas aprovam e apoiam a iniciativa

18 MAR 2010Por 02h:03
Algumas escolas particulares de Campo Grande já receberam o material do Projeto Viver de Cara Limpa. Os livros foram levados até elas pelo angiologista e cirurgião vascular Fábio Augusto, que atua como voluntário na Fazenda da Esperança. Preocupado com a questão da violência provocada pelo tráfico e consumo de drogas, Fábio acredita que a juventude é um momento delicado da vida, no qual as pessoas estão se descobrindo e podem se envolver com substâncias do tipo, portanto, a prevenção nesse período é de grande importância. “Tenho dois filhos pequenos e isso causou um apelo ainda maior para apoiar esse projeto”, afirma. Entre as escolas que já analisaram o material e decidiram usá-lo está a Fundação Lowtons de Educação e Cultura (Funlec). De acordo com Sônia Maria, coordenadora de educação básica da instituição, no momento, a fundação promove reuniões com professores, coordenadores e supervisores com Ricardo Ribeirinha, criador de “Viver de cara limpa”. “Queremos conhecer o máximo possível e capacitar os professores a utilizar os livros de forma produtiva”, explica. Sônia ressalta que a proposta será aplicada como um programa piloto em alguma das unidades da Funlec, para em seguida, se estender às outras. “Algo que chama a atenção é a facilidade de compreensão dos livros e o grande número de dados científicos apresentados”, ressalta a coordenadora. O projeto foi apresentado por Fábio Augusto no final de 2009 e foi logo aceito, em razão do compromisso que a Funlec tem com a formação de cidadãos. Além da Funlec, os três livrinhos foram levados ao Colégio Dom Bosco e Bionatus. Ambos colégios aceitaram usar o material e, no momento, esperam a melhor forma de aplicá-lo. (TA)

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