Correio B

BARRACO

'Eles podem ter discutido. É normal', diz mãe de Galvão Bueno

'Eles podem ter discutido. É normal', diz mãe de Galvão Bueno

o dia online

28/11/2011 - 18h00
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Depois de protagonizarem uma briga em público durante o show do Luan Santana, em São Paulo, o casal Galvão Bueno e Desirée Soares continuam juntos. Nesta segunda-feira, eles aterrissam em Londrina, no Paraná, cidade natal da empresária.

Segundo a mãe do locutor, Mildred Bueno, "está tudo ótimo, se tivesse alguma coisa errada eu saberia". "Mas eles podem ter discutido. É normal, sei lá". Mildred também contou ao iG que o casal planeja se mudar para Londrina em 2012.

Na última quinta-feira, segundo o colunista Leo Dias, Galvão protagonizou um barraco em público em um dos camarotes do Clube A, em São Paulo, durante um show de Luan Santana. Irritado com a mulher, ele jogou champagne no rosto dela e a empurrou. Desirée, que estava em pé, caiu sentada no sofá do camarote.

Tudo isso aconteceu diante de várias pessoas que estavam ao redor, inclusive alguns artistas. Ninguém soube explicar ao certo o motivo da briga. O que se sabe apenas é que Desirée havia dado entrevista para a TV Record e isso teria desagradado o locutor da Globo.

A mãe de Desirée, Dolares Soares, faz coro com Mildred. "Ela nem comentou sobre a briga. Acho que não foi nada. O casamento deles está 'otimamente bem'".

Felpuda

Que rufem os tambores! O distinto eleitorado pode ir se preparando...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (06)

06/02/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Fernando Pessoa - escritor português

"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela”.

FELPUDA

Que rufem os tambores! O distinto eleitorado pode ir se preparando para assistir, de camarote, o show de vitimismo que deverá ser dado por certos políticos, tão logo venha à tona malfeitos neste ano eleitoral. “Perseguição” deverá ser a palavra mais ouvida, como se fosse antídoto à realidade e permitindo que posem vestidos de anjos celestiais. Aí, acredite quem quiser nas “lágrimas de crocodilo”. E não custa lembrar: cessarão caso o resultado nas urnas seja positivo. Caso contrário, virará “chororô”, mesmo. É cada uma...

DiálogoQue rufem os tambores! O distinto eleitorado pode ir se preparando para assistir, de camarote, o show de vitimismo que deverá ser dado por certos políticos, tão logo venha à tona malfeitos neste ano eleitoral. “Perseguição” deverá ser a palavra mais ouvida, como se fosse antídoto à realidade e permitindo que posem vestidos de anjos celestiais. Aí, acredite quem quiser nas “lágrimas de crocodilo”. E não custa lembrar: cessarão caso o resultado nas urnas seja positivo. Caso contrário, virará “chororô”, mesmo. É cada uma...

 Diferenciado

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) divulgou que a reforma tributária, em vigor a partir deste ano, prevê tratamento tributário diferenciado para pessoas físicas que exercem atividades econômicas em pequena escala, os chamados nanoempreendedores.

Mais

A proposta trabalha a inclusão social ao dar reconhecimento legal a atividades hoje informais, e também alcança motoristas e entregadores por aplicativo. A medida se aplica a pessoas físicas que atuam de forma individual e sem CNPJ, com receita anual de até R$ 40,5 mil.

DiálogoDra. Rachel Furquim Marson

 

DiálogoThaily Semensato

Expectativa

O resultado da reunião de Reinaldo Azambuja, presidente estadual do PL, com a cúpula do partido, poderá mudar os rumos da pré-campanha. A legenda tem compromisso com a reeleição do governador Riedel (PP) e trabalha para eleger dois senadores, com a possibilidade de abrir segunda vaga para partido aliado. Desse encontro deverá sair uma “palavra de ordem” para apagar os incêndios causados por rebeldes. A conferir.

Sufoco

Político observador que só, afirmou que, na realidade, os vereadores caíram numa espécie de armadilha que eles mesmo criaram. E que para dar satisfação à população que pressionava sobre a questão do IPTU e do lixo, decidiram aprovar um projeto com “dose de revanchismo”, porque a proposta da prefeita Adriane Lopes não passou por eles. Seria uma medida no estilo “matar dois coelhos com uma só cajadada”. Pois é...

Ficam

O deputado Londres Machado (PP) foi escolhido novamente pelo governador Eduardo Riedel como líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, enquanto Pedrossian Neto também volta a ser o vice. O decano parlamentar agradeceu a confiança e ressaltou o apoio que sempre teve dos colegas em votações de projetos importantes para Mato Grosso do Sul.

Aniversariantes

  • Dra. Magali Martins Trivellato,
  • Luiz Ricardo de Oliveira Debortoli,
  • Christiano Lima Metello,
  • Dr. Gustavo Mendes Medeiros,
  • Diego Correia,
  • Francisco Lopes da Silva,
  • Dimas Gonçalo de Faria,
  • Jalmir Amorim Dutra,
  • Marco Antonio Homem
  • de Carvalho,
  • Pe. Ricardo Carlos,
  • Antonio Tomaz de Lima,
  • Cláudio Cézar Machado,
  • Marivalde dos Santos,
  • Vicente Mota de Souza Lima,
  • Amelia Barbosa Nogueira,
  • Yolanda Barreto Flud,
  • Zilda Nunes de Castro,
  • Karolina Curado Coppola Zanotto,
  • Luiz Carlos Franco,
  • Paulo Rogério de Carvalho Silva,
  • Antonio Alberto de Bortoli,
  • Glaucy da Silva Carmo,
  • José Espíndola de Barros,
  • Artemis Cesco Fieschi,
  • Dr. Marcos Alves Chaves,
  • Dra. Lilian Gonçalves,
  • Nelly Rieskstins Villarinho Bonfim,
  • Urbano Paulo Santi,
  • Flávio Neves Costa,
  • André Alves Ferreira,
  • Maria Flavia Decco,
  • Marcelo Moraes Salles,
  • Paulo Henrique Aguiar Nery,
  • Vagner Pinheiro da Conceição,
  • Ozená Alves Almeida,
  • Tays Kaida Vieira,
  • João Borges dos Santos,
  • Ilza de Rezende Chagas,
  • Luiz Carlos Capucci,
  • Nelson Coleto Amador de Souza,
  • Vilson Corrêa,
  • Luiz Roberto Holf de Araujo,
  • Fernando de Paula Lousada,
  • Dante Martins de Oliveira,
  • Aleide Figueiredo Serra,
  • Patrícia Akemi Tsuge Ikeziri,
  • Amaury Neiva de Carvalho e Silva,
  • Clóvis Glienke,
  • Hamilton Carvalho de Moura,
  • Claudio Marques Costa Junior,
  • Hélio Machado Borges,
  • João Simemuta da Costa Fonseca,
  • Cleber Jackson Toledo,
  • Fabiano Barth,
  • Maria Cristina Ataíde,
  • Argemiro Ângelo Corrêa Rezende,
  • Leandro Gianny Gonçalves
  • dos Santos,
  • Cinthia Emmanuelle Silva Arantes,
  • José Márcio de Araújo,
  • Edson de Almeida,
  • José Carlos Araújo Lemos,
  • Célia Aparecida Bartles Carvalho,
  • Maria Francisca Menezes Farias
  • Araújo,
  • Joise Maira Bearari Ramos,
  • Kasla Garcia Gomes Tiago de Souza,
  • Getúlio José da Costa,
  • Eduardo Bogalho Pettengill,
  • José Carlos Pesuto,
  • Maria Carmen Martinez Santos,
  • Polyanne Cruz Soares Silva,
  • Ayrton José Motta Nunes,
  • Roberto Torres Filho,
  • Vanessa Escobar Machado,
  • Adriana Eliza Barbosa Pinheiro,
  • Delvio Fagundes Cordeiro,
  • Leda Ribeiro Mendes Martins,
  • Antonio Gilmar Vieira,
  • Elidia Cruciol,
  • José Carlos de Souza Teixeira,
  • Fernando Marques,
  • Nelson Luiz de Carvalho,
  • Vladmir Tavares de Lima,
  • Hilda Maria Menezes,
  • Katia Mendes de Souza,
  • Vivianne Marques,
  • Beatriz Franco de Souza,
  • Waleska Nascimento Flôres,
  • Luis Henrique Ribeiro,
  • Mara Barbosa de Almeida,
  • Dr. Sideni Soncini Pimentel,
  • Laura Fernandes Mendes,
  • Alício Alvares de Oliveira,
  • Ernani Vicente de Souza,
  • Eurídice Maria Araújo,
  • Carla de Almeida Lopes,
  • Ednéia Maria de Medeiros,
  • Joaquim da Silva Nogueira,
  • Antonio João da Silva,
  • Maria Lúcia Mendes de Lima,
  • Claudete Rosa Pereira,
  • Francisco Carlos de Andrade,
  • Lorena Miranda de Souza,
  • Glaucia Conrado Teixeira,
  • João Carlos Martins Pinheiro,
  • Tatiane Santos Vieira,
  • Mário Sérgio Marques,
  • Roberto Campos da Costa,
  • Ana Lúcia Mendes Barbosa,
  • Maurenn Pereira de Oliveira.

SAÚDE

Mofo em ambientes úmidos desencadeia alergias, agrava doenças respiratórias e pode liberar toxinas

Além de danos materiais, o mofo em ambientes úmidos e mal ventilados desencadeia alergias, agrava doenças respiratórias e pode liberar toxinas

05/02/2026 10h00

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratórias

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratórias Reprodução

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O mofo não é apenas uma questão estética ou um incômodo passageiro. Trata-se de um sinal de alerta para a saúde do ambiente construído e, consequentemente, de seus ocupantes.

Sua proliferação silenciosa em paredes, armários, tetos e móveis é um problema de saúde pública muitas vezes negligenciado, especialmente em regiões de clima quente e úmido ou durante o inverno, quando a ventilação natural é reduzida.

Este fungo microscópico, visível em manchas esverdeadas, escuras ou aveludadas, é um bioagressor com potencial para causar desde reações alérgicas leves até condições respiratórias graves e complexas.

A relação entre o mofo e a saúde humana é direta e mediada por mecanismos bem documentados. Os fungos se reproduzem por meio da liberação de milhões de esporos minúsculos no ar, partículas invisíveis a olho nu que são inaladas com facilidade.

Além dos esporos, as colônias de mofo produzem e liberam no ambiente alérgenos potentes, irritantes químicos voláteis (MVOCs) e, em certas condições e para algumas espécies, micotoxinas – substâncias potencialmente tóxicas cujos efeitos a longo prazo são alvo de contínua pesquisa científica.

Para uma parcela significativa da população, a exposição a esses agentes desencadeia reações alérgicas. Essas reações podem ser imediatas, com sintomas que mimetizam uma rinite alérgica intensa: congestão nasal, espirros em salva, coriza aquosa, coceira e vermelhidão nos olhos.

O contato direto com superfícies mofadas pode provocar dermatite de contato, com erupções cutâneas e coceira localizada. Para os milhões de brasileiros que convivem com a asma, a presença do mofo é particularmente perigosa.

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratóriasEsporos podem estar presentes antes mesmo do mofo ser visível - Foto: Reprodução

Em indivíduos asmáticos alérgicos aos fungos, a inalação dos esporos pode funcionar como um gatilho poderoso para crises severas, com broncoespasmo, tosse e profunda falta de ar, muitas vezes exigindo intervenção médica de urgência.

DANOS À SAÚDE

No entanto, os efeitos não se restringem a pessoas com alergias diagnosticadas. A exposição ao mofo também pode irritar as mucosas de indivíduos sem qualquer predisposição alérgica.

Olhos lacrimejantes, garganta arranhando, tosse seca e sensação de pressão no peito são queixas comuns em ambientes contaminados, sintomas que melhoram sensivelmente ao se deixar o local. Este é um efeito puramente irritativo, mas não menos impactante na qualidade de vida e no bem-estar diário.

O perfil de risco é ainda mais grave para grupos populacionais vulneráveis. Bebês e crianças, cujos sistemas respiratório e imunológico estão em desenvolvimento, são mais suscetíveis.

Idosos e pessoas com o sistema imunológico comprometido (por doenças ou tratamentos médicos) não só têm maior risco de desenvolver infecções fúngicas oportunistas nos pulmões (como a pneumonia fúngica), como também podem apresentar reações mais intensas aos alérgenos.

A exposição crônica em ambientes mofados também tem sido associada, em estudos clínicos, a uma piora no controle de doenças respiratórias pré-existentes, como a bronquite crônica e a doença pulmonar obstrutiva crônica.

Além das doenças claramente alérgicas ou irritativas, a ciência investiga a relação entre a exposição prolongada a ambientes com mofo e outros sintomas sistêmicos, muitas vezes chamados de síndrome do edifício doente.

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratóriasFoto: Reprodução

Pacientes relatam cansaço inexplicável e persistente, dores de cabeça frequentes, dificuldades de concentração, lapsos de memória e dores musculares e articulares difusas.

Embora a causalidade direta seja complexa de estabelecer e esses sintomas não sejam específicos, a melhora após a remoção do foco de mofo e a mudança para um ambiente saudável é um indicativo forte da influência do ambiente na saúde geral.

A possibilidade de exposição a micotoxinas, embora menos comum em ambientes domésticos típicos, levanta questões sobre potenciais efeitos neurológicos e imunológicos que demandam cautela e mais pesquisas.

COMO EVITAR

O combate eficaz ao mofo, portanto, transcende a simples limpeza superficial. É uma estratégia de saúde preventiva. O ciclo vicioso que permite seu surgimento é conhecido: umidade excessiva + matéria orgânica (papel, madeira, gesso, tecido, poeira) + falta de ventilação + temperaturas amenas.

A primeira e mais crucial linha de defesa é o controle da umidade. Em regiões litorâneas ou no período chuvoso, o uso de desumidificadores elétricos de ambiente, principalmente em cômodos menores como quartos e banheiros, é uma medida transformadora, mantendo a umidade relativa do ar idealmente abaixo de 60%.

A ventilação cruzada é uma arma poderosa e gratuita: abrir janelas e portas em lados opostos da casa, mesmo por períodos curtos em dias frios ou nublados, permite a troca de ar úmido interno por ar mais seco externo, dissipando os esporos em suspensão.

É essencial ventilar armários e guarda-roupas periodicamente, evitando o acúmulo de umidade no interior dos móveis, onde roupas e calçados podem se tornar focos de proliferação.

A manutenção predial é outra frente crítica. Infiltrações em telhados, janelas, paredes externas e em banheiros são a principal fonte de umidade crônica e devem ser reparadas imediatamente.

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratóriasManter ambientes limpos é essencial para prevenir e combater o mofo - Foto: Reprodução

No dia a dia, hábitos simples fazem grande diferença: usar exaustores no banheiro durante e após o banho, e na cozinha durante o cozinhar; jamais guardar roupas, toalhas ou calçados que não estejam completamente secos; e evitar encostar móveis diretamente na parede, mantendo uma distância de pelo menos 5 cm para permitir a circulação de ar.

Quando o mofo já se instalou, a limpeza deve ser feita com cuidado. Para pequenas áreas (até 1 metro quadrado), uma solução de água sanitária diluída em água (1 parte de água sanitária para 10 de água) aplicada com luvas, máscara e boa ventilação pode ser eficaz. 

No entanto, para infestações extensas ou em casos em que há moradores com graves problemas de saúde, a contratação de uma empresa especializada em remediação de mofo é a atitude mais segura.

Esses profissionais utilizam equipamentos de proteção, técnicas de contenção para evitar a dispersão dos esporos durante a remoção e equipamentos profissionais de secagem e desinfecção, tratando a causa raiz e não apenas o sintoma visível.

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