Cidades

Cidades

Eike Batista defende o filho através do Twitter

Eike Batista defende o filho através do Twitter

o dia onlin

19/03/2012 - 05h00
Continue lendo...

O empresário Eike Batista defendeu o filho, Thor, através de seu perfil no Twitter. "Infelizmente aconteceu um acidente fatal. Porem a imprudencia nao foi do Thor”, afirmou o empresário através de sua página no microblog. "Minha solidariedade a familia e meu compromisso de que toda a assistencia necessaria sera prestada", escreveu.

Eike também afirmou que o filho prestou socorro à vítima ainda no local do acidente: "Thor estava na velocidade permitida, fez teste do bafômetro e firmou declaração descrevendo o acidente, no posto da PRF".

O post rendeu diversos comentários de seguidores do empresário. Um deles foi do apresentador Luciano Huck, que defendeu Thor. "Fatalidade. Prestou socorro e não tinha bebido", afirmou o marido de Angélica.

Vítima é enterrada no cemitério de Xerem

Wanderson Pereira dos Santos, de 30 anos, foi enterrado na tarde deste domingo, no cemitério de Xerem, no cemitério de Caxias, na Baixada Fluminense. O ajudante de caminhão morreu após ser atropelado por Thor Batista, filho mais velho do empresário Eike Batista e da ex-modelo Luma de Oliveira.

Parentes e amigos de Wanderson acompanharam o sepultamento, que aconteceu por volta das 17h. Todo o enterro, que custou R$ 8 mil, foi custeado por Eike Batista. O acidente aconteceu por volta das 19h20 de sábado, na pista sentido Rio da Rodovia Washington Luís, nas proximidades do distrito de Xerém, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Policiais rodoviários federais informaram que Thor dirigia um Mercedes Benz Mc Laren prata, placa EIK-0063, que teve a parte da frente destruída. O acidente teria acontecido num retorno, no Km 101. A vítima estava no acostamento, andando de bicicleta, e morreu na hora. O corpo foi levado para o IML (Instituto Médico Legal) de Caxias e deve ser liberado neste domingo.

Antes do acidente, Thor e mais 12 amigos estavam no restaurante Clube do Filé, em Itapiava, Região Serrana do Rio. De acordo com o barman que atendeu os jovens, Thor chegou por volta das 17h e saiu às 18h30, acompanhado de um amigo. Enquanto esteve no bar, Thor só bebeu suco de laranja e chá gelado.

Em nota, Thor diz que vítima atravessou a pista

Por meio da assessoria de imprensa da EBX, Thor Batista se manifestou sobre o acidente que acarretou na morte de Wanderson. "Sobre o acidente, Thor Batista lamenta profundamente o ocorrido e informa que prestou socorro à vitima, que atravessava, inadvertidamente, a rodovia 040 (sentido Juiz de Fora-Rio) de bicicleta, na noite de ontem. O empresário chamou a ambulância da Concer para prestar atendimento a Wanderson Pereira dos Santos. Thor estava na velocidade permitida, fez o teste do bafômetro e firmou declaração de próprio punho descrevendo o acidente, no posto da PRF. Thor prestará toda a assitência à família de Wanderson e comparecerá no curso da semana para prestar depoimento na 61ª DP.", diz o comunicado.

Bafômetro não revelou presença de álcool

O caso foi registrado na 61ª DP (Xerém) como homicídio culposo, ou seja, sem a intenção de matar. De acordo com policiais, a documentação do carro e a habilitação de Thor e de um amigo que estava com ele e não teve o nome revelado estavam em situação regular. Os jovens fizeram teste do bafômetro que constatou que não estavam alcoolizados. Um inspetor de plantão neste domingo informou que Thor deve comparecer à unidade nesta segunda-feira para prestar esclarecimentos ao delegado Mario Roberto Arruda. Caso ele não se apresente, poderá ser intimado.

Segundo empregados da casa de Thor Oliveira, que mora no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, desde a noite de sábado ele nao saiu da mansão. Thor está com a mãe, a ex-modelo Luma de Oliveira. Segundo o irmão e assessor de Luma, Mem Oliveira, o jovem está muito chocado com o acidente e nem ele, nem a mãe, falarão com a imprensa neste domingo.

Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), da Polícia Civil, examinaram o local. Na versão do inspetor que fez o registro do atropelamento, Thor passou mal quando viu o corpo de Wanderson, 30 anos, desfigurado pelo choque contra o carro esportivo. O MacLaren chegou a ser recolhido para um pátio da PRF, mas foi levado pelo advogado do jovem, sob condição de deixar o veículo sem modificações à disposição da polícia.

Ainda segundo inspetores da 61ª DP, o local do atropelamento, poucos metros depois de um retorno que leva ao interior do distrito de Caxias, é cenário recorrente de acidentes de trânsito. O corpo de Wanderson só foi levado para o Instituto Médico Legal do município no início da madrugada deste domingo. O enterro de Wanderson será realizado ainda na tarde domingo, no cemitério de Xerém.

Levantamento

Em 10 anos, três policiais morreram em serviço em Mato Grosso do Sul

Morte de soldado da PM em Corumbá rompe sequência de cinco anos sem baixas na corporação

01/07/2026 18h01

Foto: Divulgação / Instagram

Continue Lendo...

A morte do soldado da Polícia Militar Marcelo Pimenta da Silva, de 32 anos, durante uma tentativa de abordagem a criminosos em Corumbá, rompeu uma marca que colocava Mato Grosso do Sul entre os estados com menor vitimização policial do país.

Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) mostram que, até o confronto registrado na noite de terça-feira (30), o Estado havia passado cinco anos consecutivos sem registrar policiais mortos em serviço e contabilizava apenas dois casos em uma década.

Com a morte do militar, o total chega a três policiais mortos em serviço nos últimos dez anos.

Os números revelam um cenário que chama atenção quando comparado à letalidade das ações policiais. Enquanto apenas três agentes perderam a vida em serviço no período, 434 pessoas morreram em decorrência de intervenções policiais entre 2013 e 2023, segundo dados oficiais da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

O levantamento demonstra que as mortes provocadas por ações policiais superam, com ampla diferença, a vitimização dos próprios agentes de segurança.

Em 2026, a letalidade decorrente de intervenção policial continua elevada. Dados oficiais apontam que, apenas nos primeiros meses do ano, 52 pessoas morreram em ações de agentes do Estado em Mato Grosso do Sul, número que já representava mais de 70% de todos os registros contabilizados ao longo do ano anterior.

Confronto na fronteira

A morte de Marcelo ocorreu durante uma ocorrência considerada de alto risco na região de fronteira com a Bolívia. Integrante do Grupamento Especializado Tático em Apoio Motociclístico (Getam), do 6º Batalhão da Polícia Militar, ele participava da tentativa de abordagem a suspeitos ligados ao tráfico de drogas quando foi atingido por um disparo, possivelmente de fuzil.

O policial chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. Ele deixa uma filha de sete anos.

O caso ocorreu em uma das áreas consideradas mais sensíveis para a segurança pública estadual. Corumbá integra a faixa de fronteira com a Bolívia, região estratégica para o tráfico internacional de drogas, armas e outras atividades do crime organizado, cenário que frequentemente exige operações de alto risco das forças estaduais e federais.

Antes da morte do soldado Marcelo Pimenta, o caso mais recente de policiais mortos em serviço em Mato Grosso do Sul havia sido registrado em junho de 2020, quando os investigadores da Polícia Civil Antônio Marcos Roque da Silva e Jorge Silva dos Santos foram assassinados dentro de uma viatura descaracterizada, em Campo Grande.

Os dois conduziam um homem ouvido como testemunha de um roubo quando foram surpreendidos por disparos efetuados pelo suspeito, que fugiu e acabou morto horas depois em confronto com equipes policiais. Desde então, o Estado permaneceu cinco anos sem registrar mortes de agentes em serviço, sequência interrompida com o caso ocorrido em Corumbá

Entre os estados com menor vitimização policial

Os indicadores nacionais de segurança pública colocam Mato Grosso do Sul entre os estados com menor número de policiais mortos em serviço no país.

Na última década, o Estado registrou apenas três mortes de agentes em serviço, número que permaneceu baixo mesmo diante da extensa faixa de fronteira com Paraguai e Bolívia e da intensa atuação das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas.

Até então, Mato Grosso do Sul era apontado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública como uma das unidades da Federação com menor índice de policiais mortos em serviço.

Antes da ocorrência em Corumbá, o Estado acumulava apenas dois casos entre 2015 e 2025, desempenho atribuído a fatores como planejamento operacional, treinamento das equipes e menor incidência de confrontos letais contra agentes públicos quando comparado a estados com maiores índices de violência.

MS em números

  • 3 policiais mortos em serviço nos últimos 10 anos (2016 - 2026);
  • 434 pessoas mortas em decorrência de intervenções policiais entre 2013 e 2023;
  • 52 mortes decorrentes de intervenção policial registradas em 2026 até o período considerado;
  • Cinco anos consecutivos sem registro de policiais mortos em serviço (2021 a 2025), sequência encerrada com a morte do soldado Marcelo Pimenta da Silva.

Uso da força em debate

As chamadas mortes decorrentes de intervenção policial correspondem aos casos em que uma pessoa morre durante ações de agentes de segurança pública, geralmente em confrontos armados ou em situações envolvendo o uso da força no exercício da atividade policial.

Esses registros são contabilizados separadamente das demais ocorrências de homicídio e integram os indicadores oficiais de segurança pública.

Se, por um lado, a vitimização policial permaneceu baixa durante a última década, por outro, os indicadores de mortes decorrentes de intervenção policial mantêm Mato Grosso do Sul inserido no debate nacional sobre o uso da força.

O levantamento da Sejusp mostra que a maioria das vítimas dessas ocorrências é composta por homens jovens, principalmente na faixa entre 15 e 29 anos, perfil predominante nas estatísticas estaduais.

Os dados evidenciam uma realidade marcada por duas faces da segurança pública. De um lado, policiais que atuam em operações de alto risco, especialmente nas regiões de fronteira, onde o enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas aumenta a exposição dos agentes.

De outro, um elevado número de mortes registradas durante intervenções policiais, tema que frequentemente mobiliza discussões sobre protocolos operacionais, uso proporcional da força, transparência das investigações e políticas públicas voltadas à redução da letalidade.

Enquanto os dados ajudam a dimensionar o cenário da segurança pública em Mato Grosso do Sul, as investigações sobre a morte do soldado Marcelo Pimenta seguem em andamento. Após o crime, as forças de segurança deflagraram uma operação integrada em Corumbá, Ladário e na faixa de fronteira com a Bolívia.

Durante as buscas, um dos suspeitos de participação no ataque morreu após, segundo a Polícia Militar, resistir à abordagem e entrar em confronto com as equipes. Outro investigado, apontado como um dos atiradores, foi localizado e permanece custodiado por força de mandado judicial.

Desafio permanente

Enquanto estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia concentram historicamente os maiores números de policiais mortos em serviço e de mortes decorrentes de intervenções policiais, Mato Grosso do Sul apresenta uma realidade distinta.

O Estado figura entre aqueles com menor vitimização policial do país, mas mantém um elevado número de mortes decorrentes da atuação policial, cenário que evidencia a complexidade dos desafios enfrentados pelas forças de segurança e reacende o debate sobre o uso da força e a preservação da vida.

O contraste entre a baixa vitimização policial e o elevado número de mortes decorrentes de intervenções reforça a complexidade do cenário sul-mato-grossense, marcado pelo enfrentamento constante ao crime organizado em uma extensa faixa de fronteira e pela necessidade de conciliar eficiência operacional, proteção dos policiais e respeito aos protocolos de uso da força.

chapadão do sul

Criança de 1 ano morre após se afogar em tanque de peixes em MS

Pais da criança trabalhavam na fazenda e, em momento de descuido, não viram quando ela caiu em um dos tanques de peixe

01/07/2026 17h00

Bombeiros chegaram a prestar socorro à vítima

Bombeiros chegaram a prestar socorro à vítima Foto: O Correio News

Continue Lendo...

Uma criança de 1 a 10 meses morreu após se afogar em um tanque de peixes, em uma propriedade rural em Chapadão do Sul.

De acordo com informações do site O Correio News, a criança era filha de um funcionário da fazenda e, em momento de descuido, entrou na área onde fica o tanque de peixes, sem que os pais percebessem.

Quando notaram que a criança estava se afogando, os responsáveis a tiraram do local e acionaram o Corpo de Bombeiros, que, enquanto se deslocavam, repassaram orientações, através de chamada de vídeo, sobre como fazer manobras de ressuscitação na menina.

Como a fazenda fica a cerca de 40 quilômetros de Chapadão do Sul, a criança foi colocada em um veículo particular para ir de encontro com a equipe de resgate.

Após a interceptação no trajeto, equipes dos bombeiros deu continuidade as manobras de ressuscitação, com utilização também de desfibrilador.

A criança foi encaminhada ao Hospital Municipal de Chapadão do Sul, mas não resistiu e morreu na unidade de saúde.

Afogamentos

Casos de afogamento em piscinas, rios e balneários ocorrem em questão de minuto. De acordo com o Corpo de Bombeiros, medidas preventivas podem ser adotadas para tentar evitar acidentes.

Veja dicas da corporação:

  • Caso presencie um afogamento, só tente salvar a vítima se for habilitado e esteja em boas condições físicas para a ação; caso contrário, se for possível a aproximação, lance algum objeto flutuante (boia, isopor, prancha, etc) que ajude a vítima a flutuar ou que possa agarrar e ser tracionada para a margem (cordas, galhos com boa resistência, etc);
  • Acione o guarda vidas ou o Corpo de Bombeiros Militar através do telefone de emergência 193;
  • Piscinas de clubes e condomínios devem possuir acessos restritos e placas com informações;
  • Pais e/ou responsáveis devem dedicar atenção integral às crianças;
  • A existência de guarda-vidas não substitui a atenção e responsabilidade dos pais e/ou responsáveis;
  • Não faça uso de bebidas alcoólicas antes ou durante a permanência na água;
  • Obedeça às orientações e determinações dos guarda-vidas;
  • Respeite as sinalizações de alerta e proibição;
  • Evite brincadeiras que coloquem a segurança em risco, tais como “briga de galo”, “caldo”, competições de apneia (segurar o fôlego), entre outras;
  • Evite mergulhos “de ponta” em locais que não possuam conhecimento sobre a profundidade e relevo subaquático.

Em rios, balneários e piscinas

  • Alimente-se com moderação, prefira comidas leves e não mergulhe alcoolizado;
  • Procure sempre um local com segurança de guarda-vidas;
  • Sempre que for nadar, avise um parente sobre o local para onde está indo e a hora programada para retorno;
  • Crianças não devem brincar em piscina sem a supervisão de um adulto. Mas não as deixe sob cuidados de pessoas estranhas;
  • As crianças não devem brincar de empurrar, dar “caldo” dentro da água ou simular que estão se afogando;
  • Não permaneça perto de embarcações;
  • Cuidado com o limo nas pedras ele pode fazer você escorregar e cair na água.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).