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SAÚDE

Droga capaz de apagar memória é discutida na 'Nature'

Droga capaz de apagar memória é discutida na 'Nature'

DA REDAÇÃO

23/08/2011 - 04h00
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As drogas capazes de apagar a memória, como em "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças", filme estrelado por Jim Carrey em 2004, não são mais objeto de ficção. O assunto já ganha as páginas da "Nature".

No cinema, um coração partido faz com que o personagem vivido por Carrey queira apagar a sua ex-mulher da memória.

Na realidade, com a criação de substâncias capazes de manipular até lembranças antigas no cérebro, surge um movimento em favor desses medicamentos -- ao menos para casos especiais.

"Dada a conexão entre a memória e o senso de si mesmo, alguns bioeticistas argumentam que, em vez de buscar uma solução numa pílula, deveríamos fazer o trabalho difícil, de transformar más experiências em coisas boas", diz Adam Kolber, da Escola de Direito do Brooklyn, em Nova York, em seu artigo publicado na "Nature".

"Esses argumentos não são persuasivos. Algumas lembranças, como a de bombeiros que vasculham cenas de destruição em massa, podem não ter nenhuma qualidade que as redima", retruca.

(Com informações da Folha)

FUTEBOL

Paquetá desencanta, Flamengo vence Botafogo e vai à semi do Carioca

Rubro-Negro encara Madureira e pode chegar à oitava final consecutiva

15/02/2026 20h00

A partida foi transmitida ao vivo pela Rádio Naciona

A partida foi transmitida ao vivo pela Rádio Naciona Divulgação

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Ameaçado, em determinado momento da primeira fase, de ter que disputar um quadrangular para não ser rebaixado no Campeonato Carioca, o Flamengo está nas semifinais do Estadual. Neste domingo (15), o Rubro-Negro venceu o Botafogo por 2 a 1 no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pelas quartas de final. A partida foi transmitida ao vivo pela Rádio Nacional .

Em busca da oitava final de Estadual consecutiva, o Flamengo terá pela frente o Madureira, em jogos de ida e volta que serão agendados pela Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj). O Tricolor Suburbano será o mandante da segunda partida, já que fez melhor campanha.

O Glorioso, por sua vez, fica fora das semifinais pela terceira edição em sequência. O Alvinegro não decide um Carioca desde 2018, quando foi campeão pela última vez, e acumula uma série de cinco derrotas na temporada.

O clássico deste domingo teve o desencantar de Lucas Paquetá. Foi do meia, que retornou ao Rubro-Negro depois de oito temporadas, o gol que abriu o marcador do Nilton Santos, aos 18 minutos. O camisa 20 recebeu do atacante Bruno Henrique na entrada da área e bateu no canto do goleiro Neto.

O Botafogo empatou aos oito do segundo tempo. O lateral Alex Telles cobrou escanteio e o zagueiro Alexander Barboza, de cabeça, encobriu o goleiro Andrew. No fim da partida, aos 38 minutos, o volante Erick Pulgar testou fraco em cima de Neto, dentro da área, mas o goleiro deu rebote e o próprio chileno aproveitou, decretando o triunfo rubro-negro.

O último semifinalista do Carioca será conhecido na segunda-feira (16). Às 18h (horário de Brasília), o Fluminense recebe o Bangu no Maracanã. Quem avançar, encara o Vasco, que despachou o Volta Redonda no último sábado (14), nos pênaltis.

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CARNAVAL

Segundo dia do desfile das escolas de samba acirra a disputa

Das cinco agremiações que se apresentam, pelo menos duas são favoritas: Império do Morro, que conquistou a maioria dos títulos após o retorno dos desfiles de rua, e a Mocidade da Nova Corumbá, que coleciona também vários campeonatos

15/02/2026 19h02

Império do morro foi a ultima campeã, em 2024

Império do morro foi a ultima campeã, em 2024 Silvio de Andrade

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Foi mais de um ano de preparação com dificuldades e, sobretudo, união e reciprocidade entre as escolas de samba e seus carnavalescos, contribuindo para a superação do apertado orçamento e falta de apoio do empresariado local. Mas, agora, a rivalidade aflora na disputa pelo título do carnaval corumbaense – e é com esse espírito aguerrido que o segundo grupo das escolas de samba entra nesta segunda-feira na Avenida General Rondon.

Das cinco agremiações que se apresentam, pelo menos duas são favoritas: Império do Morro, que conquistou a maioria dos títulos após o retorno dos desfiles de rua, no início dos anos de 2000, e a Mocidade da Nova Corumbá, que coleciona também vários campeonatos e um segundo lugar em 2024, último ano valendo pontos. As demais escolas são intermediárias, passando por um ciclo de profissionalismo e evolução técnica dentro e fora dos barracões. 

Império do morro foi a ultima campeã, em 2024Desfile dos blocos oficiais, no sabado - foto: divulgação

As previsões climáticas prometem uma noite enluarada na Capital do Pantanal, com temperatura agradável (25 graus), depois da ameaça da chuva no fim de semana. No ano passado, uma chuva inesperada no final do dia de abertura dos desfiles prejudicou duas escolas em concentração, no centro da cidade, danificando carros alegóricos e fantasias. Por esta razão, o desfile foi adiado e não houve disputa com notas dos jurados.

“Estamos confiantes no clima e teremos um dos melhores desfiles”, garante Zezinho Martinez, presidente da Liesco (Liga Independente das Escolas de Samba de Corumbá). O carnavalesco, em tom de desabafo, fez recentemente um pronunciamento, onde apontou as dificuldades financeiras das agremiações de colocar o samba-enredo na avenida, citando que o Governo do Estado reduziu o repasse (R$ 900 mil), não atendendo ao orçamento apresentado.

O afro na avenida

A Imperatriz Corumbaense, fundada em 2007, abre o segundo e último dia do desfile, às 20h, defendendo o enredo “Da herança aos imperadores do amanhã, o baile de debutantes da Imperatriz, 15 anos de desfile”, narrando a trajetória da agremiação. Terá 600 componentes, quatro carros alegóricos e 16 alas. Na sequência, sai a Estação Primeira do Pantanal (2011) apresenta o enredo “Entrelaços: heranças ancestrais”, com 17 alas e 800 componentes.

Campeã em 2024, a Império do Morro, fundada em 1958, busca sustentar sua hegemonia de 34 títulos com o samba-enredo “Entre devaneios e mistérios – a vida é um sonho”, viajando na passarela pela mente humana e explorando os reinos da imaginação. Terá 700 componentes, divididos em 19 alas e a bateria e cinco carros alegóricos, um dos quais com 10 metros de altura – um risco na passagem pela avenida com a fiação elétrica baixa.

A Marquês de Sapucaí (1989) será uma das menores escolas a se apresentar, com 550 componentes em 18 alas e quatro carros alegóricos. Seu enredo também explora as raízes: Patrimonio africano – a influência de um continente pluricultural na cultura brasileira”. Encerrando a noite, a Mocidade da Nova Corumbá (1999), bicampeã do carnaval corumbaense em 2023, levará 730 passistas e ritmistas para a avenida com 17 alas e quatro carros alegóricos, com o samba-enredo ““Mocidade grita forte salve Tereza, rainha do quilombo, a voz da liberdade”¸ Na busca pelo título, a escola apresenta como narrativa a trajetória de Tereza de Benguela, a escrava que liderou no século XVIII o Quilombo do Piolho, em Mato Grosso.

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