Sábado, 18 de Novembro de 2017

Dois pedreiros são mortos em bairros da Capital

6 JUL 2010Por 07h:53
Os pedreiros Jucilei de Andrade de Souza, 33 anos, e Mário Márcio Gomes, 27 anos, foram assassinados a tiros na noite de domingo, em diferentes bairros de Campo Grande. A princípio, não há relação entre os crimes. Thiago Prado de Moraes, 13 anos, que estava próximo ao local de um dos homicídios, foi baleado e está internado no Hospital Universitário. Nenhum suspeito foi preso.
O primeiro a ser morto foi Jucilei. O crime aconteceu às 19 horas, na Rua Presidente Rodrigues Alves, Vila Almeida. A vítima estava com a esposa em um bar próximo à casa do casal. Em um determinado momento, Jucilei saiu em direção à sua residência, sendo seguido pelo autor, que também estava no mesmo comércio.
O autor então atirou em direção a Jucilei, atingindo-o nas costas. Dois tiros feriram o adolescente Thiago, que estava sentado em frente à uma casa, junto com outras pessoas. O garoto foi ferido na mão direita e na perna esquerda.
Os dois foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros e levados à Unidade de Pronto Atendimento do Vila Almeida. De lá, Jucilei foi transferido para a Santa Casa, onde morreu, e Thiago para o Hospital Universitário, onde está internado.
O suspeito do homicídio e da tentativa foi inicialmente identificado como Marcelo. Ele trabalha na construção civil, aparenta ter 25 anos, tem um dragão tatuado nas costas, vestia camiseta do São Paulo Futebol Clube e seria morador do Bairro Nova Lima. O caso será investigado pela 7ª Delegacia de Polícia Civil.

Vila Carvalho
No outro lado da Capital, na Rua Brilhante, Vila Carvalho, por volta das 22 horas, Mário Márcio foi assassinado com quatro tiros. Um rapaz que conversava com ele pouco antes do crime contou à polícia que quatro pessoas – dois homens e duas mulheres –, pararam na frente da vítima e olharam fixamente para ela, saindo em seguida.
Cerca de quatro minutos, uma motocicleta Honda Fan de cor preta com dois homens, com capacetes, parou na frente de Mário e o garupa atirou. O pedreiro correu dizendo “não fui eu” e caiu no terreno da obra que trabalhava havia dois meses. No local, a polícia apreendeu um projétil. (NC)

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