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ponte rio paraguai

Dnit apresenta estudo de recuperação

Dnit apresenta estudo de recuperação

DA REDAÇÃO

23/06/2011 - 00h02
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Na próxima terça-feira (28/06), o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), autarquia do Ministério dos Transportes, vai apresentar estudo jurídico que vai garantir a recuperação da ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, danificada após choque de comboio de 16 barcaças. A recuperação tem custo estimado de R$ 14,2 milhões. A afirmação foi feita ao deputado federal Giroto (PR-MS) ontem(22/06) pelo Diretor de Infraestrutura Rodoviária do órgão, Hideraldo Luiz Caron.

De acordo com o parlamentar, o estudo é para definir como pode ser administrado legalmente o ônus da recuperação, já que em 1997 a ponte foi entregue ao Governo do Estado, que passou a administrar a estrutura que serve de ligação entre os municípios de Miranda e Corumbá. “Existe uma questão jurídica que precisa ser resolvida. A ponte foi entregue ao Estado, mas atende a um fluxo internacional de veículos, a via é um corredor do Mercosul”, destacou o parlamentar sul-mato-grossense.  

“O Governo federal manifestou interesse em reassumir a administração da ponte. Entretanto, o Estado fez empréstimo para construção e se for adotado esse procedimento fica sem a renda gerada pelo pedágio cobrado atualmente”, afirmou Giroto. Na prática, segundo Giroto, o Governo ficaria sem o patrimônio, mas ainda teria de continuar com o ônus do empréstimo da ponte, por isso é necessário o ressarcimento do Governo do estadual.      

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres, em 1997, Mato Grosso do Sul assinou Convênio de Delegação – que faz parte do Programa de Concessão de Rodovias Federais da União -  visando a construção de uma Ponte sobre o Rio Paraguai na BR-262/MS. Esta ponte foi financiada com US$ 13,4 milhões do Fundo Financeiro dos Países da Bacia do Prata (Fonplata), cotados em R$ 14,512 milhões em 31 de julho de 1997. Hoje, o custo para construção de ponte equivalente é de cerca de R$ 120 milhões, segundo estimativa do deputado federal.

Desde 1998 é cobrado pedágio pela travessia para amortização do financiamento.  Atualmente, é cobrado R$ 5,50 por veículos leves (automóvel, caminhonete, furgão, reboque de dois eixos e similares); veículos médios (caminhão e ônibus com rodado duplo até três eixos) pagam R$ 11,00; e veículos pesados (caminhão e ônibus com mais de três eixos) pagam R$ 22,00.

 Acidente

No dia 8 de maio, por volta das 19h30min, a ponte sobre o Rio Paraguai, com extensão de 2.185,7 metros,  na BR-262, teve sua estrutura comprometida após comboio de 16 barcaças carregadas bater em sua base.          

Fatalidade

Acidente no Paraná mata motorista campo-grandense

Tombamento de carreta com placa de MS interdita a BR-277 por quatro horas e gera congestionamento de 15 quilômetros na região de Morretes

31/07/2026 10h45

Destroços da carreta e da mureta central da BR-277 após o acidente fatal em Morretes, no Paraná

Destroços da carreta e da mureta central da BR-277 após o acidente fatal em Morretes, no Paraná Reprodução CNN

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No início da tarde da última quinta-feira (30), um acidente fatal na rodovia BR-277, em Morretes, no Paraná, resultou na morte de Marcelo Cordeiro, de 37 anos. O rapaz era morador de Campo Grande e dirigia uma carreta no momento do acidente. 

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e veículos locais, por volta das 12h20, uma carreta com placa de Mato Grosso do Sul, tombou ao realizar uma curva e colidiu com a mureta central da rodovia. 

Os destroços e parte da carga transportada foram lançados para o sentido oposto da via, atingindo uma van que trafegava no momento. Marcelo, motorista da carreta, seguia sentido Paranaguá.

Os seis passageiros da van que seguia sentido Curitiba, sofreram alguns ferimentos e inicialmente foram atendidos pela equipe de primeiros socorros no local, posteriormente foram encaminhados para hospitais da região. 

A van foi atingida pelos destroços do caminhão e da mureta atingida, contrariando as notícias primárias que indicavam que havia ocorrido uma colisão frontal entre os veículos. 

A pista ficou interditada por mais de quatro horas, funcionando em apenas uma das faixas de cada lado, fazendo com o trânsito se acumulasse, causando engarrafamento de 15 quilômetros sentido Curitiba e 9 sentido litoral. 

PREVISÃO DO TEMPO

Após temporal e ventos de 60km/h, fim de semana terá sol e calor em MS

Previsão indica predomínio de tempo firme até segunda-feira (3). Chuva isolada pode voltar na terça (4)

31/07/2026 09h30

Após o temporal registrado nesta semana, o sol volta a predominar em Campo Grande, mas a baixa umidade e o calor exigem atenção da população

Após o temporal registrado nesta semana, o sol volta a predominar em Campo Grande, mas a baixa umidade e o calor exigem atenção da população Marcelo Victor

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A forte tempestade que atingiu Campo Grande na última quinta-feira (30), com chuva intensa, rajadas de vento superiores a 60km/h e centenas de descargas elétricas, dará lugar a um cenário diferente nos próximos dias. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Centro de Monitoramento do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec) indica que o fim de semana será de tempo firme com predomínio de sol e calor em quase todo o Estado. 

Na Capital, a sexta-feira (31) começou com poucas nuvens e temperatura mínima de 19°C. Ao longo do dia, os termômetros chegam aos 33°C, com ventos fracos a moderados, podendo ocorrer rajadas entre a tarde e a noite. A umidade relativa do ar deve variar entre 25% e 60%.

No sábado (1), apesar do aumento do tempo nublado, com previsão de muitas nuvens, não há expectativa de chuva. As temperaturas permanecem entre 19°C e 33°C, enquanto a umidade pode atingir apenas 20% nas horas mais quentes do dia. O domingo (2) seguirá o mesmo padrão, com mínima de 17°C, máxima de 32°C e tempo seco predominando durante todo o período.

Já na segunda-feira (3), o sol continua predominando em Campo Grande. A previsão é de poucas nuvens, temperaturas entre 19°C e 32°C e ventos de intensidade fraca a moderada, com rajadas ocasionais. A mudança nas condições do tempo deve ocorrer apenas na terça-feira (4), quando o Inmet prevê aumento da nebulosidade e possibilidade de chuva isolada na Capital. As temperaturas variam entre 20°C e 32°C.

Segundo o Cemtec, a estabilidade atmosférica será provocada pela atuação de uma massa de ar seco sobre Mato Grosso do Sul, responsável por manter o tempo firme entre sexta e segunda-feira. O sistema também favorece temperaturas acima da média para o período., principalmente nas regiões Pantaneira e Sudoeste, onde os termômetos podem alcançar entre 35°C e 40°C. 

Nas regiões Sul, Cone-Sul e Grande Dourados, as máximas devem variar entre 29°C e 35°C. Já nas regiões Norte, Leste e Bolsão, os termômetros podem marcar entre 31°C e 38°C. Em Campo Grande, a previsão do Cemtec indica temperaturas entre 31°C e 33°C durante os próximos dias.

Além do calor, outro fator que preocupa é a baixa umidade relativa do ar. Conforme o Cemtec, os índices devem permanecer entre 10% e 30% em diversas regiões do Estado, condição considerada de atenção pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A combinação entre manhãs mais amenas e tardes quentes também favorecerá uma amplitude térmica superior a 10°C em algumas localidades.

O tempo seco também aumenta significativamente o risco de incêndios florestais. De acordo com o Cemtec, a combinação entre temperaturas elevadas, baixa umidade e ventos com velocidades entre 40 e 60 km/h e rajadas que podem superar esse valor, favorece a rápida propagação das chamas, principalmente em áreas de vegetação

A mudança ocorre pouco depois de um dos temporais mais expressivos registrados neste mês de julho em Campo Grande. Na quinta-feira (30), a Capital acumulou 61,4 milímetros de chuva, registrou ventos de até 64,4 km/h e 455 descargas elétricas durante a madrugada. Segundo o meteorologista Natálio Abraão, tempestades dessa intensidade são incomuns para o mês de julho, sendo que a última ocorrência semelhante havia sido registrada em 2022. O temporal também provocou interrupções pontuais no fornecimento de energia em diversos bairros da cidade.

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