Cidades

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Distribuição gratuita de Alcorão preocupa autoridades alemãs

Distribuição gratuita de Alcorão preocupa autoridades alemãs

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18/04/2012 - 12h30
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Os esforços de um grupo fundamentalista muçulmano para distribuir uma cópia do Alcorão para cada família suíça, alemã e austríaca têm despertado um sentimento anti-islâmico na Alemanha e criado um alvoroço entre os políticos e autoridades de segurança pública do país que questionam se a dsitribuição desse livro sagrado não tem como objetivo recrutar extremistas radicais.

Não existe nenhuma lei que proíba a distribuição de obras religiosas na Alemanha. Essa é uma prática frequente entre praticantes da Cientologia e Hare Krishnas, além dos cristãos, é claro, mas os oficiais alemães parecem mais preocupados com aqueles que fazem a distribuição.

A campanha de distribuição do Alcorão foi uma ideia de Ibrahim Abou-Nagie, um palestino que prega uma facção conservadora do Islã conhecida como salafismo.

Abou-Nagie, que vive na Alemanha há 30 anos, tem estado no radar das autoridades de segurança alemãs desde 2005, quando criou um site que levantou suspeitas de disseminar propaganda extremista.

Foi feita uma tentativa de processar Abou-Nagie sob a acusação de incitação ao ódio religioso este ano, porém sem sucesso.

A campanha para distribuir cópias do Alcorão chamou a atenção em todo o país - e também despertou uma sensação de relutância - na semana passada depois que jornalistas que haviam criticado o esforço foram ameaçados em um vídeo publicado na internet.

Na segunda-feira, o ministro do Interior de Hesse, um Estado da região central da Alemanha, chamou Abou-Nagie e seus seguidores de "flautistas de Hamelin" e disse que o perigo do Islã radical atingiu "uma nova dimensão."

Mas Rauf Ceylan, um professor de sociologia religiosa na Universidade de Osnabruck, disse que extremistas violentos representavam "uma minoria dentro de uma minoria" e a "participação dos muçulmanos na sociedade alemã não deve ser centrada nos salafistas. "Os políticos têm uma grande responsabilidade em comunicar o fato de que a Alemanha é agora uma sociedade composta por imigrantes", disse, "e até agora eles falharam em relatar isso".

No sábado, uma pilha de cópias do Alcorão foi colocada sob uma mesa dentro de uma tenda branca na Praça Potsdamer em Berlim, um local de encontro para pessoas que querem fazer compras e para os turistas, enquanto vários homens comprimentavam transeuntes e ofereciam-lhes cópias.

A poucos metros de distância, um punhado de manifestantes segurava placas que denunciavam o extremismo islâmico. Duas equipes de policiais vigiavam a movimentação.

Yannick Salziger-Ouatain disse que tinha lido sobre a distribuição do livro na internet e ficou simplesmente interessado em seu conteúdo. "Hoje em dia o Islã desempenha um papel importante na discussão da política geral", disse. "Imaginei que, como um ser humano democrático, preciso saber mais a respeito desse livro e assim talvez poderei formular minha própria opinião."

PREVIDÊNCIA

Servidores veem "pegadinha" em pagamento de dívida bilionária ao IMPCG

A prefeitura de Campo Grande reconheceu débito de R$ 2,385 bilhões e quer parcelar em 25 anos, maso total da prestação não cobre nem o valor dos juros

06/08/2026 12h55

Embora tenha crédito de quase R$ 2,4 bilhões junto à prefeitura, Instituto de Previdência é deficitário

Embora tenha crédito de quase R$ 2,4 bilhões junto à prefeitura, Instituto de Previdência é deficitário

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A prefeitura de Campo Grande reconhece que deve R$ 2,385 bilhões ao Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) e enviou nesta semana à Câmara de Vereadores um Projeto de Lei propondo o parcelamento do débito em 25 anos. Na prática, porém, este pagamento seria somente "para inglês ver", já que este dinheiro possivelmente seria utilizado para cobrir o déficit do Instituto. 

Um parecer jurídico encomendado por sindicatos de servidores discorda da proposta por entender que a taxa de juros para correção do valor está abaixo do previsto pela legislação federal e por conta disso o instituto teria uma perda de até R$ 300 milhões.

A dívida original, segundo a atual administração decorrente de repasses previdenciários abaixo do previsto entre 2010 e 2021, era de R$ 821,3 milhões. Mas por conta de juros e multas, em abril deste ano já havia ultrapassado os R$ 2,38 bilhões. 

Agora, a prefeitura precisa acertar as contas porque aderiu ao Programa de Regularidade Previdenciária. E, se não firmar um acordo de parcelamento até 31 de agosto deste ano corre o risco de ficar sem repasses federais, como o Fundo de Participação dos Municípios, e fica impedida de receber empréstimos da Caixa Ecômica Federal.

Em junho, o FPM garantiu repasse de R$ 31,7 milhões aos cofres municipais. E é este fundo que será utilizado como garantia de que esta dívida bilionária realmente será quitada.

Conforme a proposta enviada à Câmara pela prefeita Adriane Lopes, a administração municipal se compromete ao pagamento de uma parcela inicial de R$ 7,952 milhões. Este valor seria acrescido da correção da inflação e juros mensais de 0,5%.

Na proposta de acordo está previsto que “as parcelas vincendas serão acrescidas de juros simples de 0,5% ao mês”. Mas, de acordo com o advogado Márcio Almeida, que representa uma série de sindicatos de servidores municipais, o correto seria que o acordo utilizasse o termo “juros compostos”.

A principal diferença é a base de cálculo. Nos juros simples, a taxa incide apenas sobre o valor inicial. Nos juros compostos, conhecidos como juros sobre juros, a taxa incide sobre o valor atualizado do período anterior.

DÉFICIT

Atualmente, a administração municipal é obrigada a complementar em cerca de R$ 12 milhões mensais a folha de pagamento dos aposentados, já que a arrecadação do IMPCG é insuficiente para bancar os salários de aposentados e pensionistas, conforme os balanços oficiais do Instituto.

Porém, lembra o advogado Márcio Almeira, se estes quase R$ 2,4 bilhões estivessem nas contas do Instituto renderiam em torno de R$ 24 milhões em juros mensalmente. Ou seja, somente com os juros seria possível cobrir o déficit e ainda sobrariam em torno de R$ 12 milhões mensais para aumentar o capital do Instituto e garantir dinheiro para pagar os salários dos aposentados ao longo das próximas décadas.

Hoje, o IMPCG tem uma poupança de apenas R$ 47,8 milhões que estão rendendo juros. E esse saldo somente existe porque a legislação determina que todos os meses uma parcela do faturamento deve ser reservada para algum tipo de aplicação financeira. E, parte deste montante, de R$ 1,427 milhão, está bloqueado porque foi aplicado no Master, que faliu. Esta aplicação foi feita quando a atual vice-prefeita, Camila Nascimento, comandava o Instituto. 

Além de cobrar alteração do texto original  relativo aos juros enviado à Câmara nesta semana, o advogado também sugere que o acordo preveja que os R$ 8 milhões  mensais iniciais relativos ao pagamento da parcela da dívida sejam destinados exclusivamente à capitalização do Instituto.

Quer dizer, o dinheiro teria que ser depositado na poupança e o déficit de R$ 12 milhões continuaria sendo pago pela prefeitura, já que a lei dos institutos de previdência determina que em caso de déficit, ele deve ser coberto pela administração municipal ou estadual.

"Se as administrações anteriores tivessem feito os repasses corretamente, o IMPCG teria dinheiro em caixa e não seria deficitário. Por isso, entendo que todo este dinheiro deva ser colocado na poupança para garantir que no futuro haja dinheiro para garnatir o salário dos aposentados", argumenta o advogado. 

Outro questionamento feito pelo advogado que representa servidores é relativo aos repasses feitos depois de 2021. Ele sugere que a prefeitura apresente uma certidão de regularidade relativa aos repasses dos últimos cinco anos. De acordo com ele, a atual gestão confessou a dívida deixada por prefeitos anteriores, mas não demonstrou que atualmente está fazendo os repasses corretos.

Com cerca de quatro servidores da ativa para cada aposentado ou pensionista, o déficit dos sistema previdenciário da prefeitura de Campo Grande disparou nos últimos anos e e em 2024 foi de  R$ 125,5 milhões, ou R$ 10 milhões mensais. No ano seguinte já ultrapassou os R$ 12 milhões

Ao longo dos 12 meses de 2024, o Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) teve receita de R$ 515,3 milhões, resultado das contribuições dos cerca de 28 mil servidores da ativa (14%) e da contribuição patronal (28%, da prefeitura). 

No período, porém, os cerca de 7 mil aposentados e pensionistas custaram R$ 640,8 milhões. E, para garantir o pagamento dos salários em dia, o Executivo municipal está sendo obrigado a colocar a mão no bolso.

Para efeito de comparação, em 2022 o deficit do IMPCG foi de R$ 20,4 milhões. No ano seguinte saltou para R$ 89,8 milhões e em 2024, alcançou os R$ 125,5 milhões. No período, o faturamento ficou praticamente estagnado. Em 2022, a receita foi de R$ 514,1 milhões. No ano seguinte, entraram apenas R$ 515,3 milhões. 

A explicação é o congelamento do salário dos servidores, o grande número de professores contratados sem concurso e o grande volume de novas aposentadorias, já que o primeiro concurso ocorreu há exatos 35 anos e a grande parcela daqueles contratados se aposentou nos últimos anos ou está prestes a pedir aposentadoria.

BOLA DE NEVE

Parte dos sindicalistas representados pelo advogado Márcio Almeida é totalmente contrária ao projeto. Se a dívida é de R$ 2,38 bilhões e a parcela mensal inicial será de R$ 8 milhões, esse montante não cobre nem 50% daquilo que, em tese seriam os juros desta dívida.

Como exemplo, citam um empréstimo habitacional para ser quitado em 25 anos. Se a prestação mensal for inferior ao montante dos juros, o saldo devedor vai aumentar infinitamente e a dívida jamais será quitada.

Em um cálculo conservador, com juros de 0,8% ao mês sobre o montante de R$ 2,38 milhões, a dívida sofrerá acréscimo da ordem de R$ 18 milhões por mês. E, como a prefeitura vai pagar apenas R$ 8 milhões, este débito sofrerá acréscimo de R$ 10 milhões mensalmente, entendem os sindicalistas contrários ao acordo.

Eles lembram que esta proposta nem mesmo chegou a ser apresentada ao Conselho Fiscal do Instituto, que deveria decidir se aceita ou não o parcelamento proposto pela prefeitura. 

 

SAÚDE

Baixa vacinação contra gripe em MS reforça recomendação de especialistas em Brasília

Evento na Capital Federal debateu importância da vacinação, explicou o funcionamento do sistema imunológico e destacou os avanços da ciência

06/08/2026 12h25

Roda de conversa com especialistas da área da saúde, durante o evento

Roda de conversa com especialistas da área da saúde, durante o evento "Uma Aventura Imunológica - Nosso Corpo, Nosso Mundo", em Brasília (DF) Foto: Naiara Camargo

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Cobertura vacinal contra Influenza está baixa em Mato Grosso do Sul.

Dados divulgados pelo Boletim Epidemiológico, da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MS), apontam que 49,37% sul-mato-grossenses estão vacinados contra gripe, o que representa praticamente metade da população do Estado.

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de 90%. Com isso, é necessário reforçar as campanhas de imunização contra o vírus, tendo em vista que 5.341 casos foram notificados e 98 pessoas morreram vítimas da doença em MS.

O tema foi abordado durante o evento "Uma Aventura Imunológica – Nosso Corpo, Nosso Mundo", na última terça-feira (4), em Brasília (DF), onde especialistas reforçaram a importância da vacinação, esclareceram dúvidas sobre imunizantes e destacaram os avanços da ciência no desenvolvimento de novas vacinas e tratamentos.

A reportagem do Correio do Estado foi até a Capital Federal participar da roda de conversa e acompanhar o debate sobre o papel das vacinas e como o sistema imunológico atua na proteção do organismo.

VACINAÇÃO

Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação estimula o sistema imunológico a produzir uma resposta de defesa contra um determinado microrganismo, como vírus ou bactérias.

Assim, quando um ser humano entra em contato com o agente causador da doença, o organismo já está preparado para combatê-lo, reduzindo o risco de adoecer ou de desenvolver formas graves da doença.

A vacina é uma das medidas mais eficazes para prevenir doenças, salvar vidas, reduzir mortes, proteger a saúde individual e coletiva, controlar o espalhamento de doenças e diminuir gastos com tratamentos e hospitalizações.

De acordo com a head de imunologia da Biofarmacêutica Sanofi, Daniela Carlini, a vacina serve para proteger a si mesmo e aos outros.

“[Precisa tomar a vacina] porque eu não sei quem é a pessoa que vai desenvolver a reação grave. Eu não sei quem é o ser humano que não vai combater aquele vírus e vai desenvolver um quadro grave e vai levar à morte. Por isso que a gente precisa fazer uma vacinação e fazer com que as pessoas todas sejam vacinadas. A vacina não é individual. A vacina também é para evitar a transmissão. [Se eu me vacinar], eu não transmito para o meu filho, eu não transmito para o meu avô, eu não transmito para nenhum daqui”, explicou.

Diretora médica de vacinas da Sanofi, Sheila Homsani, ressaltou a importância da vacinação, lembrando como o imunizante contra Covid-19 salvou a humanidade.

“A gente viu com a Covid o quanto a vacina foi importante. As pessoas choravam quando a vacina chegou. A gente estaria aqui se não tivesse tido a vacina de Covid? Eu acho que contra fatos não há argumentos, que é o fato. Depois da pandemia de Covid e de gripe, a gente está aqui hoje por causa das vacinas, não tenha dúvida”, opinou.

Ela ainda compartilhou que uma vacina contra acne está sendo desenvolvida.

“Ninguém vai morrer de acne, mas isso pode afetar o resto da vida desse indivíduo que ficou ouvindo bullying. Quantas crianças não sofreram bullying porque tinham acne? Então a gente está desenvolvendo uma vacina para acne. Isso para mim, assim, era uma coisa que eu nunca nem pensei que a gente conseguiria. E a gente tá na fase 2 desse projeto. Vacina leva tempo, medicamento leva tempo, é uma pesquisa ainda. Pode dar muito certo, pode dar muito errado. Mas a gente está tentando”, explicou.

Confira quais vacinas o ser humano deve tomar ao longo da vida:

RECÉM-NASCIDOS

  • BCG
  • Hepatite B

CRIANÇAS

  • Pentavalente
  • Poliomielite
  • Rotavírus
  • Pneumocócica
  • Meningocócica
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
  • Varicela (catapora)
  • Hepatite A
  • Febre amarela (em áreas ou situações recomendadas)

ADOLESCENTES

  • HPV
  • Meningocócica ACWY
  • Reforços de difteria e tétano (dT)
  • Atualização das vacinas do calendário infantil, se necessário

ADULTOS

  • Reforço contra difteria e tétano a cada 10 anos
  • Hepatite B (para quem não foi vacinado)
  • Tríplice viral, conforme idade e histórico vacinal
  • Febre amarela, quando indicada
  • Influenza (gripe), especialmente para grupos prioritários e, em muitas campanhas, para toda a população elegível
  • COVID-19, conforme as recomendações vigentes

IDOSOS

  • Influenza (anualmente)
  • COVID-19, conforme as recomendações
  • Pneumocócica, quando indicada
  • Reforços de difteria e tétano
  • Herpes-zóster, conforme disponibilidade e indicação

GESTANTES

  • dTpa (proteção contra difteria, tétano e coqueluche)
  • Influenza
  • Hepatite B (se necessário)
  • COVID-19, conforme recomendação

Manter a carteira de vacinação atualizada em todas as fases da vida é essencial para garantir uma proteção contínua e ajudar no controle de doenças evitáveis.

VACINAÇÃO EM MATO GROSSO DO SUL

Dados divulgados pela SES-MS apontam que a cobertura vacinal em Mato Grosso do Sul é de:

  • HPV: meninas 84,57% e meninos 79,07% - dados atualizados em 31 de julho de 2026
  • FEBRE AMARELA: 102,86% de 6 meses a 59 anos - dados atualizados em 31 de julho de 2026
  • COVID-19 MONOVALENTE: 84,75% para duas doses - dados atualizados em 24 de abril de 2026
  • INFLUENZA: 49,37% - dados atualizados em agosto de 2026

SISTEMA IMUNOLÓGICO

De acordo com o Ministério da Saúde, o Sistema Imunológico é o conjunto de órgãos, células e moléculas responsáveis por defender o organismo contra doenças (vírus, bactérias, fungos, parasitas e outros agentes invasores).

Ele combate e elimina esses microrganismos e cria memória contra infecções enfrentadas anteriormente.

Após o primeiro contato com um microrganismo, o organismo produz células de memória. Se o mesmo agente invadir novamente, a resposta será mais rápida e eficiente.

A inflamação, que é uma resposta do sistema imunológico, que, em condições normais, atua na defesa do organismo contra parasitas e agentes externos. Mas, em situações anormais, a resposta se torna crônica ou desregulada.

Doenças inflamatórias do tipo II são condições crônicas causadas por uma reação exagerada do sistema imune, como asma, dermatite atópica e esofagite eosinofílica.

“O desenvolvimento de novos medicamentos que atuam no sistema imunológico cresce a cada dia. Hoje, entendemos que a inflamação é uma resposta imunológica importante, mas o problema é quando ela fica descontrolada ou crônica. Isso mudou completamente a forma como pensamos em tratamentos”, explicou a head de estudos clínicos da Sanofi, Viviane Rezende.

Como o Sistema Imunológico protege o organismo:

  • Barreiras físicas e químicas: pele, mucosas, lágrimas, saliva e o ácido do estômago dificultam a entrada de microrganismos
  • Resposta imunológica inata: atua rapidamente por meio de células como os fagócitos, que englobam e destroem os invasores
  • Resposta imunológica adaptativa: envolve os linfócitos B (produzem anticorpos que reconhecem e neutralizam vírus e bactérias) e linfócitos T (destroem células infectadas e coordenam outras células de defesa)

Como manter o Sistema Imunológico saudável:

  • Alimentação equilibrada
  • Prática regular de atividade física
  • Sono de boa qualidade
  • Controlar o estresse
  • Boa higiene
  • Vacinação em dia
  • Evitar tabagismo e consumo excessivo de álcool
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