Esportes

critica pessimistas

Dilma diz sentir orgulho de estádios

Dilma diz sentir orgulho de estádios

terra

18/05/2013 - 14h01
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Após atrasos nas entregas de estádios e com inaugurações feitas a toque de caixa, a menos de um mês no início da Copa das Confederações, a presidente Dilma Rousseff mandou um recado aos “pessimistas de plantão” e afirmou que o Brasil tem capacidade de financiar e construir arenas de qualidade para os eventos esportivos. Dilma disse sentir “orgulho” da qualidade das instalações.

“Com as entregas demonstramos a capacidade de nós, brasileiros, realizarmos o que muitos pessimistas de plantão diziam que nãosomos capazes. Por isso, a gente vai acumulando vitórias”, declarou a presidente em solenidade de inauguração do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

Ao lembrar-se do craque que dá nome à arena da capital federal, Dilma citou o chamado “complexo de vira-lata”, definição dada por Nelson Rodrigues à baixa autoestima dos brasileiros na década de 1950. Para a presidente, a habilidade de Garrincha funcionou como uma arma contra esse sentimento de inferioridade.

A Copa das Confederações começa no dia 15 de junho, mas o Mané Garrincha só foi entregue neste sábado. Os arredores do estádio ainda não passaram por fase de acabamento e o jogo inaugural, a ser realizado nesta tarde, ainda terá um estádio com tapumes. Na segunda-feira, Dilma ainda inaugurará o último dos seis palcos do torneio, a Arena Pernambuco, em Recife.

Situado em uma cidade sem tradição no futebol nacional, o estádio tem a segunda maior capacidade entre as arenas da Copa do Mundo: 71 mil lugares. O governo local luta agora para atrair jogos da série A do Campeonato Brasileiro, especialmente se o mando de campo for de times cariocas –preferidos pelos brasilienses.

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, indicou que o estádio também será dedicado a eventos culturais, como shows internacionais, poderá representar um centro comercial importante.

Com um custo de R$ 1,2 bilhão, o Estádio Nacional Mané Garrincha sediará a abertura da Copa das Confederações e também será palco de sete jogos da Copa 2014, incluindo a disputa de terceiro lugar.

FUTEBOL

Ancelotti FAZ mudanças e promessa do Cruzeiro pode chegar ao time titular

Novas caras na "seleção canarinho" começam a ilustrar o novo ciclo do Brasil até 2030

27/09/2026 23h00

O técnico Carlo Ancelotti em treino da seleção brasileira

O técnico Carlo Ancelotti em treino da seleção brasileira Rafael Ribeiro/CBF

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Neste domingo (27) o técnico Carlo Ancelotti realizou mais um treino e deve promover mudanças na equipe titular para o segundo amistoso contra a Austrália, na próxima terça-feira (29), em Brisbane. O setor mais afetado foi a defesa, que foi completamente modificada nas atividades, incluindo o goleiro.

Otávio, Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior foram acionados nos lugares de Hugo Souza, Matheuzinho, Marquinhos e Douglas Santos, respectivamente. O arqueiro do Corinthians foi alvo de críticas no gol anotado pela equipe australiana no meio de semana e o jovem do Cruzeiro pode aproveitar a oportunidade.

Por outro lado, do meio-campo para frente, o italiano promoveu apenas duas mudanças: os jovens Gabriel Bontempo e Rayan entraram nos lugares de Endrick e Estêvão. A formação com quatro atacantes e dois meias deve ser alterada após o desempenho abaixo do esperado no último amistoso.

A outra novidade é a mudança de posicionamento de Raphinha, que pode ser testado como centroavante na equipe. O jogador tem sido utilizado na função pelo técnico Hansi Flick no Barcelona e tem apresentado ótimos números, com 14 gols e três assistências em oito partidas na temporada.

Nas atividades deste domingo, o jovem Otávio, do Cruzeiro, começou a atividade na equipe titular, enquanto Hugo Souza e Pedro Morisco foram acionados na equipe titular durante o treino Outras mudanças foram realizadas na equipe, como as entradas dos meias Andrey Santos, Breno Bidon e Martinelli. Samuel Lino, Endrick e Estêvão também foram testados.

Antes da próxima partida, a seleção brasileira tem mais um treinamento, nesta segunda-feira (28). O amistoso será realizado às 07h10, horário de Brasília, de terça-feira, em Brisbane. No dia 3 de outubro, o Brasil tem outro duelo, desta vez contra a Índia, em Calcutá.

Primeira convocação

Também o meia Martinelli está vivendo seus primeiros dias com a camisa da seleção brasileira, após ser chamado para substituir o atacante João Pedro, que lesionou o joelho pelo Chelsea. Em entrevista à CBF TV, o jogador do Fluminense falou sobre a nova experiência e quer aproveitar a oportunidade no elenco de Carlo Ancelotti.

"É um sentimento de um sonho realizado. Todo jogador quer vestir o escudo da seleção. Só tenho que agradecer a Deus pela oportunidade, ao professor e todo o staff. E cada dia que passa aqui estou desfrutando ao máximo, vivendo intensamente, porque a gente sabe como é difícil estar aqui. Temos que nos sentir privilegiados e dar a nossa vida pela seleção".

Aos 24 anos, o meio-campista defende as cores da equipe profissional do Fluminense desde 2020 e não tem histórico pelas seleções de base do Brasil. Embora não tenha recebido o mesmo holofote que outros companheiros de Xerém, como André, atualmente no Wolverhampton, e o próprio João Pedro, o jogador conquistou espaço pela regularidade e falou como recebeu a notícia da convocação.

"Quando recebi a ligação que infelizmente o João Pedro teve uma lesão e eu fui chamado, fiquei muito feliz. No outro dia, o Thiago (Silva), que trabalhou com ele no Milan, comentou comigo, me passou algumas coisas. Esse momento é muito importante na minha carreira e espero ajudar muito o mister e todos os nossos companheiros da seleção".

Martinelli também aproveitou para agradecer ao Fluminense, o único clube que defendeu profissionalmente até então. "É o clube que me fez homem, me fez jogador, que me deu oportunidade de mostrar meu futebol". "Tenho total gratidão ao clube. E vou continuar dando a vida pelo meu time para que possa estar mais vezes aqui".

O jogador também revelou suas inspirações no futebol e citou nomes recentes da seleção brasileira, como Fred, do Atlético-MG, Casemiro e Fabinho.

"É difícil citar todo mundo, mas quem eu via na televisão eram Casemiro, que eu gostava muito, Fabinho, e um pouco mais antigo o Kléberson, que não peguei muito, mas via vídeos e o pessoal comenta que era um baita meio-campista. O próprio Fred, que acabou de voltar para o Brasil, era um cara que eu sempre gostei de ver jogando".

No primeiro amistoso diante da Austrália, que terminou empatado por 1 a 1, o meia permaneceu no banco de reservas. Agora a expectativa da estreia fica para terça-feira (29), diante do mesmo adversário, em Brisbane.

"A gente sabe que são jogos importantes para nós. É o início de uma trajetória, de uma caminhada. A gente está encarando esses jogos com muita seriedade". "É uma equipe que tem suas qualidades, que é forte fisicamente, estamos conversando para que a gente possa evoluir a cada jogo, sentir à vontade e se adaptando dentro do esquema que o Mister quer".

 

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ALTO RENDIMENTO

Brasil fatura medalha de bronze nos mundiais paralímpicos de judô e triatlo

País fechou a competição marcial em segundo lugar no quadro geral de medalhas, com 12 pódios, atrás apenas da China

27/09/2026 14h10

Com 12 pódios, Brasil levou três ouros, cinco pratas e quatro bronzes

Com 12 pódios, Brasil levou três ouros, cinco pratas e quatro bronzes Divulgação/CBDV/Sofia Brito

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Neste domingo (27) o Brasil conquistou medalhas de bronze no Mundial Paralímpico de judô, em Tbilisi, na Geórgia, e no Mundial Paralímpico de triatlo, em Pontevedra, na Espanha. 

No judô, as competições foram por equipes, e os judocas brasileiros subiram ao terceiro lugar do pódio em ambos os naipes.

Entre as mulheres, a equipe foi formada por Rebeca Silva, Meg Emmerich, Larissa Silva e Brenda Freitas. As brasileiras fizeram 4 a 1 no Cazaquistão, que só pontuou na categoria em que o Brasil não tinha representante. O ouro foi para a China, e a prata para a equipe de atletas neutros.

Já os homens bateram a França no desempate, após igualdade inicial de 3 a 3. Deyverson de Souza venceu a luta decisiva. Os outros atletas brasileiros foram Arthur Silva, Denis Rosa, Felipe Amorim e Thiego Marques. A Geórgia levou o ouro, e a prata ficou novamente com a equipe formada por atletas neutros.

Com os resultados do dia, o Brasil fechou a competição em segundo lugar no quadro geral de medalhas, com 12 pódios, sendo três ouros, cinco pratas e quatro bronzes. A China ficou em primeiro, com menos medalhas no total (nove), mas com quatro ouros.

Pódio duas vezes

Ainda em terras europeias, o Mundial Paralímpico de Triatlo também teve brilho brasileiro. A prova do revezamento em Pontevedra, na Espanha, terminou com o bronze da equipe do Brasil, além do ouro dos Estados Unidos e da prata da Austrália.

Com isso, o país encerrou sua participação com dois pódios, já que Erica Rodrigues, da classe PTS5 (deficiências físico-motoras e paralisia cerebral), havia conquistado a prata na sexta-feira.

Na prova de domingo, o Brasil foi representado por Jéssica Ferreira, da classe PTWC (cadeirantes), Ruiter Silva, da classe PTS5, além de Erica Rodrigues.

 

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