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Defesa iniciará movimentação de tropas para Ágata

Defesa iniciará movimentação de tropas para Ágata

THIAGO GOMES

14/05/2013 - 00h00
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O Ministério da Defesa e as Forças Armadas iniciam nos próximos dias a movimentação de tropas para a megaoperação Ágata Brasil, que representa a sétima edição a Operação Ágata. O diferencial dessa mobilização, de aproximadamente 25 mil militares do Exército, Aeronáutica e Marinha, além de orgãos federais e estaduais de apoio, será a atuação simultânea nas três grandes áreas de fronteira - norte, oeste e sul, numa extensão de mais de 16 mil quilômetros. Antes, a operação era executada por região e a última edição aconteceu em outubro passado, contemplando a região oeste.

Os detalhes da ofensiva ainda estão sendo mantidos sob sigilo. Ontem, questionado sobre o início da megaoperação, o responsável pelo Comando Militar do Oeste (CMO), general de exército João Francisco Ferreira, limitou-se a dizer “em breve”.

Mas , fontes ouvidas pelo Correio do Estado dão conta de que, na próxima semana, possivelmente, militares já estejam ocupando áreas estratégicas terrestres, com barreiras e pontos de bloqueios em trechos sensíveis de rodovias e vicinais, apoiados por unidades da Marinha em ações fluviais, com patrulhamento ao longo da calha dos rios; e da FAB, com aeronaves reforçando a fiscalização contra voos clandestinos.

Caracterizada como uma operação interagências, a Ágata Brasil terá o envolvimento da Receita, Defesa Civil, polícias Rodoviária Federal, Federal, Militar e Civil , Anvisa, Ibama e Iagro. 

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"Interdictum"

Operação fecha seis 'bocas de fumo' em um tarde no interior de MS

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, que resultaram no fechamento dos pontos de distribuição de entorpecentes e na prisão em flagrante de 10 envolvidos

19/03/2026 08h49

 operação começou a partir de investigações prévias que foram conduzidas pela Polícia Civil, estendidas por um período de aproximadamente três meses,

operação começou a partir de investigações prévias que foram conduzidas pela Polícia Civil, estendidas por um período de aproximadamente três meses, Reprodução/PCMS

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Em Mato Grosso do Sul, uma megaoperação no interior do Estado resultou na desarticulação de seis "bocas de fumo" em uma tarde, com o cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão, além daqueles detidos em flagrantes 

Batizada de "Interdictum", as diligências foram  coordenadas pela Delegacia de Naviraí-MS, executadas por quatro equipes policiais: 

  • duas da 1ª Delegacia de Polícia, 
  • uma da Delegacia Regional de Polícia (DRP) e 
  • uma da Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), de Naviraí.

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, que resultaram no fechamento dos seis pontos de distribuição de entorpecentes, bem como na prisão em flagrante de 10 envolvidos com a atividade criminosa. 

Entre os presos, identificados pela Polícia Civil em nota apenas com as iniciais, aparecem quatro mulheres, com idades entre 23 e 36 anos, e outros seis homens, a maioria abaixo da casa dos 28, com o mais novo registrando 18 e o mais velho 49 anos. 

Toda essa operação começou a partir de investigações prévias que foram conduzidas pela Polícia Civil, estendidas por um período de aproximadamente três meses, que permitiram identificar toda uma rede estruturada para o comércio de drogas. 

Tendo o como alvo o município de Naviraí, a operação para atividades de bocas de fumo localizadas especialmente na região central da cidade, e durante o cumprimento das ordens judiciais foram apreendidas diversos tipos de entorpecentes, que iam desde crack até cocaína e a popular maconha, com porções fracionadas e prontas para a venda. 

No meio das apreensões foram recolhidos diversos itens que, pela antiga lei de drogas, caracterizam a prática de tráfico de drogas, como balanças de precisão, grandes volumes de dinheiro em notas fracionadas, além de lâminas plásticas usadas para confeccionar as porções, e nesse caso até câmeras de circuito de monitoramento interno, que segundo as autoridades eram "usadas para dificultar a ação policial". 

As apreensões somaram: 

  1. 84,3 gramas de crack,
  2. 496 gramas de maconha,
  3. 4,6 gramas de cocaína,
  4. R$ 4.878,75 de dinheiro em espécie,
  5. uma arma de fogo do tipo garrucha calibre .38,
  6. seis balanças eletrônicas de precisão,
  7. itens usados no processo de preparação das drogas,
  8. dois cadernos de anotação,
  9. materiais para embalo,
  10. dez aparelhos celulares,
  11. um sistema de monitoramento, além de outros objetos apreendidos para averiguação.

Conforme as investigações, os locais agiam de forma organizada, com tarefas distintas estabelecidas entre os envolvidos, uso de diversos imóveis para armazenamento, preparo e venda das substâncias, etc. 

Ainda segundo a Polícia Civil, essa operação identificou até mesmo casos de todo um núcleo familiar voltado para a prática criminosa, envolvendo até mesmo participação de adolescentes, entre 15 e 16 anos, caracterizando a qualificadora prevista na lei de drogas.

 

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Clima

Chuva acima de 120 mm alaga bairros e comércios em MS

Atingida por forte precipitação, a drenagem não resistiu, e a água tomou ruas, casas e estabelecimentos comerciais

19/03/2026 08h30

Crédito: Tudo do MS

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Fortes chuvas que atingiram o município de Maracaju em pouco mais de uma hora, nesta quarta-feira (18), causaram alagamentos em vias e residências em diversos pontos da cidade.

O coordenador da Defesa Civil, Aluísio Batista Amorim Junior, informou, por meio das redes sociais, que, em cerca de 1h30, a precipitação chegou a 125 milímetros, deixando várias localidades debaixo d’água.

Com casas, estabelecimentos comerciais e outros imóveis tomados pela água, a prefeitura atendeu pessoas em um abrigo destinado a receber quem precisou deixar a residência, com doação de roupas e outros itens.

Nas redes sociais, a população compartilhou a situação. Em uma das publicações, um motociclista se aventura ao atravessar uma rua totalmente alagada; em outra, um supermercado teve que suspender as atividades após ser tomado pela água.

Em conversa com o Correio do Estado, o prefeito Marcos Calderan informou que nenhuma família ficou desalojada e que o problema foi o grande volume de água em poucas horas.

“Quase 150 milímetros em menos de duas horas. Então, uma chuva fora de qualquer padrão que, pelo menos eu conhecia, né? Foi praticamente uma chuva histórica, vamos dizer assim. Em lugares onde nunca entrou água, como comércios, houve alagamentos, assim como em algumas residências”, contou o prefeito, que completou:

“[Ocorreu] mais em casas que não foram aterradas ou elevadas na construção, ficando em um nível um pouco abaixo da rua. Aí a água entra no quintal, causa transtornos, mas não foi necessário abrigar ninguém, embora a gente tenha um abrigo disponível, uma arena equipada. Não precisou abrigar ninguém.”

Os poucos casos que procuraram auxílio, conforme ressaltou o prefeito, receberam assistência das secretarias do município, que estiveram empenhadas em força-tarefa.
 

Entre os locais mais afetados, segundo o site Tudo do MS, estão as avenidas Antônio de Souza Marcondes e Marechal Floriano Peixoto, o bairro Cambaraí e a região central de Maracaju.

Drenagem

Nas redes sociais, Calderan, que cumpre agenda em Campo Grande, comentou os transtornos causados em decorrência de problemas de drenagem que não suportaram o volume de chuva.

“Precisamos urgentemente de uma força-tarefa e de um plano de ação para melhorar a drenagem em Maracaju, buscar recursos tanto aqui no Estado quanto no governo federal. Precisamos resolver esse problema, principalmente nos pontos críticos”, disse o prefeito.

 

 

 

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