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Curso de Medicina da UEMS não está garantido para 2015

Curso de Medicina da UEMS não está garantido para 2015

DA REDAÇÃO

21/07/2014 - 00h00
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Salas de aula ficarão prontas até o fim do ano - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Principal novidade do câmpus da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), que está sendo construído em Campo Grande, o curso de Medicina ainda não está garantido para o ano que vem. A informação é do reitor da universidade, professor Fábio Edir. Por enquanto, a instituição garante a continuidade dos sete cursos de graduação e três mestrados já existentes na Capital, segundo informa o jornal Correio do Estado.

Conforme a reportagem de Patrícia Belarmino, quando a construção do câmpus campo-grandense foi anunciada, veio também a confirmação de que seria oferecido o curso de Medicina, o terceiro na Capital. Agora, a realidade é diferente. Para colocar o curso em funcionamento e garantir a abertura de vagas para o ano de 2015, a direção da UEMS corre contra o relógio para resolver questões burocráticas. O principal entrave é o tempo. A universidade tem que inserir até o fim de outubro as vagas que serão ofertadas no Sistema de Seleção Unificada (SiSU) no fim deste ano, com ingresso no primeiro semestre de 2015.

O projeto pedagógico do novo curso também está em fase de elaboração. Apenas após a conclusão dele será possível ver quantos docentes e técnicos administrativos deverão ser contratados. Por enquanto, não há previsão de concursos, inclusive devido ao período eleitoral.

POLÍCIA

Com condenação no AM, envolvido em sequestro de Ayla em MS usava nome falso

Indivíduo inicialmente identificado como Weliton Aparecido trata-se, na verdade, de Alex Melo de Abreu, com mandado de prisão e pena de 19 anos a cumprir por homicídio

10/08/2026 12h31

Condenação de Alex seria fruto de crime cometido em 2022, a mais de 2,7 mil quilômetros de distância da Capital do Mato Grosso do Sul.

Condenação de Alex seria fruto de crime cometido em 2022, a mais de 2,7 mil quilômetros de distância da Capital do Mato Grosso do Sul. Reprodução/Montagem C.E

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Desdobramentos do caso envolvendo a pequena Ayla Emanuelly Pereira de Souza, criança de menos de um mês sequestrada em Campo Grande, mostram que um dos suspeitos preso, inicialmente identificado como Weliton Aparecido Lopes trata-se, na verdade, de Alex Melo de Abreu, que possuía mandado de prisão e uma pena de 19 anos a cumprir por homicídio cometido no Estado do Amazonas.

Essa investigação contou com apoio operacional das delegacias especializadas de repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (GARRAS), aos Furtos e Roubos de Veículos (DEFURV) e da Delegacia Regional de Ponta Porã, equipes que integraram as diligências e deflagração da chamada Operação Ayla. 

Como bem acompanha o Correio do Estado, Ayla foi resgata no domingo (10), em Pedro Juan Caballero (PJC), cidade gêmea fronteiriça no Paraguai por divisa seca com o município sul-mato-grossense de Ponta Porã. A pequena foi encontrada em uma residência localizada no cruzamento das ruas batizadas de Alejo García e Coronel Martínez, que fica no bairro chamado Virgen de Caacupé.

Conforme repassado pelo chefe do Comando Conjunto de PJC, comissário adjunto Claudio Cañiza, através do portal paraguaio ABC Color, os indivíduos acusados pelo sequestro de Ayla foram localizados após intenso trabalho de inteligência telemática. 

Em outras palavras, houve um rastreamento dos sinais telefônicos em trabalho conjunto da Polícia Civil, Comando Bipartite e do Departamento Antissequestro, como aponta a Polícia Nacional do país vizinho. 

Abordado, o masculino apresentou inicialmente uma identidade com o nome de "Weliton Aparecido Lopes dos Santos", entretanto, os agentes logo identificaram que o indivíduo na verdade tratava-se de Alex Melo de Abreu. 

O dito Alex Melo de Abreu possuiria em seu desfavor um mandado em aberto, além de uma pena de 19 anos a cumprir por homicídio. Esse crime teria sido cometido a mais de 2,7 mil quilômetros de distância da Capital do Mato Grosso do Sul.

Há cerca de quatro anos, em 25 de fevereiro de 2022, no município amazonense de Apuí, Alex teria atropelado uma adolescente identificada como Mikaelly Vitória Silveira Ramos, de 16 anos. Dirigindo um Gol G5, o impacto foi tão grande que chegou a arremessar o corpo da vítima do outro lado da rua. 

Após causar o acidente e fugir sem prestar socorro, Alex teria abandonado o carro em outro bairro, veículo este localizado com engradados de cerveja no interior. 

O indivíduo que inclusive se passava falsamente à época por policial militar afastado das funções "para atrair mulheres", como bem revelado pelo portal Apuí On Line na data do crime, época em que já possuía mais de uma dezena de passagens por crimes como: 

  1. embriaguez ao volante
  2. estelionato; 
  3. furtos;
  4. lesão corporal no contexto da Lei Maria da Penha,

Preso ontem (09) em PJC junto de Suzilaine da Graça Costa após entrarem clandestinamente no Paraguai através de Ponta Porã, o casal foi posteriormente pelas autoridades paraguaias e deportado de volta para o Brasil.  

Relembre 

Toda essa situação de sequestro de uma bebê com menos de um mês de vida começou a ser contada a partir da ótica de um caso de cárcere, envolvendo uma adolescente, que seria a mãe de Ayla, e sua irmã, de 17 e 13 anos respectivamente. 

Em entrevista ao Correio do Estado, a madrinha da bebê chegou a contar que a adolescente conheceu uma mulher em um grupo de doações no WhatsApp. Segundo ela, a suspeita inicialmente doou roupas para a criança e, dias depois, ofereceu um ensaio fotográfico. Como o encontro não aconteceu, a mulher teria feito uma proposta de trabalho para a jovem.

Ela cita que essa adolescente teria aceitado cuidar de um bebê de seis meses pelo valor de R$100, recebendo autorização para levar a própria filha. Ela foi até o endereço acompanhada de Ayla e da irmã, de 13 anos, que iria ajudar a mãe da bebê durante o trabalho.

Ainda conforme a madrinha, ao chegarem ao imóvel, as duas adolescentes foram surpreendidas por pessoas que as renderam.

"Eles abordaram elas, amarraram elas e trancaram uma no banheiro e a outra em um quarto com a neném. Elas ficaram lá até por volta de uma da manhã, quando foram soltas em um terreno baldio, nas proximidades da Avenida Guaicurus", afirmou.

Após serem libertadas, as adolescentes caminharam de volta para casa. Desde então, a bebê não foi mais encontrada. A família informou que tentou localizar o imóvel onde elas haviam sido levadas, mas não conseguiu encontrá-lo. O celular da mãe também não foi devolvido.

A Polícia Militar informou que realizou o primeiro atendimento da ocorrência, mas que o caso está sob responsabilidade da Polícia Civil. A corporação informou ainda que, até o momento, a ocorrência não é tratada oficialmente como sequestro, e que as circunstâncias ainda estão sendo apuradas.

"A equipe da PM fez o primeiro atendimento e, como elas não recordavam direito das informações, todas foram levadas para a delegacia. As diligências seguem com a equipe da Polícia Civil", informou.

Ainda ontem (08), um suposto envolvido chegou a ser preso e ouvido. Localizado em ação conjunta dos agentes da Depca com membros da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestro (Garras), esse indivíduo seria o proprietário da casa emprestada para esconder a criança. 

Amber Alert

Longe dos braços da genitora desde a última quinta-feira (06), na busca por Ayla Mato Grosso do Sul chegou a usar pela primeira vez o alerta na plataforma "Amber Alert Brasil", programa estabelecido nos Estados Unidos e adotado nacionalmente pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. 

Através do programa, as autoridades podem ativar um comunicado especial encaminhado para as plataformas da Meta, que passa a publicar o alerta em um raio de até 160 quilômetros do local de onde o fato foi registrado. 

 

"As informações foram compartilhadas nas redes sociais, incluindo Facebook e Instagram, ampliando o alcance do alerta e mobilizando a sociedade", cita a Polícia Civil do Mato Grosso do Sul em nota. 

Na manhã desta segunda-feira (10) as equipes da Depca estavam no município de Ponta Porã para ouvir os envolvidos.

Além da prisão do casal no Paraguai, um outro suposto envolvido chegou a ser preso e ouvido ainda no sábado (08), indivíduo esse que seria o proprietário da casa emprestada para esconder a criança. Esse homem, até a manhã desta segunda-feira (10) ainda permanecia detido sob o poder das autoridades. 

As forças de segurança indicam que a investigação segue em curso para tentar esclarecer toda a dinâmica de como Ayla foi tirada da mãe e qual o trajeto após o sequestro, bem como identificação da possível participação de demais integrantes na organização e execução do crime.

 

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RECORRENTE

Vìdeo: onça-pintada ataca e arrasta cachorro para mata em Corumbá

O ataque ocorreu na rodovia que dá acesso à Bolívia, nas proximidades do colégio CAIC

10/08/2026 12h00

Onça-pintada

Onça-pintada Matias Rebak

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Uma onça-pintada atacou um cachorro na noite de sábado (8), em Corumbá. Uma câmera de segurança registrou o momento que o animal dá o bote e, em seguida, arrasta o cão para uma área de mata, em uma chácara localizada na rodovia Ramão Gomes.

O ataque aconteceu às 22h40, poucos minutos depois de uma família que mora na propriedade retornar de uma festa da igreja. Cerca de cinco minutos após a chegada dos moradores, o felino se aproximou da área do quintal da chácara.

Câmeras de segurança registraram a onça-pintada passando por baixo de uma cerca e se aproximando do cachorro.

Mais dois cachorros que estavam no local conseguiram fugir do ataque do felino. Desde junho, este é o terceiro registro de onça-pintada perto das residências desta região em Corumbá, próximo das margens do rio Paraguai.

A rodovia Ramão Gomes dá acesso à fronteira com a Bolívia. Um posto da Polícia Rodoviária Federal e o quartel da Polícia Militar Ambiental e a escola municipal CAIC (Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente), também estão localizados naquela região. 

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