O coreógrafo Wade Robson – que faz uma acusação póstuma a Michael Jackson por abuso sexual na infância – quer servir de exemplo a vítimas do suposto crime. A informação foi publicada na sexta-feira (17) pelo TMZ. Segundo o site de celebridades, Robson declarou: "Se minha decisão de me expor e falar a verdade puder ajudar, honestamente, uma única pessoa a ter coragem para falar a verdade e iniciar um processo de cura – isso seria realmente muito mais do que eu poderia desejar".
Em recente entrevista ao programa de TV NBC Today, o coreógrafo disse que dos sete aos 14 anos de idade foi obrigado por Michael Jackson a "realizar atos sexuais". Robson, de 30 anos, pede indenização aos donos do espólio. Ele teria conhecido Michael Jackson aos cinco anos. Aos sete anos, começou a dormir algumas vezes no rancho Neverland e outras casas de Michael em Los Angeles e Las Vegas. O contato durou até Wade completar 14.
Em processo judicial de 2005, de acordo com o TMZ e com reportagem do "New York Times" da época, Robson negou ter sofrido abuso sexual por Michael Jackson. No mesmo processo, a ex-empregada do cantor teria dito que viu os dois tomando banho juntos quando o coreógrafo tinha oito ou nove anos. Durante o NBC Today, Robson disse que somente trouxe a história à tona agora porque foi obrigado a ficar em silêncio por Michael durante o julgamento por abuso sexual infantil, em 2005. Michael teria dito a ele que tudo era "uma expressão de amor" e que vida e carreira dos dois acabariam se ele contasse o que eles estavam fazendo para alguém. O coreógrafo ainda acrescentou que ele acredita que Michael era um "homem perturbado", que tinha um talento incrível, mas "também era um pedófilo".


