Domingo, 19 de Novembro de 2017

Consumidor deve estar atento a problemas

2 MAR 2010Por 06h:13
O jornalista Charles Viana comprou uma bicicleta na Ciclo Ribeiro, na Capital. Ao utilizar o produto observou que havia um defeito na roda, que estava torta. “Levei a bicicleta para arrumar. Alguns dias depois, quando fui buscá-la, percebi que ela continuava com o mesmo problema e a loja não quer fazer a troca”, conta. Segundo ele, a empresa justifica que a bicicleta é um produto de segunda linha, o que, conforme o Procon, não desobriga a loja de cumprir o que é imposto por lei. Qualquer produto que apresentar defeito no prazo de 90 dias, seja de primeira ou segunda linha, deve ser reparado ou substituído, segundo o órgão de defesa. Já o bancário Jorge Isamu Mitani, há cerca de duas semanas tenta trocar um produto que comprou no site do Magazine Luiza, e que apresentou características inferiores às descritas no anúncio. “Adquiri um notebook de oito gigabytes de memória e me enviaram um de quatro gigabytes. Ligo no atendimento ao cliente, e eles só dizem que vão passar para a chefia e resolverão em 72 horas, mas até agora nada”, explica. “Me sinto lesado”, completa. O site utilizado para a compra tem loja física em Campo Gra nde, porém, eles a legam para o bancário que os produtos adquiridos pela internet só podem ser reclamados no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do site. O cliente acionou o Procon e espera que o computador seja trocado pelo descrito no ato da compra ou que o dinheiro pago seja devolvido. (AM)

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