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CARREIRA

Confira 7 profissões em alta; salário chega a R$ 45 mil

Confira 7 profissões em alta; salário chega a R$ 45 mil

terra

09/08/2012 - 00h00
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Um estudo da consultoria Michael Page apontou sete profissões que estão em alta no Brasil. Entre novas especialidades e atividades com escassez de profissionais aptos, as áreas chegam a pagar salários de R$ 45 mil, de acordo com a pesquisa.

"São profissões muito especializadas, que atendem a demandas atuais e futuras. A perspectiva para os próximos anos é de ampliação no campo de trabalho desses cargos", afirmou em nota Paulo Pontes, presidente da Michael Page no Brasil.

O levantamento foi realizado também nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e França. Confira as profissões que mais se destacam no Brasil, segundo a consultoria Michael Page:

Gerente de treinamento do varejo: o profissional é responsável por treinar os funcionários de cada ponto de venda. De acordo com a Michael Page, antes as empresas adotavam um treinamento-padrão para todos os funcionários, mas atualmente é mais produtivo elaborar programas específicos

Formação: administração de empresas, recursos humanos e psicologia
Salário: de R$ 8 mil a R$ 12 mil

Gerente de identidade visual: é encarregado de adequar os pontos de venda ao perfil do público. Define o que deve ganhar destaque, as maneiras de abordagem e as ações promocionais. Elabora a identidade para a loja
Formação: publicidade e propaganda, marketing e administração, com experiência em varejo
Salário: de R$ 8 mil a R$ 12 mil

Gerente de comunidade: atua na comunicação com o consumidor por meio de redes sociais, blogs e fóruns online, principalmente, mediando as reclamações no Twitter ou Facebook
Formação: marketing e publicidade e propaganda
Salário: R$ 7 mil a R$ 10 mil

Gestor de reestruturação: gerencia a carteira de clientes endividados dos bancos. A área cresceu desde a crise econômica de 2008 por conta das dificuldades enfrentadas por empresas
Formação: gestão e administração de empresas, economia e engenharia, com pós-graduação em finanças e experiência comprovada em áreas de risco de crédito
Salário: R$ 14 mil a R$ 24 mil

Gerente de projetos: Faz a mediação entre o departamento de TI e as demais áreas da empresa, apontando as necessidades e limitações de cada departamento. Segundo a Michael Page, deve ser um bom comunicador para traduzir "tecniquês" e "juridiquês", por exemplo
Formação: engenharia e informática
Salário: R$ 12 mil a R$ 20 mil

Gerente de relações governamentais: é o interlocutor da empresa junto a órgãos governamentais e agências reguladoras, como Anatel e Aneel. Precisa ser especializado em questões legais, assuntos socioambientais e capacidade para lidar com a burocracia
Formação: comunicação, direito, administração de empresas, relações internacionais ou ciências sociais
Salário: R$ 12 mil a R$ 45 mil

Gerente de marketing online: cria a estratégia de marketing nas redes sociais. De acordo com a consultoria, na Europa e nos EUA, os profissionais desse ramo já contam com experiência de até dez anos no currículo. No Brasil, há carência de profissionais experientes
Formação: publicidade, propaganda e marketing
Salário: R$ 8 mil a R$ 15 mil
 

Operações

MS recebeu R$ 10 milhões para combater PCC e Comando Vermelho

Verba veio do governo federal pelo programa Brasil contra o Crime Organizado e viabiliza diárias para ações na fronteira

09/06/2026 08h00

Presídio de segurança máxima de Campo Grande foi o primeiro a receber ações do programa Brasil contra o Crime Organizado

Presídio de segurança máxima de Campo Grande foi o primeiro a receber ações do programa Brasil contra o Crime Organizado Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Mato Grosso do Sul recebeu R$ 10,3 milhões do governo federal para custear diárias de policiais para ações contra organizações criminosas nas regiões de fronteira, divisas e biomas. Esse recurso tem colaborado para o aumento das operações de combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV).

Esse recurso veio por parte do programa Brasil contra o Crime Organizado, instituído em maio deste ano pelo governo federal como a principal estratégia para combater facções, milícias e grupos paramilitares.

O objetivo da medida é a asfixia financeira desses grupos, a atuação de inteligência e a cooperação interinstitucional.

De acordo com o titular da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Antônio Carlos Videira, esse recurso chegou este mês e será utilizado pelos próximos 90 dias para operações contra essas facções criminosas.

“Esse recurso está nos ajudando no custeio. O governo federal lançou o programa Brasil contra o Crime Organizado para intensificar ações contra as facções após conversa com os Estados Unidos. Aqui, em MS, nós precisávamos justamente de recursos para custeio de diárias para os policiais fazerem essas operações nas fronteiras e nas divisas do Estado”, disse Videira, que salientou que Mato Grosso do Sul não deve aderir à linha de financiamento do programa porque, segundo ele, investimentos em equipamentos não são uma necessidade do Estado.

A intensificação dessas operações veio ao mesmo tempo que o governo dos Estados Unidos classificou como terroristas as facções PCC e CV.

Porém, segundo o secretário, o aumento dessas operações não são uma resposta ao país da América do Norte, e sim uma consequência do programa do governo federal.

“Para nós não muda nada essa classificação feita pelos Estados Unidos porque não mudou a nossa legislação, o que muda é para os outros países, que poderão prender esses criminosos e julgá-los no próprio país. Então, para a gente, efeito ainda não tem, mas há muitos brasileiros foragidos ligados com o tráfico de drogas e com essas facções que poderiam ser caçados e presos, como foi o caso do ex-major [Roberto] Carvalho e do [Gerson] Palermo”, completou Videira.

Os recursos de Mato Grosso do Sul, segundo o secretário, são economizados e destinados para outras ações, principalmente em Campo Grande.

OPERAÇÕES

Ontem começou a implantação do padrão de segurança máxima no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, o presídio de segurança máxima de Campo Grande.

Com revista em todas as celas e até helicóptero, a ação coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul (Agepen) faz parte do programa Brasil contra o Crime Organizado.

Segundo o governo federal, o objetivo é padronizar e capacitar as operações no presídio a partir de investimentos do programa. A unidade de Campo Grande foi a primeira a receber a capacitação prática por meio do projeto.

As atividades contaram com 40 policiais penais de Mato Grosso do Sul realizando atividades relacionadas à contenção e à movimentação de presidiários, aos protocolos de segurança e à gestão de equipes, entre outras medidas. A ação aplica procedimentos desenvolvidos pela Polícia Penal Federal. 

O presídio de segurança máxima de Campo Grande também vai receber equipamentos nos próximos meses, como aparelhos de raios X, scanners corporais e viaturas especiais.

Segundo Videira, a próxima penitenciária de Mato Grosso do Sul a receber essa ação será a de Dourados.

Além dos presídios, as forças de segurança de Mato Grosso do Sul também fizeram operações em Campo Grande, Corumbá e na região norte e leste do Estado.

Na última ação, feita no dia 2, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) fez uma ofensiva contra as facções criminosas e prendeu cinco membros de “alta periculosidade” do PCC em Campo Grande, durante a Operação Malleus, que ocorreu em três municípios, Campo Grande, Água Clara e Corumbá.

Todos os alvos tinham registrada reincidência de crimes hediondos.

* Saiba 

Lançado em maio deste ano, o programa Brasil contra o Crime Organizado visa fortalecer e ampliar
as condições de enfrentamento às organizações criminosas por meio de tecnologia e atuação operacional, além de modernizar o sistema prisional do País.

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APREENSÃO

Operação em Campo Grande apreende mais de 4,3 mil tênis falsificados

No centro da Capital, um estabelecimento, que já foi alvo de outras batidas, teve 2.648 pares de calçados apreendidos

09/06/2026 07h45

Ação foi realizada pelo Procon de Mato Grosso do Sul e pela Decon

Ação foi realizada pelo Procon de Mato Grosso do Sul e pela Decon Divulgação

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Equipes do Procon Mato Grosso do Sul e da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon) apreenderam, na tarde desta segunda-feira (8), mais de 4,3 mil pares de tênis com indícios de falsificação em duas lojas de Campo Grande.

No centro da Capital, um estabelecimento teve 2.648 pares de tênis apreendidos. De acordo com o Procon, os produtos imitavam características de marcas consolidadas no mercado e não apresentavam dados obrigatórios, como numeração e identificação do fabricante. O local foi alvo de outras operações.

Já no Jardim Bálsamo, uma loja teve 1.678 pares de calçados recolhidos, além de 347 peças de vestuário, incluindo camisas de times, bermudas, camisetas e roupas íntimas, 39 copos e canecas térmicas, além de perfumes nacionais e importados que não possuíam as caixas originais ou informações em português sobre a composição.

Todos os itens foram apreendidos após representação das marcas e encaminhados à Receita Federal. A ação também contou com a participação de agentes da Polícia Científica.

Última batida

Em abril, uma loja de tênis no centro de Campo Grande teve que fechar após fiscalização do Procon. Denúncias levaram à apreensão de mais de mil pares de tênis com indícios de falsificação.

Além da falsificação dos produtos, o Procon verificou que o estabelecimento estava com o alvará de localização e funcionamento vencido. Além disso, realizava a venda dos tênis sem nota fiscal de origem, com ausência de informações obrigatórias, como numeração e identificação do fabricante.

Ação foi realizada pelo Procon de Mato Grosso do Sul e pela Decon

Ao todo foram apreendidos 1.232 pares de tênis, entre adultos e infantis. Todos os itens apreendidos foram encaminhados à Receita Federal.

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