Domingo, 19 de Novembro de 2017

Comércio abre no feriado, mas, sem público, fecha as portas mais cedo

17 FEV 2010Por 07h:41
Não chegou a 1% o número de lojas do centro de Campo Grande que funcionou ontem, dia considerado facultativo para o comércio em geral de Mato Grosso do Sul. Nem 15 estabelecimentos optaram por trabalhar. E os que resolveram abrir as portas ficaram no prejuízo, pois tiveram que pagar funcionários e poucos foram os consumidores que se animaram em ir às compras em pleno Carnaval. Na Rua 14 de julho – que reúne centenas de estabelecimentos comerciais da Capital – estavam abertas apenas as grandes lojas, âncoras do comércio: Casas Bahia, Lojas Riachuelo, Pernambucanas, Gabriela Calçados e Studio Z. Nas demais ruas, tudo ficou fechado. Apenas as lojas Americanas, na Dom Aquino e Marechal Cândido Mariano Rondon, e Casas Bahia da Afonso Pena e Barão do Rio Branco funcionaram. Os comerciantes que decidiram trabalhar ontem abriram as portas às 8 horas da manhã com previsão de seguirem até às 18 horas. Mas não eram nem 10 horas, quando os gerentes, desanimados com a falta de movimento, planejavam fechar as portas às 15 horas. “Esperávamos um movimento melhor porque ontem, na véspera do feriado, as vendas foram muito boas. Por causa disso até mantivemos o quadro com 25 funcionários e quatro gerentes – o que acabou gerando prejuízo”, explicou Enéas Francisco dos Santos, gerente da Studio Z Calçados. A loja estava com duas filiais abertas no dia com ponto facultativo, todas no centro de Campo Grande. Por causa do fraco movimento, ambas fecharam as portas três horas antes do previsto, às 15 horas. O mesmo ocorreu com a Riachuelo, Gabriela Calçados e demais. Apenas as filiais das Casas Bahia decidiram seguir com o horário normal. Consumidor E quem decidiu fazer compras ontem também ficou insatisfeito. Ruas vazias, lojas fechadas – sem opção para escolha de produtos e até mesmo encontrar o que procurava, os poucos consumidores que decidiram ir até o centro acabaram saindo sem sacolas nas mãos.

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