Sexta, 24 de Novembro de 2017

Comerciantes reclamam que os assaltos na região são constantes

27 MAR 2010Por 04h:42
O assalto registrado ontem numa loja de roupas é mais uma ocorrência a engrossar as estatísticas de roupas na Rua Sebastião Lima, no trecho entre a Rua Cadete e a Avenida Eduardo Elias Zahran. Na quadra onde fica a loja, praticamente todos os estabelecimentos comerciais já foram “visitados” por marginais. “Desde que acabou o policiamento de bicicleta, que era feito por três policiais militares, isto aqui virou um paraíso dos bandidos”, reclama Carlos Mathias. Ele teve a banca de revista assaltada há três meses, quando levaram o dinheiro da venda de crédito para celular. Na Padaria Monte Líbano os funcionários já até perderam a conta do número de assaltos que presenciaram no local. Normalmente as investidas são no final da tarde, quando é maior o movimento de clientes. O proprietário, Hélio Nantes, contabilizou nove assaltos desde 1991. De outubro do ano passado para cá, segundo ele, já foram dois assaltos e uma invasão, embora invista em equipamentos de segurança. Ele procurou o Conselho Comunitário da região, que já deu apoio ao policiamento no bairro e ainda assim a situação só piora. Os dois comerciantes reclamam da ausência da polícia e criticam a desativação, há um ano, do projeto de policiamento que era feito por militares de bicicleta. Estes veículos foram comprados com apoio da comunidade, e ainda assim, as rondas foram suspensas sem explicação. Enquanto o policiamento não é restabelecido, alguns comerciantes tomaram precauções. Eles instalaram câmeras e alarmes, além de manter as portas chaveadas. Esta providência foi tomada pela proprietária da Bety Modas, depois que ela, uma funcionária e uma cliente, foram surpreendidas por dois assaltantes em 30 de agosto de 2009. A Polícia Militar se comprometeu a reforçar o policiamento na região. (FP)

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