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CAMPO GRANDE

Começa amanhã programação de Semana Nacional de Museus

Começa amanhã programação de Semana Nacional de Museus

Notícias MS

15/05/2011 - 16h41
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Começa amanhã a programação da 9° Semana Nacional de Museus, promovida nacionalmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).  Com o tema “Museu e Memória”, o Museu da Imagem e do Som (MIS), oferece intensa programação de 16 a 20 de maio, simultaneamente com instituições museológicas de todo o País. Para esta edição, o MIS apresentará a MS Mostra Regional de Videodança e abrirá espaço para discussão, reflexão e compartilhamento de experiências e resultados obtidos em ações na área da museologia sul-mato-grossense.

A Semana Nacional de Museus acontece anualmente em celebração ao Dia Internacional dos Museus, comemorado em 18 de maio. Democrático, o evento conta com a adesão dos museus e outros lugares de memórias, como arquivos, bibliotecas, casas de cultura, redes sociais, galerias, entre outros. Em 2011, participam do evento 1.006 instituições, que promovem cerca de 3.080 eventos em mais de 500 cidades de todo o País.

A coordenadora do Sistema Estadual de Museus de Mato Grosso do Sul, Neusa Narico Arashiro, ressalta a relevância do Estado em integrar o evento há alguns anos: "Mato Grosso do Sul, ao participar da 9ª Semana Nacional de Museus, por meio do Sistema Estadual de Museus, contribui para que as ações museais sejam ponto de reflexão e avanços para uma política pública consistente, em que a nossa memória histórica e cultural seja arejada e promotora de uma cidadania mais participativa”.

Para o coordenador do MIS, Rodolfo Ikeda, esses dados reforçam a capacidade de mobilização e de atuação do campo museal brasileiro frente a temas da contemporaneidade que se apresentam: “A Semana de Museus é celebrada anualmente por dezenas de países e é o maior evento em âmbito mundial. A iniciativa tem sido responsável pelo aumento de visitação nas instituições museais de todos os países. Assim, é uma honra para o nosso Estado sediar este evento que ocorre em consonância com o mundo todo, de forma a promovermos o acesso à cultura de nosso Estado”.

Mato Grosso do Sul participa deste evento por meio da Rede de Cooperação Museológica de Mato Grosso do Sul (Recomus-MS), o mais novo instrumento de articulação para o fortalecimento de ações na área da museologia sul-mato-grossense, atuando para proporcionar a integração e o desenvolvimento de atividades conjuntas de preservação e comunicação, promovendo encontros para refletir sobre a práxis profissional, possibilitando uma maior aproximação entre os agentes envolvidos em atividades específicas nos museus de Mato Grosso do Sul.

A rede é formada pelas instituições museológicas em atividade em Mato Grosso do Sul: Museu da Imagem e do Som de Mato Grosso do Sul (MIS); Museu das Culturas Dom Bosco da Universidade Católica Dom Bosco (MCDB); Museu de Arqueologia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Muarq); Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul (Marco); Museu José Antônio Pereira e o Museu de História do Pantanal (Muphan).

Para a diretora do Departamento de Difusão, Fomento e Economia dos Museus do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Eneida Braga Rocha de Lemos, a Semana Nacional de Museus é uma clara demonstração da potência, da atuação e do desenvolvimento do campo museal no Brasil, destacando a importância dos museus como fenômenos sociais contemporâneos. “Esta atividade tem oportunizado aos museus brasileiros uma participação que envolve cada vez mais o conjunto da sociedade brasileira, por meio da difusão massiva de seus eventos, ampliação de suas ações e democratização do acesso aos espaços museais em território nacional”, reconhece ela.

Confira a programação do MIS de MS:

16 de maio – 19h30 - Lançamento da Videodança “ME=MORAR: O corpo em casa”;

16 a 20 de maio – MS Mostra Regional de Videodança; com o objetivo de inserir no cenário regional e nacional, a manifestação artística da videodança produzida por artistas sul-mato-grossenses. Através da relação corpo e vídeo, a exposição promoverá o intercâmbio entre tecnologia, produção e pesquisa, estimulando a circulação e o escoamento desses trabalhos.

terça/quarta/quinta: 13h30 às 17h30 - sexta-feira: das 13h30 às 22 horas

18 de maio – 14 horas - II Encontro da Recomus – Rede de Cooperação Museológica de Mato Grosso do Sul (Recomus-MS)

Local: MIS – Museu da Imagem e do Som/Memorial da Cultura e Cidadania/Memorial da Cultura e Cidadania, avenida Fernando Corrêa da Costa, 559, 3º andar, Centro, Campo Grande, MS.

Mais informações pelo telefone (67) 3316-9178 ou pelo email [email protected] .

A programação completa da 9° Semana Nacional de Museus em sua cidade pode ser vista em www.museus.gov.br .

BRASIL

Ex-mulher do goleiro Bruno deixa CTI, mas segue internada em hospital de BH

Dayanne havia dado entrada no hospital após permanecer desaparecida por três dias

09/07/2026 19h00

No aparelho, os policiais localizaram mensagens trocadas com pessoas que se identificavam como agiotas e cobravam dívidas de Dayanne

No aparelho, os policiais localizaram mensagens trocadas com pessoas que se identificavam como agiotas e cobravam dívidas de Dayanne Divulgação

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A ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, de 39 anos, deixou o Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, após apresentar melhora no quadro de saúde. Ela permanece internada na unidade, agora na enfermaria. As informações sobre o estado de saúde de Dayanne são do portal Metrópoles.

Em nota enviada anteriormente ao Estadão, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) informaram que não divulgariam informações sobre a paciente em razão da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Dayanne havia dado entrada no hospital após permanecer desaparecida por três dias. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na noite de sábado, 4, e encaminhada para atendimento médico. As causas da internação não foram divulgadas

A corporação informou que apura as circunstâncias do caso. Conforme o registro da Polícia Militar, Dayanne foi vista pela última vez na manhã de quinta-feira, 2, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, onde morava com o marido e dois filhos.

De acordo com o relato do marido à PM, ela informou que iria à casa da mãe para deixar as crianças, mas não retornou. Ainda segundo o boletim de ocorrência, o homem encontrou o celular da esposa e cartas com "conteúdo de despedida" na residência do casal.

No aparelho, os policiais localizaram mensagens trocadas com pessoas que se identificavam como agiotas e cobravam dívidas de Dayanne. Na ocasião, a Polícia Civil informou que trabalhava com a hipótese de desaparecimento voluntário e que não havia indícios da prática de crime.

Transporte Coletivo

Interventor contesta divida de R$ 27 milhões denunciada pelo Consórcio Guaicurus

Comissão de intervenção afirma que valor alegado pela concessionária não possui comprovação documental e reforça que auditoria segue apurando a situação financeira e operacional do transporte coletivo de Campo Grande.

09/07/2026 18h35

Foto: Gerson Oliveira / Montagem

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A disputa entre o Consórcio Guaicurus e a Comissão de Intervenção do Sistema de Transporte Coletivo de Campo Grande ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (9).

Um dia após o Correio do Estado revelar que o Consórcio Guaicurus encaminhou uma interpelação extrajudicial à Comissão de Intervenção, cobrando da Prefeitura de Campo Grande uma suposta dívida superior a R$ 27 milhões, a equipe responsável pela administração temporária do sistema contestou a alegação e afirmou que os valores apresentados não possuem comprovação documental.

Em nota oficial, o interventor-geral Alexandro Adriano Lisandro de Oliveira informou que a comissão ainda não recebeu formalmente a interpelação extrajudicial, mas assegurou que responderá ao documento assim que ele for oficialmente protocolado.

Na manifestação, o interventor rebate os principais pontos apresentados pelo consórcio. Segundo ele, as empresas não contestaram os aproximadamente R$ 20 milhões em passivos identificados pela auditoria realizada durante a intervenção, mas divulgaram supostos créditos sem apresentar documentos, registros contábeis ou qualquer reconhecimento formal por parte do Município.

Ainda conforme Alexandro Oliveira, os R$ 27 milhões mencionados pelo Consórcio Guaicurus representam um valor apresentado de forma unilateral, sem comprovação documental. De acordo com a comissão, atualmente não existe crédito reconhecido, liquidado ou exigível nesse montante.

"Não existe crédito algum. Esses valores apresentados são meras expectativas unilaterais", afirmou o interventor.

Ele acrescentou que "eventuais documentos apresentados serão examinados com rigor e imparcialidade".

Auditoria apontou cenário financeiro e operacional crítico

A manifestação da comissão reforça as informações apresentadas na última segunda-feira (6), quando foram divulgados os primeiros resultados das auditorias financeira e contratual realizadas após a intervenção decretada pelo Município em 16 de junho.

O relatório preliminar identificou que uma das empresas integrantes do Consórcio Guaicurus acumula aproximadamente R$ 20 milhões em dívidas com instituições financeiras e fornecedores, incluindo empresas responsáveis pelo abastecimento de combustíveis.

Ainda conforme o interventor, a auditoria também apontou uma série de fragilidades na operação do transporte coletivo, entre elas deficiência na manutenção preventiva da frota, envelhecimento dos veículos e problemas na gestão da concessão.

De acordo com o relatório apresentado pela intervenção, cerca de 190 ônibus em circulação possuem mais de dez anos de uso. O documento também registra atrasos no recolhimento de tributos desde 2014, situação que, segundo a comissão, evidencia dificuldades administrativas acumuladas ao longo dos últimos anos.

Trabalho de apuração continua

A Comissão de Intervenção afirmou que os trabalhos de auditoria prosseguem e que o objetivo permanece sendo identificar, de forma técnica e transparente, as causas que levaram à deterioração da qualidade do transporte coletivo em Campo Grande.

De acordo com o interventor, a equipe continuará reunindo documentos, analisando contratos, confrontando informações financeiras e garantindo o contraditório durante todo o processo, sem antecipar conclusões sobre eventuais responsabilidades.

A prioridade, segundo a comissão, é assegurar a continuidade do serviço prestado à população enquanto as investigações administrativas avançam. 

Com a troca pública de acusações entre concessionária e intervenção, o conflito em torno da gestão do transporte coletivo entra em uma nova fase, marcada pela disputa sobre a situação financeira do contrato e pela expectativa em torno dos próximos resultados das auditorias conduzidas pela Prefeitura.

Entenda a intervenção

A intervenção no Consórcio Guaicurus foi decretada pela prefeita Adriane Lopes (PP) em 16 de junho, com prazo de até seis meses para que uma comissão técnica assuma temporariamente a gestão do sistema de transporte coletivo de Campo Grande.

Durante esse período, os interventores têm acesso irrestrito aos documentos da concessionária para avaliar a situação financeira, operacional e administrativa do contrato.

Ao final dos trabalhos, será elaborado um relatório que poderá recomendar desde a devolução da gestão ao consórcio até a aplicação de sanções ou a decretação da caducidade da concessão.

Interventor já havia alertado para risco de paralisação

Em entrevista concedida ao Correio do Estado no último dia 7 de julho, o interventor-geral Alexandro Adriano Lisandro de Oliveira afirmou que o transporte coletivo de Campo Grande poderia parar "mais cedo ou mais tarde" caso a intervenção não tivesse sido decretada.

Segundo ele, a situação financeira do Consórcio Guaicurus e as condições de segurança da frota colocavam em risco a continuidade do serviço.

Na ocasião, Alexandro também afirmou que não descarta a possibilidade de o Município decretar a caducidade da concessão ao término da intervenção, caso as irregularidades constatadas pelas auditorias confirmem o descumprimento das obrigações contratuais.

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