Cidades

DESOCUPAÇÃO

Comandante da PM diz que 8 policiais ficaram feridos

Comandante da PM diz que 8 policiais ficaram feridos

TARYNE ZOTTINO

31/05/2013 - 11h46
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O comandante geral da PM, coronel Carlos Alberto David dos Santos, disse que oito policiais militares ficaram feridos no conflito com indígenas que durou oito horas, ontem (30), na Fazenda Buriti, em Sidrolândia (MS). Agora, um inquérito será aberto para apurar quem foram os responsáveis pelos tiros que os atingiram. O confronto terminou com a morte do índio Oziel Gabriel, de 35 anos, que foi baleado no abdômen. O fato está sendo investigado.

De acordo com o coronel, ao contrário do que foi dito por alguns indígenas, os policiais não chegaram atirando. Imagens gravadas pela polícia mostram o diálogo com um grupo de indígenas. Um policial federal pede a dispersão ao citar a decisão judicial de reintegração de posse. Logo depois, índios aparecem avançando em direção à tropa.

“Recebemos um ofício no último dia 16 para prestar apoio nesta operação. Fomos cumprir uma ação legal e o cenário que encontramos foi de alta tensão. Lamento a morte do indígena e os ferimentos que os índios causaram aos meus policiais”, declarou.

O comandante também garantiu que a Polícia Militar usou apenas balas de borracha e gás lacrimogênio para conter o tumulto. Além disso, segundo ele, os PMs estavam munidos de cassetete e usavam escudo. Somente os sargentos, conforme o coronel David, estavam armados com pistolas de calibre .40. 

A munição que atingiu os policiais é de calibre .22. 

Um dos policiais foi atingido na orelha; tiro atravessou seu capacete de proteção

Outro tiro atingiu o celular e a carteira de um PM; objetos estavam perto do peito 

A munição que atingiu os PMs foi identificada como sendo de calibre .22
 

Fotos: Divulgação PM

DOURADOS

Concurso com salários de até R$ 19 mil para médicos em hospital universitário é prorrogado

Serão ofertadas vagas para 60 especialidades médicas; interessados podem concorrer em hospitais de outras regiões do país

30/01/2026 18h30

As inscrições para o concurso público seguem abertas até o dia 5 de fevereiro

As inscrições para o concurso público seguem abertas até o dia 5 de fevereiro Divulgação

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O Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD) participa do concurso nacional da Rede Ebserh e oferece oportunidades em 60 especialidades médicas. O certame da estatal teve seu cronograma alterado e agora recebe inscrições até 5 de fevereiro.

Entre as especialidades previstas no certame para o HU-UFGD estão:

  • Anestesiologia,
  • Cardiologia,
  • Cirurgia Geral e diversas subespecialidades cirúrgicas,
  • Clínica Médica,
  • Coloproctologia,
  • Dermatologia,
  • Ginecologia e Obstetrícia,
  • Medicina Intensiva (Adulto e Pediátrica),
  • Pediatria e Psiquiatria

O concurso público terá prazo de validade de um ano, contado a partir da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período, conforme previsto em edital.

Além do HU-UFGD/Ebserh, outros hospitais universitários federais administrados pela estatal também participam do certame, com a previsão de mais de 150 vagas distribuídas em 96 especialidades médicas em todo o país.

O edital normativo está disponível para consulta no site da Ebserh e no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso.

Inscrições, provas e salários

As inscrições para o concurso público da Ebserh seguem abertas até às 23h59 do dia 5 de ferereiro e devem ser feitas, exclusivamente, pelo site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do certame. A taxa de inscrição é de R$ 180, com pagamento permitido até 6 de fevereiro.

As provas objetivas estão marcadas para o dia 29 de março e serão aplicadas simultaneamente em 42 municípios brasileiros, incluindo todas as capitais do país. A avaliação terá 60 questões de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório, além de prova de títulos.

Os salários iniciais variam conforme a carga horária: R$ 11.464,35 para jornada de 24 horas semanais e R$ 19.107,31 para 40 horas semanais. Os aprovados serão contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

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CRIME

Homem é condenado a mais de 16 anos de prisão por estuprar a própria filha

Réu aproveitava-se do estado de saúde da esposa, que tratava de um câncer, para abusar da vítima; a denúncia surgiu após relato da adolescente à direção da escola

30/01/2026 18h00

O crime foi revelado após a direção da escola questionar a vítima sobre seus atrasos frequentes e a menina confidenciar que sofria abusos sexuais

O crime foi revelado após a direção da escola questionar a vítima sobre seus atrasos frequentes e a menina confidenciar que sofria abusos sexuais Divulgação

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Um homem foi condenado a 16 anos e 4 meses de prisão pelo crime de estupro de vulnerável continuado contra a própria filha, após atuação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 68ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

Segundo a denúncia oferecida pelo MPMS, os abusos ocorreram entre 2020 e 2025, período em que a vítima tinha entre 11 e 15 anos de idade. Ela relatou que toques inadequados começaram mais cedo, quando ainda tinha 9 anos.

O réu ameaçava a vítima psicologicamente e aproveitava-se de momentos em que a sua esposa estava dopada por medicamentos, em razão de um tratamento contra o câncer.

O crime só veio a ser revelado após a direção da escola questioná-la sobre seus atrasos frequentes e a menina confidenciar que sofria abusos sexuais. Ela explicou que os atrasos ocorriam porque a mãe a levava diariamente para a casa de uma tia para evitar que ficasse sozinha com o pai.

O Ministério Público requereu a condenação pelo crime de estupro de vulnerável, com agravantes por ser pai da vítima, pela continuidade dos atos e pelo contexto de relações domésticas. A Justiça acolheu a denúncia e sentenciou o réu à pena de 16 anos e 4 meses de reclusão em regime inicial fechado.

Além da pena, o réu deverá pagar uma indenização de R$ 5 mil à vítima por danos morais e teve decretada a perda do poder familiar sobre a filha.

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