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Clube de astronomia divulga software para acompanhar eclipse

Clube de astronomia divulga software para acompanhar eclipse

Laís Camargo

15/06/2011 - 17h39
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Todos os dias a Lua atrasa 50 minutos para chegar na posição em que estava no mesmo horário do dia anterior. Devido a isso, os campo-grandenses estão um pouco mais ansiosos para verem o eclipse total da Lua – que deve durar até às 18h.

Cerca de 100 pessoas estão reunidas em frente ao bloco de física da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) para observarem o fenômeno – que será visto parcialmente por conta do posicionamento. Em Dourados, já é possível ver o eclipse desde às 17h15min.

O grupo de astronomia Carl Sagan faz observações astronômicas públicas constantemente e está aberto a agendamento para escolas ([email protected]), inclusive no interior do Estado.

O próximo eclipse total da Lua está marcado para dia 10 de dezembro. Outro como este, só em 2014. Dois eclipses lunares acontecem anualmente, mas geralmente são eclipses parciais. No ano passado, não foi possível ver o eclipse total por conta de nuvens carregadas. Outra dica é o software gratuito "stellarium", que permite visualizar o céu em tempo real.

Homicídio

Vídeo mostra momento em que jovem é morto em rodoviária de MS

Paulo Cesar Pereira Neres, de 20 anos, foi morto com disparos na cabeça, tórax e abdômen; suspeita é de que o crime tenha ligação com disputa entre facções criminosas

06/07/2026 16h15

Foto: Alfredo Neto/Costa leste Agora.

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Um jovem de 20 anos foi executado a tiros na noite deste domingo (5) em plena Rodoviária de Três Lagoas. A vítima, identificada como Paulo Cesar Pereira Neres, morreu ainda no local após ser atingida por diversos disparos, em um crime cometido diante de passageiros e testemunhas.

A Polícia Civil investiga a possibilidade de que a execução tenha relação com a disputa entre facções criminosas.

De acordo com as informações apuradas, o homicídio ocorreu por volta das 22h30. Paulo Cesar estava sentado em um banco do terminal rodoviário ao lado de um idoso que aguardava um ônibus quando um homem desceu de um veículo estacionado na Rua Elmano Soares e caminhou em sua direção.

Antes de efetuar os disparos, o suspeito perguntou à vítima: "Você é PCC?". Logo em seguida, sacou uma arma de fogo e atirou várias vezes.

Paulo Cesar foi atingido na cabeça, no tórax e no abdômen, não resistiu aos ferimentos e morreu antes da chegada das equipes de resgate. Após o crime, o atirador fugiu em um carro onde um comparsa o aguardava.

A Polícia Militar isolou a área para o trabalho da Perícia Científica e da Polícia Civil. O terminal rodoviário ficou parcialmente interditado durante os levantamentos periciais, enquanto passageiros e funcionários acompanharam a movimentação das forças de segurança.

Imagens de câmeras de monitoramento deverão auxiliar na identificação dos autores. Conforme as investigações iniciais, o veículo utilizado pelos criminosos passou pelo terminal ao menos duas vezes antes da execução, o que reforça a hipótese de que a vítima estava sendo monitorada antes do ataque.

Durante as diligências, testeminhas que frequentam a região relataram aos investigadores que Paulo Cesar comercializava entorpecentes nas proximidades da rodoviária e dizia integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC).

A vítima também possuía antecedentes criminais por tráfico de drogas, ameaça e furto. Essas informações serão apuradas pela Polícia Civil e poderão contribuir para o esclarecimento da motivação do homicídio.

O homicídio reforça a sequência de crimes violentos registrada nas últimas semanas em Três Lagoas. O município tem enfrentado uma onda de assassinatos que, segundo as investigações das forças de segurança, tem como principal linha de apuração a disputa entre facções criminosas pelo controle do tráfico de drogas.

Embora cada caso seja investigado individualmente, os inquéritos apontam que parte das execuções pode estar relacionada à guerra entre organizações criminosas que atuam na região. O caso foi registrado como homicídio qualificado e segue sob investigação.

Até a publicação desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso, e a polícia trabalha para identificar o autor dos disparos e confirmar se o crime está diretamente relacionado à disputa entre organizações criminosas que atuam na região.

Veja abaixo o vídeo que mostra o momento da execução de Paulo Cesar Pereira Neres.

"Errei"

Mais Louco do Brasil diz que estava "vivendo a vida" após levar quatro multas e fugir da polícia

Segundo o boletim de ocorrência, Juliano Ferro realizava manobras que colocava a vida de pedestres em risco e só se apresentou aos agentes quando entrou em sua residência

06/07/2026 15h45

"Errei, mas se você não vive, eu vivi a vida", afirmou o prefeito Reprodução Redes Sociais

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O prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PL), voltou a causar polêmica nas redes sociais após ser flagrado no último domingo (6) sendo perseguido pela Polícia Militar na Avenida Brasil, no centro da cidade, a 290 quilômetros de Campo Grande. Nas redes sociais, o prefeito reconheceu o erro e afirmou que estava "vivendo a vida".  

Autointitulado "prefeito Mais Louco do Brasil", Ferro foi alvo dos agentes por colocar pedestres e outros motoristas em risco ao fazer uma arrancada brusca com um Dodge Challenger vermelho, veículo vindo de Ponta Porã. 

De acordo com o boletim de ocorrência, uma equipe da PM fazia rondas pela Avenida Afonso Navarri Filho na tarde de ontem (6) quando avistou o veículo realizando manobras, passando a acompanhá-lo por vias da região central.

Ainda conforme o documento, o motorista só se apresentou quando entrou em uma residência na Avenida João Euzébio Sobrinho e fechou o portão eletrônico. Somente aí, se dirigiu aos agentes com os documentos pessoais e foi identificado como Juliano Ferro. Ele também apresentou os documentos veicular, mas não autorizou a entrada dos agentes na sua residência. 

A Polícia Militar aplicou quatro multas ao condutor e registrou boletim de ocorrência. 

Nas redes sociais, o prefeito afirmou que reconheceu que estava errado e ainda parabenizou a Polícia Militar pelo trabalho. No entanto, justificou a atitude dizendo que fazia parte da sua personalidade e que estavam "cuidando" da sua vida.

"Estou em todas as notícias, de novo, dessa vez por sair 'cantando pneu' de um carro meu. Não é bonito, eu sei, mas eu quero falar para aqueles que me criticam: eu sou verdadeiro, eu sou isso aqui, sempre fui e não vou mudar. Não é a primeira vez que acontece isso e provavelmente não vai ser a última. Minhas contas estão pagas, meu trabalho está sendo feito, meu compromisso com minhas filhas estão em dia, e você que me critica, se você não vive a sua vida, eu vivo. Estou errado, vou responder à Justiça, está tranquilo. Mas, se você não viveu, eu vivo a vida", afirmou em seu perfil. 

Nos comentários, é possível ver apoiadores do prefeito, enaltecendo a atitude e a "sinceridade". 

"Tá certo, além de prefeito você tem uma vida pra viver do seu jeito", diz um comentário. 

Por outro lado, há também quem não se agradou do posicionamento de Juliano, inclusive por ser uma figura pública. 

"Você é um exemplo para não ser seguido, só caindo no conceito", diz outro. 

 

 

 

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